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Galeria do Ateliê inaugura TEMPO IMPROVÁVEL do daguerreotipista Francisco Moreira da Costa

(Único daguerreotipista brasileiro)
Curadoria de Marcia Mello

Ημέρα 23 Σεπτεμβρίου, 19h
Είσοδος ελεύθερη

Obra de Francisco Moreira da Costa. Foto: Divulgação.

Obra de Francisco Moreira da Costa. Φωτογραφίες: Αποκάλυψη.

“Um daguerreótipo é uma imagem única realizada sobre uma placa de cobre recoberta por uma fina camada de prata. Sua superfície prateada reluzente mostra, conforme o ângulo do olhar, ora uma imagem negativa, ora uma imagem positiva: é um positivo direto.” (Definição tirada do catálogo PARIS ET LE DAGUERREOTYPE, Paris Muséestradução livre).

A Galeria do Ateliê inaugura dia 23 Σεπτεμβρίου, στις 7:00 μ.μ., a exposição TEMPO IMPROVÁVEL, de Francisco Moreira da Costa, único brasileiro a utilizar a técnica original da daguerreotipia ao lado dos cerca de 50 daguerreotipistas contemporâneos em atividade no mundo inteiro. Curadoria de Marcia Mello.

Francisco Moreira da Costa pesquisa daguerreotipia desde 1996, desenvolvendo o seu equipamento a partir de manuais do século XIX. Seu trabalho resgata essa técnica quase esquecida, revelando-a como linguagem indubitável para a arte contemporânea e como reflexão essencial para a fotografia moderna.

Segundo Marcia Mello, curadora da mostra, o trabalho de Francisco Moreira da Costa, “não leva o observador a traçar paralelos possíveis com outras produções artísticas no primeiro contato travado com sua obra. Αλλά, num sobressalto, somos tomados pela poesia de Manoel de Barros, as imagens intimistas de Josef Sudek, o universo particular de Cora Coralina, as sutilezas de Morandi, o formato diminuto de Yamamoto…“

A curadora acrescenta que “há duas décadas, a opção pela daguerreotipia, levou Francisco a um caminho sem volta. Como Narciso, ele próprio revelou-se, inebriado no reflexo do retângulo espelhado de si mesmo. Alquimista, passa a buscar procedimentos, materiais e gestos praticados pelos pioneiros da fotografia de forma incansável. Tubo de ensaio, pipeta, cadinho, cobre, ouro, prata, bromo, mercúrio, esse passa a ser o seu vocabulário

Os objetos retratadoscandeeiros, cestos, jarro de flores, raízes – trazem à discussão o passado abandonado, que transpassa toda a produção de Francisco. Deixam lembranças de algo que, ενδεχομένως, sequer fizeram parte de nossa vida. Com persistência, vamos identificando na memória adormecida a paisagem esquecida, inconsciente, secular; arriscamos dar corpo a tempos improváveis e nos alimentamos de sentimentos de eternidade. Έτσι, nos desvios da vida, se forma a poética desse fotógrafo singular e plural. Num só tempo, no mesmo lugar”, conclui Marcia Mello.

Francisco Moreira da Costa

Obra de Francisco Moreira da Costa. Foto: Divulgação.

Obra de Francisco Moreira da Costa. Φωτογραφίες: Αποκάλυψη.

Começou a fotografar em 1983 και, από 1999, passa a integrar a equipe do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular do IPHAN. Recebeu em 2004 o Prêmio Aquisição no Salão Arte Pará, com dois daguerreótipos, passando a fazer parte do Acervo da Fundação Rômulo Maiorana. Σε 2005, participou da Coletiva: O’ Brasil, da Terra encantada ‘a Aldeia Global com curadoria de Denise Mattar no Palácio do Itamaraty em Brasília.

Από 2014 seus daguerreótipos passam a integrar o portfólio da Galeria Fass de São Paulo e com a galeria, participou do SP/Arte Foto, 2014, 2015 και 2016.

Τον Δεκέμβριο 2015, faz sua primeira exposição de daguerreótipos, A Placa Mágica, na Galeria Fass em São Paulo.

Από 2016 seus daguerreótipos passam a integrar o portfólio da Tempo, Ρίο ντε Τζανέιρο.

Marcia Mello pesquisadora, curadora e conservadora de fotografia. Σε 2006, inaugura a Galeria Tempo com Carolina Dias Leite e Georgiana Basto, em atividade até 2014. Σε 2015 foi diretora-curadora da Marsiaj Tempo Galeria (RJ). Κατά τη διάρκεια αυτής της περιόδου, além de organizar inúmeras exposições, participou como expositora das feiras SP/ARTE e ART/RIO.

Entre suas atividades mais recentes, destaca-se a co-curadoria das exposições “Kurt Klagsbrunn, um fotógrafo humanista no Rio (1940-1960)", “Rossini Perez, entre o morro da Saúde e a África” e “Ângulos da Notícia, 90 anos de fotojornalismo em O Globo” no Museu de Arte do Rio todas em 2015. No Centro Cultural da Justiça Federal, curou a mostra “Tempos de Chumbo, Tempo de Bossaos anos 60 pelas lentes de Evandro Teixeira” (2014) e na Galeria do Espaço SESC, “Deveria ser cego o homem invisível?", fotografias de Renan Cepeda (2015).

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Como pesquisadora, participou das exposições e livros: “Alair GomesA new Sentimental Journey”, Cosac Naify, 2009, e “Caixa Preta – fotografias de Celso Brandão”, Estúdio Madalena, 2016, ambas com curadoria de Miguel Rio Branco e exibidas na Maison Europeenne de la Photographie em Paris. Σε 2015, participou do livro “Milan Alram”, edições de Janeiro e Bazar do Tempo, de Joaquim Marçal.

Autora dos livros “Só Existe um Rio”, Andrea Jakobsson Estúdio (2008) e “Refúgio do Olhar, a fotografia de Kurt Klagsbrunn no Brasil dos anos 1940”, Casa da Palavra (2013) ambos em parceria com Mauricio Lissovsky.

ΥΠΗΡΕΣΊΑ

Galeria do Ateliê inaugura TEMPO IMPROVÁVEL, daguerreotipias do fotógrafo Francisco Moreira da Costa
Ημέρα εγκαινίων 23 Σεπτεμβρίου, στις 7:00 μ.μ.
Επίσκεψη από 24 από Σεπτέμβριο έως 19 Νοέμβριος 2016
Είσοδος ελεύθερη
Δωρεάν
Χρονοδιάγραμμα: 2ένα ένα 6a feira από τις 10:00-9:00 μ.μ.; Κάθε Σάββατο από τις 10:00-5:00 μ.μ.
Ateliê χώρο πολιτιστικής εικόνας
Παστέρ λ. 453, Urca

Τηλ: 21 219 de nove541 3314

www.ateliedaimagem.com.br

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