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O Nome do Medo - Capas de Guto Carvalhoneto. Fotos: Pedro Agilson.

Exposición de mar abre el nombre de miedo l Rio de janeiro, de Rivane Neuenschwander

O nome do medo I Rio de Janeiro
de Rivane Neuenschwander

Desde 21 Febrero
Galería charla: 16h

El Museo de arte de río-mar, bajo la dirección del Instituto Odeón, se abre en 21 Febrero la exposición O nome do medo, da artista Rivane Neuenschwander, em colaboração com o fashion designer Guto Carvalhoneto. Com curadoria de Lisette Lagnado, patrocínio do prêmio da Fundação Yanghyun (Corea del Sur) e em parceria com a Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV Parque Lage), a mostra apresenta 32 peças desenvolvidas por Rivane e Guto. Elas são resultado de um processo de criação iniciado a partir de oficinas realizadas com crianças de escolas públicas e particulares e de unidades de reinserção social (URS), além de público espontâneo do MAR e do Parque Lage.

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O projeto que dá nome à mostra foi concebido por Rivane após ser agraciada com o Yanghyun, en 2013, na sexta edição do prêmio coreano que contempla artistas com obras reconhecidas internacionalmente. Por meio deste, a Fundação Yanghyun oferece aos ganhadores um sistema de apoio para realização de uma mostra em um museu renomado. O MAR, como um espaço de fomento à educação como prática de criação e experimentação, foi escolhido para receber as peças produzidas a partir das atividades de O nome do medo en Río de Janeiro.

En 2015, Rivane foi convidada para colaborar com o evento Children’s Comission, realizado anualmente pela galeria de arte Whitechapel (Londres, Inglaterra), criado para promover a interação das crianças com a arte. En la ocasión, a artista se propôs a investigar o medo a partir do olhar das crianças, que foram estimuladas a listar e desenhar seus maiores temores e a construir capas com materiais ricos em texturas e cores – algodão, organza, fitas, plásticos, linhas e outros materiais ligados ao universo do corte e da costura –, como uma forma de ajudá-las a acolher e se proteger de seus medos. Os artigos produzidos nos encontros foram transformados em capas estilizadas, criadas pela artista com a colaboração do fashion designer Lucas Nascimento, brasileiro radicado em Londres.

O Nome do Medo – 3ª Oficina. Foto: Pedro Agilson.

O Nome do Medo – 3ª Oficina. Fotos: Pedro Agilson.

En Río de Janeiro, foram realizadas 12 talleres, com duração de três horas, con más de 240 Niños, entre 6 y 13 años, na Escola do Olhar e na EAV Parque Lage. Artistas renomados como Laura Lima, Anitta Boavida, Chiara Banfi, Daniel Steegmann-Mangrane, entre otros, auxiliaram os participantes nas confecções de suas peças. As capas desenhadas e construídas durante as atividades ganharam um novo formato pelas mãos de Rivane e do fashion designer Guto Carvalhoneto, com acompanhamento de Lisette Lagnado.

Para el artista, o projeto permite questionar as origens psíquicas e sociais do medo e ajuda a criança na elaboração de seus conflitos. Rivane explica que “a oposição entre brincadeira e violência faz com que esse trabalho ofereça condições singulares para que a criança manifeste seus anseios e temores, para que os adultos reavaliem tanto a infância quanto a exposição cotidiana da criança à brutalidade, y, además, para repensarmos como o medo decorre de um tipo de afeto coercitivo dentro da sociedade”.

Rivane já fez exposições individuais e coletivas na Suécia, Irlanda, Japón, Sudáfrica, Francia, entre outros países. Suas obras são produzidas a partir de processos colaborativos com o público.

Sobre Lisette Lagnado

Lisette Lagnado (1961, Kinshasa, Congo) é crítica de arte e curadora independente. Formada em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, é mestre em Comunicação e Semiótica (dissertação sobre a obra de Mira Schendel) e doutora em Filosofia pela Universidade de São Paulo, com uma tese sobre o programa ambiental de Hélio Oiticica. Junto com amigos e familiares, fundada, en 1993, o Projeto Leonilson, que permitiu organizar a primeira retrospectiva do artista, morto em decorrência da AIDS. Autora dos livros SENA. São tantas as verdades (São Paulo: Projeto Leonilson/SESI/DBA, 1995) y Laura Lima. On_off (Rio de Janeiro: Cobogó, 2014), tem diversos artigos e ensaios publicados no Brasil e no exterior. Entre as exposições que concebeu, foi curadora, en 2006, da 27ª Bienal de São Paulo (“Como Viver Junto”); da mostra “Desvíos de la deriva. Experiencias, travesias y morfologías” (2010), no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (MNCARS), en Madrid; e do 33º Panorama do Museu de Arte Moderna de São Paulo (2013). Desde agosto de 2014, dirige a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, en Río de Janeiro.

Sobre Guto Carvalhoneto

Guto Carvalhoneto formou-se em design de moda pela Universidade Cândido Mendes, en 2008. Ya en 2009 foi viver em Paris para aprofundar os seus conhecimentos. Durante esse período, trabalhou como visual merchandising para uma marca de prêt-à-porter francesa e paralelamente desenvolveu sua pesquisa focada na precisão e técnicas da alta costura parisiense. En 2011, lançou sua marca, buscando experimentar materiais e formas não comuns à moda comercial, unidas às semelhanças estéticas entre o sertão e o oriente, contaminando-se também pelo cinema e pelas artes visuais.

El Museu de Arte do Rio – MAR

El mar es un espacio dedicado al arte y la cultura visual. Ocupa dos edificios en praça Mauá: un estilo ecléctico, que alberga la Sala de Exposiciones; otro estilo modernista, Mire donde el trabajo de la escuela. El diseño arquitectónico une los dos edificios con un recubrimiento de hormigón fluido, que hace referencia a una onda - una marca del museo -, y una rampa, donde los visitantes llegan a las salas de exposiciones.

Una iniciativa de Prefeitura do Rio en colaboración con la Fundação Roberto Marinho, el mar tiene actividades que implican la recolección de, registro, Búsqueda, conservación y devolución de bienes culturales a la comunidad. Educación sobre el espacio de soporte proactivo y cultura, el museo nació con una escuela - la mirada de la escuela -, cuya propuesta es museológico innovador: fomentar el desarrollo de un programa educativo de referencia para las acciones en Brasil y en el extranjero, que combina el arte y la educación desde el programa curatorial que guía a la institución.

El mar es administrado por el Odeon, una organización social de la cultura, seleccionado por el Ayuntamiento de Río de Janeiro por aviso público. El Museo cuenta con la Grupo Globo como mantenedor, el BNDES como patrocinador de Reserva técnica y partidario de la exposición Leopoldina, Princesa de la independencia, de Artes y Ciencias, a Petrobras también como partidario de la Leopoldina, Princesa de la independencia, e la Repsol como seguidor de exposición. EL Consulado Geral da França apoia a exposição Lugares del delirio.

El Mira School tiene la Sistema de Fecomercio RJ, a través de la Sesc, socio institucional, y tiene la Banco Votorantim e la Prodiel como los fanáticos. El Brookfield es compatible con la visitas educativas. El programa de MAR en la Academia cuenta con apoyo de Dataprev y Amil un salud a través de la Ley Municipal de incentivo a la cultura, y Aliansce través de la Ley Rouanet. El Souza Cruz es copatrocinadora del Domingo en el mar.

El mar también cuenta con el apoyo del gobierno del estado de Río de Janeiro, y la implementación del Ministerio de cultura y el Gobierno Federal de Brasil a través de la Ley Federal de incentivo a la cultura.

Servicio

Entrada: R$ 20 El R $ 10 (mitad de precio) - Las personas con hasta 21 años, estudiantes de escuelas privadas, universidad, personas con discapacidad y los servidores públicos de la ciudad de Río de Janeiro. El mar es parte de la Programa carioca paga la mitad, oferta mitad de precio para los locales y residentes de la ciudad de Rio de Janeiro, en todas las instituciones culturales vinculadas al Ayuntamiento. Presentar un documento demostrando (identidad, prueba de residencia, facturas de agua, luz, teléfono con, tapas de, tres meses de emisión) y retire su ticket en la taquilla. Pago en efectivo o tarjeta de (Visa o Mastercard).

Billete sencillo: R$ 32 – R$ 16 (mitad de precio) locales y los residentes en Río de Janeiro, en la presentación de documentación o prueba de residencia de apoyo. Los documentos serán considerados aquellos que contienen el lugar de nacimiento, como RG, licencia de conducir, portafolio de trabajos, Pasaporte, etc.. Se considerará prueba de los títulos de residencia de colección con un máximo 3 (tres) meses de expedición, como servicios de agua, luz, fijo o gas natural, debidamente acompañado de documento oficial de identificación con fotografía (RG, licencia de conducir, portafolio de trabajos, Pasaporte, etc.) del usuario.

Política gratis: No pagar ninguna entrada de presentación de documentación probatoria – estudiantes de la pública (la enseñanza primaria y secundaria), niños de hasta cinco años o personas de 60, maestros de escuelas públicas, los empleados de los museos, grupos en situación de vulnerabilidad social visita educativa, Vecinos de las guías de mar y turístico. Admisión martes es gratis para el público en general. El domingo la entrada es gratuita para los titulares de Museos pasaporte Cariocas No tienes el sello del mar. El último domingo del mes el Museo cuenta con entrada gratuita en todo el proyecto Domingo en el mar.

De martes a domingo, das às 10h 17h. Los lunes el museo cierra al público. Para obtener más información, contacto por teléfono (55 21) 3031-2741 o visita www.museudeartedorio.org.br.

Dirección: Praça Mauá, 5 – Centro.

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