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Juliane Fuganti. Sem título. Fotogravura, 2016. Foto: Divulgação.

Novas exposições entram em cartaz no Museu da Gravura

O Museu da Gravura Cidade de Curitiba recebe novas exposições a partir desta quinta-feira (24). Juliane Fuganti, Dulce Osinski, Ricardo Carneiro, Everly Giller, Maya Weishof, Eduardo Cardoso Amato, Viniciús Buzzatto, Miriam Fischer e mais os artistas vencedores do 6º Prêmio Ibema apresentam suas novas produções na linguagem da gravura. Confira:

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6º pRÊMIO IBEMA DE GRAVURA
Coletiva de artistas selecionados e premiados
Apresentação do resultado da sexta edição do Salão Ibema de Gravura. O concurso, maior do gênero promovido pela iniciativa privada no país, traz para a exposição os 20 artistas selecionados e premiados.

Everly Giller. Wiatr. Litografia, 2016. Foto: Divulgação.

Everly Giller. Wiatr. Litografia, 2016. Foto: Divulgação.

PARA CIMA DO CHÃO HÁ O INVISÍVEL
Artistas: Maya Weishof e Eduardo Cardoso Amato
Os artistas Maya Weishof e Eduardo Cardoso Amato partem da linguagem da gravura para localizar discussões relativas à noção de território – conceito norteador de suas poéticas para essa mostra em especial. Essa prática gráfica é aliada ao auxílio de produção de Elisa Cordeiro, e do pensamento curatorial de Isadora Mattiolli.

FUGANTI OSINSKI CARNEIRO GILLER
Artistas: Juliane Fuganti, Dulce Osinski, Ricardo Carneiro e Everly Giller
A mostra reúne quatro artistas gravadores que têm em comum, além da amizade de longa data, o fato de terem dado seus primeiros passos em gravura nas oficinas do Solar do Barão. Com temáticas e poéticas distintas, esses artistas seguiram em suas trajetórias artísticas, nas quais a gravura, sempre presente, muitas vezes dividiu espaço com a pintura, o desenho, a fotografia ou mesmo a cerâmica. Mais uma vez reunidos no Museu da Gravura, os artistas retomam o ato de enfrentar uma matriz, num projeto comum que se apresenta hoje como um desafio para diálogos que se materializam em relações de similaridade, complementaridade ou contraste.

Dulce Osinski. Floresta. Xilogravura, 2015. Foto: Divulgação.

Dulce Osinski. Floresta. Xilogravura, 2015. Foto: Divulgação.

A PROFUNDIDADE DA DISTÂNCIA
Artista: Viniciús Buzzatto
Gravuras em metal do ciclo “a profundidade da distância”. Do artista: “precisamos tornar ao imo e entender a imensidão que nos aprofunda”.

FOLIANDO
Artista: Miriam Fischer
O trabalho parte do olhar a natureza tendo como elemento propulsor a paisagem e suas sensações. Percebendo como se a natureza dançasse em alguns momentos, a mostra tem o nome “Foliando”. As experimentações são desenvolvidas com sobreposição de linha camada por camada, surgindo uma variedade de cores com um novo imaginário das sensações presentes na natureza.

Serviço:

Novas exposições do Museu da Gravura Cidade de Curitiba
Local: Museu da Gravura – Solar do Barão – R. Carlos Cavalcanti, 533
Datas e horários: de 24 de novembro de 2016 (abertura às 19h) a 26 de fevereiro de 2017. De terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18; sábados e domingos, das 12h às 18h

Entrada franca

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