Paul Βύρωνα

Paulo Byron é Artista Plástico.

Paulo Byron é Artista Plástico.

Paul Βύρωνα

Utiliza o desenho e a pintura com as técnicas do grafite, nanquim e do acrílico sobre papel ou sobre tela isoladas ou não numa mistura delicada.

Estilo figurativo moderno, tendo desenvolvido três fases de trabalho:

  • Série Boêmia – retratando cenas dos músicos e boêmios da década de 50 Ρίο ντε Τζανέιρο.
  • Série Gaúchos – retrata cenas despojadas do dia a dia do povo gaúcho, na lida diária e comum.
  • Série brincadeiras infantis – lembrando os usos e costumes das crianças também da década de 50.

Artista plástico com formação autodidata, από 2006.

Série Boemia - No Banco da Praça

Δείτε όλα τα έργα τέχνης του καλλιτέχνη στο Galeria Virtual.

.

PAULO BYRON
Σάο Πάολο-Σάο Πάολο
Facebook Perfil | Facebook Fan Page
Δικτυακός τόπος | Gallery τῆς Ἱστοσελίδος έργα τέχνης
E-mail: artplast.paulobyron@gmail.com

Fernando Carvalho entrevista Paulo Byron:

.

Falar do Artista Paulo Byron, é falar de uma realidade saudosa e da tão complicada simplicidade, alvejada por muitos e alcançada por tão poucos. Ele demonstra uma criatividade riquíssima e o resultado de muito trabalho de pesquisas na apuração dos seus traços como no jogo das suas cores. Paulo Byron ilustra generosamente lembranças dosbons temposda juventude e da boemia, com a destreza de um grande artista e a sensibilidade de um grande homem. Ele é mestre em concretizar perspectivas ousadas, dando uma noção de quase infinito, e uma idéia do tamanho do seu talento para nos transmitir a própria nostalgia de tempos felizes, num estilo extremamente particular e deliciosamente singular. Bravo Paulo Byron ! A sua maestria artística e temática é Simplesmente admirável.

Artista Plástico Dominique Lecomte
Chevalier AcadémicienMondial Art Academicien

.

Paulo Byron dos Adonirans aos Bambas, dos Pampas a Sampa de Ernesto!!!

Olhando atentamente as obra do estimado amigo e colega Paulo Byron, é olhar para traz com doçura, é uma volta em décadas, é outrora no presente que com sua generosidade de um olhar crítico, mui perspicaz nos presenteia e com sua pureza de criança nas veias saltam para as suas telas, seus papéis, seus imaginários e os mais expressivos personagens, nessa ciranda de temas sóbrios e lúdicos, saudosas malocas, Adonirans e garoas ambientam seu universo, a simplicidade aparente de seus traços, escondem sua maestria criativa e afirma definitivamente um poeta que luta para perpetuar os tempos áureos de uma São Paulo mágica e fascinante, em que a ingenuidade mista de genialidade trás a atmosfera das boemias e as rodas de bamba.

Esse menino com ar de deboche e olhos meigos traz dentro de si muitas e muitas canções, desde os gudes bolas de vidros, carteados entre uma cana e outra, diverso é o seu inquieto mundo que aparentemente jaz no passado e digno com sua memória nos presenteia com alegria esses momentos, eu sinto e ouço em meio aos velhos cortiços do Bexiga, crianças com seus peões, com a famosa “arco e gancheta”…Ah… como era gostoso rodar um pequeno pneu de carrinho de Bebe pelas calçadas a fora, por horas e horas, enquanto ao longe se ouvia os pandeiros es violões embalando o cotidiano em sambas por vezes melancólicos e por outras regado de boa cachaça e vozes Gonçalves, fica eternamente na memória ecoando os apitos das têxteis anunciando o fim do dia, e os pequenos Botecos clareados com um lindo e simples fio pendente com uma velha lâmpada amarela incandescente na penumbra, rodeada de mariposas e relâmpagos incansáveisPaulo é São Paulo do art-deco, das perspectivas demasiadas distorcidas, embebidas, dançantes nessas rodas de que o “gato fez miau” e ciranda, cirandinha todos dançamos, pulamos, pulamos a corda e passamos anéis, abraço, beijo, aperto de mão, inocência da mais tenra infância ao primeiro beijo.

São tantas as lembranças que é difícil reproduzi-las com palavras, mas sabiamente e pitorescamente pictórico esse artista faz com destreza, elegância sem ao mesmo colocar expressão facial em seus personagens, pois eles nesse anonimato quase sem face, dizestou aqui, sou vivo e perduro, o futuro é sempre agora, difícil não emocionar-se para aqueles que como eu vivenciou esse torvelinho cultural popular, Παουλίστα, Paulistano da garoa terra de paralelepípedos reluzentes, nas madrugadas, nas manhãs chegando da boemia, olhando o dia iniciar e a vida simplesmente, lentamente acontecendo em compasso, em ritmo da mais pura alegria, da mais nobre beleza que alguém pode sentir, degustar as obras de Paulo Byron é sentir-se o corpo envelhecer com respeito e já mais deixar a nossa herança, a nossa criança morrer.

Meus parabéns querido amigo, um big beijo coração repleto de amor.

by Limajr.’.

Σχόλια

Αφήνω μια απάντηση

Διεύθυνση ηλεκτρονικού ταχυδρομείου σας δεν θα δημοσιευθεί. Υποχρεωτικά πεδία επισημαίνονται *

*