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Retrospectiva 2015 Rosângela Vig.

Retrospectiva 2015 Rosângela Vig

Rosângela Vig é Artista Plástica e Professora de História da Arte.

Rosângela Vig é Artista Plástica e Professora de História da Arte.

Rosângela Vig, colunista de arte, artista plástica e professora de História da Arte, escreveu artigos fantásticos para o site em 2015.

De uma beleza sem igual, apresentou de forma poética os períodos da história da arte, nos encantando com o conhecimento e obras de arte escolhidas para ilustrar os textos.

Saiba mais sobre Rosângela Vig!

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Confira abaixo:

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Santa Ceia, OST, 90 cm x 1 m. Antônio Poteiro.

Santa Ceia, OST, 90 cm x 1 m. Antônio Poteiro.

A Arte Naif – Arte Ingênua

(…) É pelo traço quase de criança, que o artista delineia seus personagens que estão entre o povo e os costumes regionais. Em meio a jardins floridos e pássaros, as pesssoas passam em carros de boi, em jardineiras e sobre burrinhos. Há personagens de nossa História, de nosso dia a dia, de nosso folclore, procissões, animais de nossa fauna e tantos Natais, aqui com linhas simples, sem preocupação com o feitio, porque o importante é o fazer artístico, puro, sem rigor. Esse é o estilo Naif e se explica por ele próprio, em singeleza, em inocência, tão lindo quanto o soneto de Mário Quintana (1906-1994). (…)

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Mural de Eduardo Kobra, retrato do arquiteto Oscar Niemeyer.

Mural de Eduardo Kobra, retrato do arquiteto Oscar Niemeyer.

A Contemporaneidade, Um pouco sobre a Arte Urbana

(…) Em meio à monocromia da cidade, o artista, num ímpeto criativo, fez das paredes e dos muros, sua tela e, sem cerimônia, tingiu com sinais de vida, o que antes era concreto inanimado. O grafite artístico emerge como um alento à aspereza urbana, ameniza a frieza do concreto; distrai os olhares perdidos da turba desenfreada entrando e saindo dos transportes; e sobretudo propõe conjecturas. As cores permitem um equilíbrio transitório à mente em constante ebulição pelo estresse da cidade grande e pelas obrigatoriedades do dia. (…)

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Veneza em Preto e Branco. Obra de Rosângela Vig.

Veneza em Preto e Branco. Obra de Rosângela Vig.

Desenho – Estudo de Perspectiva, Passo a passo 1 de como desenhar

(…) A Arte é, antes de mais nada, uma forma apaixonada de observar a natureza, a vida e as pessoas. Pode ser que no feitio, os detalhes não passem despercebidos ao artista e, em seu trabalho, a seu estilo, ele ainda inclui detalhes que sua mente imaginativa viu e que seu coração encantado percebeu. A seu traço, somam-se a observação detalhada, o movimento, os frutos de uma epifania e de uma essência que somente sua mente abriga e compreende. (…)

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Colympia, Obra de Cássia Acosta.

Colympia, Obra de Cássia Acosta.

Desenho – Estudo de Luz e de Sombra, Passo a passo 2 de como desenhar

(…) No Renascimento, os estudos de perspectiva, de luz e de sombra, levaram à produção de uma Arte que serviu de padrão para outros períodos. Pelas mãos dos grandes Mestres como Leonardo Da Vinci, Sandro Botticelli e Piero Della Francesca, foram produzidas obras consideradas até hoje como modelos de Belo. Mas talvez o sorriso enigmático da Gioconda de Da Vinci, não seria tão perfeito, se não fosse a luz que ilumina seu semblante. (…)

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Berimbau, Obra de Paulo Byron.

Berimbau, Obra de Paulo Byron.

Desenho – Estudo de Cores, Passo a passo 3 de como desenhar

(…) Ainda na infância, Kandinsky já revelava uma percepção diferenciada do mundo. Seu talento, associado à sensibilidade aguçada e à paixão pela cor, acabaram por ilustrar as mais lindas obras abstratas. As cores, como marcas registradas de seu abstracionismo, distribuem-se harmoniosamente em suas obras, revelando um objetivo maior de sua arte, o de levar a pintura à condição de música. (…)

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Navio em meio a tempestade, Obra de Rosângela Vig.

Navio em meio a tempestade, Obra de Rosângela Vig.

Desenho – Movimento, Passo a passo 4 de como desenhar

(…) É possível divagar pelas palavras de Olavo Bilac e imaginar as estrelas movendo com o cair da noite, chegando, uma a uma, ao firmamento azul, em uma marcha preguiçosa, como a tarde mole de verão. Com a descrição do poeta, o anoitecer ganha relevância e a cena ganha vida. Assim é a Poesia, assim é a Arte. E o Movimento está entre os atributos que levam vida a uma obra. (…)

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Sanatorium, Pedro Reyes, 2011.

Sanatorium, Pedro Reyes, 2011.

Invento

(…) se a Arte se reinventar? E se ainda assim encantar? E se com a Arte puder interagir, participar? Os inventos das Revoluções que nos Inventaram deixam claro a que veio a Arte Contemporânea. E ela promete que o público pode estar em meio à Arte e que pode permear o fruto da ideia do artista. E a Arte passa tranquilamente pelo campo das sensações e das reflexões. (…)

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Joan Miró, Homem, mulher, pássaro, 1959. © Copyright Successión Miró, Miró, Joan AUTVIS, Brasil, 2015.

Joan Miró, Homem, mulher, pássaro, 1959. © Copyright Successión Miró, Miró, Joan AUTVIS, Brasil, 2015.

Joan Miró – A Força da Matéria – Instituto Tomie Ohtake

(…) E foi a liberdade que norteou o espirito do catalão Joan Miró (1893-1983). Sua obra passa pelos caminhos do Surrealismo. As formas esvoaçantes, onduladas e sinuosas se relacionam com as cores e com as linhas. As cores puras e intensas revelam a influência fauvista. No final, todo o conjunto parece conversar, os traços se entrelaçam num lento movimentar de alegria, (…)

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Murnau, Paisagem estival, 1909, Estudo para o quadro “Casas na Montanha”, Óleo sobre cartão, Museu Estatal Russo. © Kandinsky, Wassily.

Murnau, Paisagem estival, 1909, Estudo para o quadro “Casas na Montanha”, Óleo sobre cartão, Museu Estatal Russo. © Kandinsky, Wassily.

Kandinsky: Tudo começa num ponto

(…) Pode ser que as cores tenham sussurrado ao pé do ouvido de Kandinsky (1866-1944). E ele soube ouvi-las, muito bem. Delas escutou os sons, as melodias e as intenções. E o artista se deixou levar por tamanho encantamento e por tanta poesia. Em pequenos sopros, as cores foram, aos poucos tingindo de colorido leve, cada forma, cada pedacinho de sua Arte. (…)

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Hoje a cor me pegou, Obra de Jorge Calfo.

Hoje a cor me pegou, Obra de Jorge Calfo.

Desenho e Pintura – O Abstrato, Passo a passo 5 de como desenhar

(…) A Poesia de Mário Quintana (1919-1994) é encantadora, sensível e sugere um passeio pelo interior da alma. Assim deve ser o fazer artístico e talvez seja esse o maior propósito da Arte Abstrata. Ao abstrair, o artista faz contato com as emoções, sonha, dialoga com sentimentos e evoca a subjetividade, para que ela estenda seus largos braços. (…)

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A Conversão de São Paulo, Jacopo Tintoretto, 1545, National Gallery of Art, Washington. Samuel H. Kress Collection.

A Conversão de São Paulo, Jacopo Tintoretto, 1545, National Gallery of Art, Washington. Samuel H. Kress Collection.

Maneirismo

(…) A palavra Maneirismo, derivada de maniera, significava “estilo”, maneira de cada artista se expressar; termo utilizado por Giorgio Vasari (1511-1574) para denominar a refinada graça e a leveza dessa Arte que floresceu no século XVI, em Roma e em Florença paralelamente ao Renascimento e que perdurou até o início do século XVII. O termo chegou a ser considerado pejorativo no século XVIII, como uma Arte decadente e afetada. (…)

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Garota ou Moça com Brinco de Pérola, Vermeer, 1665/1666, Mauritshuis, Haia.

Garota ou Moça com Brinco de Pérola, Vermeer, 1665/1666, Mauritshuis, Haia.

Arte Flamenga – Renascimento do Norte Europeu

(…) Para Schiller (1759-1805), a obra bela se liga a questões éticas porque transcende o material, ao promover sensações subjetivas. O Belo, nesse sentido, sensibiliza, desperta sentimentos prazerosos no espírito, pela apreciação, pelo ajuizamento dos propósitos do artista. Nesse sentido, a grande obra permite ser descortinada sempre e dela serem extraídos novos significados, a cada novo olhar. Tal propósito ficou nítido na Arte do Renascimento e em especial na Pintura Flamenga, (…)

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Vênus com um espelho, Ticiano, 1555, Óleo sobre tela, National Gallery of Art, Washington, EUA. Andrew W. Mellon Collection.

Vênus com um espelho, Ticiano, 1555, Óleo sobre tela, National Gallery of Art, Washington, EUA. Andrew W. Mellon Collection.

Renascimento

(…) Compreende-se o Renascimento, o período entre o século XIV e a primeira metade do século XVII, embora não haja um consenso, pois alguns traços de mudanças já despontavam no final da Idade Média. Para a História, esse período ficou marcado como o final da Era Medieval e o início da Idade Moderna. Alguns estudiosos ainda o subdividem em Trecento (…)

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Grande Veleiro, Arthur Bispo do Rosário.

Grande Veleiro, Arthur Bispo do Rosário.

Arthur Bispo do Rosário e Leonilson – Os Penélope

(…) Talvez seja a Arte o fruto de uma epifania ou talvez seja ela a ousadia de um devaneio, ávido por alçar voo e por perpetuar sua existência. E talvez tenham sido esses o caminhos dos sonhos de Arthur Bispo do Rosário (1909 ou 1911-1989) que, por longos anos, silenciosamente, teceu experiências, esperas, sussurros, emancipado de padrões, seguindo apenas o olhar da alma. (…)

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Frida Kahlo, El abrazo de amor del Universo, la Tierra, México, Diego, yo y el señor Xólotl, 1949, Óleo sobre Masonite, ©2015 Banco de México Diego Rivera & Frida Kahlo Museums Trust.

Frida Kahlo, El abrazo de amor del Universo, la Tierra, México, Diego, yo y el señor Xólotl, 1949, Óleo sobre Masonite, ©2015 Banco de México Diego Rivera & Frida Kahlo Museums Trust.

Exposição Frida Kahlo – Conexão entre as Mulheres Surrealistas no México

(…) Fazendo uma Conexão entre as Mulheres Surrealistas no México, sob a curadoria da pesquisadora Teresa Arcq, o Instituto Tomie Ohtake reúne grandes nomes, como Frida Kahlo, Maria Izquierdo, Remedios Varo, Leonora Carrington, Lola Álvarez Bravo, Lucienne Bloch, Kati Horna, Bridget Tichenor, Rosa Rolanda, Jacqueline Lamba, Bona de Mandiargues, Sonja Sekula, Marjorie Cameron e Sylvia Fein. (…)

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O Triunfo de Galateia, 1650, Óleo sobre tela, Bernardo Cavallino, National Gallery of Art, Washington, Patrons’ Permanent Fund.

O Triunfo de Galateia, 1650, Óleo sobre tela, Bernardo Cavallino, National Gallery of Art, Washington, Patrons’ Permanent Fund.

Barroco

(…) A competência de Gregório de Matos (1636-1696) lhe valeu o título de um dos maiores poetas do Barroco, no Brasil e em Portugal. Seu espírito crítico lhe conferiu a alcunha de Boca do Inferno, por muitas vezes satirizar políticos, comerciantes e o clero. Escreveu poesias líricas e satíricas, mas foi em sua poesia religiosa que trouxe à tona seus anseios, espelhando as próprias aflições humanas do século XVII, (…)

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Procissão, Tarsila do Amaral, 1941. Foto: Arquivo APM.

Procissão, Tarsila do Amaral, 1941. Foto: Arquivo APM.

Pinacoteca da Associação Paulista de Medicina, Exposição – lançamento de catálogo

(…) Em meio ao barulho de veículos, aos passos desordenados, ao rumorejo de vozes e aos andares ansiosos, a nervosa Brigadeiro Luís Antônio, em São Paulo pode parecer apenas mais uma avenida, entre tantas, na agitada metrópole. Mas o estresse pode se render e dar uma trégua ao olhar, no oitavo andar, do número 278. Ali, o Belo da Arte atenua o cansaço, alivia o semblante extenuado da azáfama da cidade que se agiganta. O local é a Pinacoteca da Associação Paulista de Medicina, iniciada em 1940. (…)

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Continue nos presenteando com essas maravilhas Rosângela, Agradecemos!

Muitas Inspirações para 2016!!

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Retrospectiva 2015 Rosângela Vig.

Retrospectiva 2015 Rosângela Vig.

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* Feliz Aniversário!!!

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