Casa / Arte / Efraín Almeida abre 'El sexto día'’ en el Museo de Arte Sacro de São Paulo
Artista: Efrain Almeida. Título: ojos tristes (detalle). Año: 2008. Técnica: umburana, tabla, óleo y pirograbado. Dimensiones: Prato : 3 x 18 cm Ø Mesa: 66 x 50,5 x 50,5 cm. Fotos: Divulgación.
Artista: Efrain Almeida. Título: ojos tristes (detalle). Año: 2008. Técnica: umburana, tabla, óleo y pirograbado. Dimensiones: Prato : 3 x 18 cm Ø Mesa: 66 x 50,5 x 50,5 cm. Fotos: Divulgación.

Efraín Almeida abre 'El sexto día'’ en el Museo de Arte Sacro de São Paulo

el sexto dia

uma epifania estética

Museu de Arte Sacra de São Paulo – pero/SP, institución del Departamento de Cultura y Economía del Estado de Sao Paulo creativo, presenta el exposición "el sexto dia", el artista Efrain Almeida, bajo la curaduría de Paul Azeco, que discorre sobre a trajetória do artista, em primeira pessoa, narrando sua história e pautando suas escolhas no decorrer dos anos.




O momento em que Efrain Almeida teve revelado o seu real papel como criativo, quando uma súbita sensação de entendimento da sua essência, quase um sonho irrealizável de conscientização sobre sua procura, ocorre em uma visita à sala de ex-votos em uma congregação local. “Enquanto imagens, relíquias, artefatos votivos são instrumentos de adoração e por vezes causadores de êxtase entre fiéis, no caso de Efrain, a epifania foi estética. Aquilo era o máximo de força criativa que já havia visto e é esse o ponto fundamental de sua produção artística”, explica el Comisario.

"el sexto dia", dia da criação dos animais e do homem, segundo as Escrituras, marca o momento de sua epifania por sua profunda compreensão da essência das coisas e de sua inserção no todo; a consciência de que todos são criados iguais, sem distinção nem diferenças. Dos desenhos feitos na areia em um pequeno município do interior do Ceará, o artista arquiteta seu sexto dia participante, com objeto de arte, como parte da trajetória que conta a história como personagem de sua própria obra.

Seus delicados beija-flores, em pleno voo, beijam as paredes para dar as boas-vindas já que, em algumas culturas antigas, são seres de luz e portadores de boa sorte. “Eles abrem a exposição, para contar a história desse artista, que esteticamente está muito ligado ao cristianismo, mas que usa o seu corpo, e sua vida como testemunho do seu tempo, partindo de códigos próprios norteados pelo pensamento contemporâneo”, explica Paul Azeco. O equilíbrio harmônico é desafiado pela série de aquarelas, lembranças do momento pandêmico onde o artista, infectado e afetado por febre elevada, insere o beija-flor em uma delas talvez, inconscientemente, buscando a cura. As aquarelas são seguidas por delicadas pinturas a óleo, reposicionando a figura humana como tema central, elaborada com a precisão geométrica dos concretistas e sofisticadas técnicas e seleção de paletas de cor.

Cabeça-vermelha, que compõe a sala expositiva, é uma instalação inédita criada por Efrain para esse momento específico. Está diretamente vinculada às lembranças de sua vida pregressa com pessoas agora ausentes, carinhos do coração. O curador explica: “ Seu pai, ebanista, sempre cortou os cubos de madeira para Efrain esculpir… Tempos depois de sua morte, Efrain encontra essas últimas peças de madeira esquecidas e as esculpe, uno por uno, em um momento de intimidade sublime entre seu trabalho e a lembrança de seu pai. Obras impregnadas de emoção que, de alguna manera, buscam no espectador cumplicidade frente a delicadeza e força do trabalho”.

Finalizando a exposição, temos uma imagem de Santa Luzia, santa de devoção de Efrain e protetora dos olhos os quais, nas representações escultóricas ela os carrega em sua mão, e que se tornaram elementos constantes nas criações do artista. Uma instalação, com uma série de bonés de veludo onde o artista utiliza a cor marrom, remete a San Francisco, EUA e que, de certa forma fala, sobre sua história, fica posicionada à frente do par de olhos. “Seriam todos esses olhos vigiando ou culpando o artista?", dice el curador, deixando a resposta em aberto.

Efrain é daqueles poucos artistas que sempre se manteve fiel à sua arte e sua verdade, se afastando de modismos e mostrando que seu trabalho, por vezes tido como regionalista, é na verdade universal, graças a sofisticação de pensamento, execução. Enfatiza, también, que por tratar um tema tão delicado como a igreja e a fé com força, coragem e respeito, é capaz de criar uma poética precisa e coesa E como na criação do homem, no sexto dia, o artista aqui se desnuda”. Paul Azeco

Exposición: "el sexto dia"

Artista: Efrain Almeida

Curadoria: Paul Azeco

Inauguración: 25 de junho – sábado – das 11h às 14h

Período: de 26 de junio a 14 de agosto de 2022

Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo || MAS / SP

Dirección: Av. Tiradentes, 676 -Luz, São Paulo (Estación de metro de Tiradentes)

Tel.: 11 3326-5393 - informaciones adicionales

Horarios: De martes a domingo, de las 09 às 17h (entrada permitida hasta las 4:30 pm)

Entrada: R$ 6,00 (Una sola pieza) | R$ 3,00 (mitad de entrada nacional para estudiantes, maestros de escuelas privadas y I.D. joven – si se prueba) | sábados libres | exenciones: niños de hasta 7 años, adultos de 60, maestros de escuelas públicas, personas con deficiencia, miembros del ICOM, policías y militares – si se prueba

SE RECOMIENDA EL USO DE MASCARILLA

LAS ENTRADAS SE PUEDEN ADQUIRIR A TRAVÉS DE SITIO WEB DEL MUSEO

Número de obras: 20 y 1 instalación

Técnicas: acuarela, pintura, escultura

Dimensiones: variado

Medios digitales

Sitioweb: www.museuartesacra.org.br

Instagram: www.instagram.com/museuartesacra

Facebook: www.facebook.com/MuseuArteSacra

Twitter: twitter.com/MuseuArteSacra

Youtube: www.youtube.com/MuseuArteSacra

Google Arts & Cultura: bit.ly/2C1d7gX

Efrain Almeida (Bon Voyage, CE 1964)

Vive y trabaja en Río de Janeiro. A obra de Efrain Almeida combina elementos da cultura popular nordestina e aspectos autobiográficos, articulando noções como mimética, memória e individuação. É a partir do tensionamento desses eixos que sua obra desperta um vínculo de intimidade e nos convida a um exercício de rememoração afetiva. É uma obra mimética por se utilizar da técnica e do caráter figurativo do artesanato nordestino, uma referência à sua infância em Boa Viagem, no interior do Ceará, antes de sua vinda ao Rio de Janeiro, en 1976. As esculturas de Efrain são esculpidas em madeira ou forjadas em bronze, envernizadas e, por vezes, colorizadas a óleo ou a acrílico. Suas proporções reduzidas despertam a noção de um objeto afetivo que cabe entre as mãos: um brinquedo, um souvenir, um ex-voto. O sentido pelo qual a espacialidade de seu trabalho se envereda é da anti-monumentalidade. Dispostos em imensas paredes brancas ou em blocos exageradamente maiores do que os artefatos que abrigam, as pequenas esculturas também subvertem as dimensões agigantadas dos espaços expositivos. Prevalecem, también, sentimentos de melancolia e solidão, abordados, Sin embargo, de maneira jocosa, uma vez que acessa a subjetividade por meio das coisas miúdas. Dentre suas exposições individuais destacam-se: Alex Cerveny & Efrain Almeida, Carpintería (Rio de Janeiro, Brasil, 2021); A Memória da Mão, MCO Arte Contemporânea (Puerto, Portugal, 2018); Instâncias do Olhar, Fortes D’Aloia & Gabriel (São Paulo, Brasil, 2017); Uma coisa linda, Fundação Joaquim Nabuco, (Recife, Brasil, 2017); Uma pausa em pleno voo, Palacio Imperial (Rio de Janeiro, 2015); Lavadeirinhas, SESC Santo Amaro (São Paulo, 2015); O Sozinho, Casa de Francia-Brasil (Rio de Janeiro, 2013); Marcas, Estación Pinacoteca (São Paulo, 2007). Dentre as exposições coletivas destacam-se: Casa Aberta, Casa de Francia-Brasil (Rio de Janeiro, 2021); Escrito no Corpo, Carpintería (Rio de Janeiro, Brasil, 2020); 29. Bienal de São Paulo (2010); 10. Bienal de La Habana (2009).

Paul Azeco (Goiânia, GO 1983)

Vive y trabaja en São Paulo. Bacharel em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goias (UFG), com pós-graduação em “Métiers d’art: les Arts Appliqqué” na École Boulle, París, FRA.

No segmento cultural paulistano, foi diretor executivo da Galeria Houssein Jarouche e diretor cultural e sócio do GRIS Escritório de Arte. Assinou a curadoria de várias exposições em galerias de arte, com destaque à mostra “Annas", na BASE, eleita pela revista Select como a melhor mostra coletiva em galerias de 2019. Foi curador da individual de Robert Indiana na Galeria Houssein Jarouche e da mostra ‘Geníaco’ – um diálogo entre Ariano Suassuna e Gilvan Samico – en BASE. Colunista de arte da revista GQ e colaborador da publicação de arte Manipresto, atua também no segmento de mobiliário, tendo alguns de seus projetos de design de interiores publicados em títulos como Casa Vogue, Casa & Jardín, Wish Casa (cubierta) e Revista AD (edições francesa e chinesa).

EL Museo

EL Museu de Arte Sacra de São Paulo, institución del Departamento de Cultura y Economía del Estado de Sao Paulo creativo, Es uno de los más importantes de su tipo en el país. Es el resultado de un acuerdo firmado entre el Gobierno y Mitra Arquidiócesis Estado de Sao Paulo, en 28 de outubro de 1969, y su fecha de instalación 29 de junio de 1970. Desde entonces, el Museu de Arte Sacra de São Paulo Llegó a ocupar el ala del Monasterio de Nuestra Señora de la Inmaculada Concepción de la Luz, en la avenida Tiradentes, el centro de Sao Paulo. El edificio es uno de los monumentos más importantes de la arquitectura colonial de Sao Paulo, construida de tapial, restante ejemplo raro en la ciudad, última granja convento de la ciudad. Fue incluido por el Instituto Histórico y Artístico Patrimonio Nacional, en 1943, y el Consejo para la Defensa del Patrimonio, Arquitectónico artístico y del Estado de Sao Paulo, en 1979. Ha gran parte de su colección también figuran por el IPHAN, desde 1969, cuya herencia no tiene precio incluye reliquias de historias en Brasil y en todo el mundo. EL Museu de Arte Sacra de São Paulo posee una vasta colección de obras creadas entre los siglos XVI y XX, contando con especímenes raros y significativa. Hay más de 10 mil elementos de la colección. Tiene obras de nombres reconocidos, como Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesús, Antonio Francisco Lisboa, la "Aleijadinho" y Benedito Calixto de Jesús, entre tantos, anónimo o no. Digno de mención son también las colecciones de belenes, platería y joyería, Lampadarios, muebles, retablos, altares, vestimentas, libros litúrgicos y numismática.

Del sagrado de ART MUSEO SAO PAULO - MAS / SP

Presidente del Consejo de Administración – José Roberto Marcellino dos Santos

Director ejecutivo – José Carlos Marcal de Barros

Director de Planificación y Gestión – Luiz Henrique Neves Marcon

museóloga - Beatriz Cruz

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