Alfinete Galeria – Site Obras de Arte https://www.obrasdarte.com Artes Plásticas e Galeria Virtual de Arte Thu, 18 Apr 2019 13:24:17 +0000 pt hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.8 https://www.obrasdarte.com/wp-content/uploads/2014/02/cropped-Logo-Obras-de-Arte-140-x-140-32x32.jpg Alfinete Galeria – Site Obras de Arte https://www.obrasdarte.com 32 32 Exposição Contra Cinema de Márcio H Mota https://www.obrasdarte.com/exposicao-contra-cinema-de-marcio-h-mota/ https://www.obrasdarte.com/exposicao-contra-cinema-de-marcio-h-mota/#comments Thu, 03 Aug 2017 14:48:18 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=36832-pt De 12 de agosto a 09 de setembro, o público é convidado a estimular os sentidos,
a partir da interação com seis obras audiovisuais inéditas,
na Alfinete Galeria da 103 e 116 norte.

A exposição Contra Cinema conta com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF) e surge do questionamento do artista sobre o dispositivo cinema, propondo situações de presentificação da imagem e som. Incorporando o espectador pela sinestesia ou corporificam as imagens de forma excêntrica, por meio da mistura entre projeção de vídeo e cinética.

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Márcio H Mota é um artista multimídia e mestre em arte e tecnologia pela Universidade de Brasília. Atua no desenvolvimento de pesquisas sobre microcosmos e paletas de vídeo, meios de projeção, vídeo mapping e imagem-luz. Participou de importantes mostras e exposições no cenário nacional.

Serão apresentadas seis obras inéditas produzidas em vídeo-objetos e videoinstalações, disponíveis ao público na Alfinete Galeria, da 103 e 116 norte. O lançamento acontecerá em duas estreias, sendo a primeira no dia 12 de agosto, sábado, às 19h na sala Alfinete Galeria da 103 norte. O público poderá apreciar quatro obras do artista denominadas; Contra Luz, Tubo, Hexassistêmico e Misturador de Matéria.

Márcio H Mota, Câmara Infinita. Foto: Divulgação. Márcio H Mota, Volumétrico de Luz. Foto: Divulgação. Márcio H Mota, Câmara Infinita. Foto: Divulgação. Márcio H Mota, Tubo. Foto: Divulgação.

A segunda estreia, ocorrerá no dia 15 de agosto, terça-feira, às 19h na sala Alfinete Galeria da 116 Norte, onde outras duas obras estarão expostas, são elas; Volumétrico de Luz e Câmara Infinita.

Durante a exposição, haverá duas rodas de conversa com artistas que problematizam o uso das tecnologias e o campo da imagem em movimento. Alexandre Rangel, Milton Marques, Hieronimus do Vale e Márcio H Mota falarão sobre seus trabalhos e trajetórias, ampliando as trocas e contaminações nas artes visuais da cidade.

Venham todos!

Márcio H Mota, Volumétrico de Luz. Foto: Divulgação. Márcio H Mota, Hexassistêmico. Foto: Divulgação. Márcio H Mota, Volumétrico de Luz. Foto: Divulgação.

PROGRAMAÇÃO

✦ABERTURAS

12 de agosto de 2017 | sábado | 19h
Abertura da sala Alfinete Galeria 103 norte

15 de agosto de 2017 | terça | 19h
Abertura da sala Alfinete Galeria 116 Norte

✦RODAS DE CONVERSA

1ª RODA
Alexandre Rangel e Milton Marques
25 de agosto de 2017 | sexta | 20h
Alfinete Galeria 103 norte

2ª RODA
Hierominus do Vale e Márcio H Mota
05 de setembro de 2017 | terça | 20h
Alfinete Galeria 103 norte

✦LANÇAMENTO DO CATÁLOGO
05 de setembro de 2017 | terça | 20h
Alfinete Galeria 103 norte

Visitação de 12/08 a 09/09, terça a sábado das 15h às 19h.

Serviço: Exposição “CONTRA CINEMA” de Márcio H Mota

Data: 12 de agosto a 09 de setembro.
Local: Galeria Alfinete 103 norte e 116 norte
Visitação: terça a sábado das 15h às 19h.
Contato: 61 9613 1338 – 98616 4395
Email: marciosavana@gmail.com

Site: www.contracinema.com.br

Classificação Livre

Apoio: Alfinete Galeria, Companhia Marcial, Soluções Administrativas

Apresentação: Fac – Fundo de Apoio à Cultura, Secretaria de Cultura, Governo de Brasília.

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Márcio H Mota, Contra Cinema (flyer). Divulgação. ]]>
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Artista Fernando Aquino e Colecionador Marcelo Sávio abrem exposições na Alfinete Galeria – 11 de março https://www.obrasdarte.com/artista-fernando-aquino-e-colecionador-marcelo-savio-abrem-exposicoes-na-alfinete-galeria-11-de-marco/ https://www.obrasdarte.com/artista-fernando-aquino-e-colecionador-marcelo-savio-abrem-exposicoes-na-alfinete-galeria-11-de-marco/#respond Wed, 08 Mar 2017 14:20:46 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=34071-pt SOBRE AS EXPOSIÇÕES

Título da exposição: Córtex
Local: Alfinete Galeria – Sala UM
Artista: Fernando Aquino

Título da exposição: Circuito – Ciclo de exposições sobre colecionismo
Local: Alfinete Galeria – Sala DOIS
Colecionador: Marcelo Sávio

Serviço:
Alfinete Galeria CLN 103 bloco B loja 66.
Abertura sábado 11 de março às 18h.
Em exposição até o dia 01 de abril.
Visitação – quinta e sexta – 14:30h às 18h
sábado 15 às 20h
Entrada franca.
Informações: alfinetegaleria.com.br

Córtex

Fernando Aquino

A exposição “Córtex” apresenta ao público uma seleção de quatro trabalhos de ateliê produzidos ao longo do último ano. A sincronia desse recorte que é, aliás, apenas imagem de uma percepção originária, testemunha uma condição de combate e exaustão com a disciplina desenho, sendo portanto, exercícios de ordem, simetria e limite.

Obra de Fernando Aquino. Foto: Divulgação.

Obra de Fernando Aquino. Foto: Divulgação.

Destinado ao projeto, o desenho nunca se afastou do corpo de conhecimentos humanos. Sempre transformado, adaptou-se à bonança e à escassez. Por instinto, nossa máquina biológica transforma informações físicas de luz em estímulos no córtex visual, enquanto o desenho é uma ação impositiva da razão, um adestramento muscular consciente. Pelo desenho nos apoderamos do espaço, modificamos estruturas e mantemos o controle. Com ele, podemos aplainar parte do tempo e dominar o instinto.

A impossibilidade de apresentar a obra terminada (não o objeto, mas a composição) contrasta com a lenta produção desses trabalhos, sendo mesmo uma resistência ao culto idolátrico das formas acumuladas historicamente, seja do esteticismo ou do formalismo social. A arte é feita por e para seres humanos, portanto é condição sine qua non expressar o estado físico, conceitual e místico de quem a produz. É o que se verá nessa mostra, ou seja, a composição resultante de escolhas, de algoritmos e de fé.

Sobre o artista:

Fernando Aquino nasceu em Araújos-MG, vive e trabalha em Brasília desde 2003. Aborda o desenho em sua totalidade, com destaque para a construção de algoritmos de desenho e conceitos de geometria natural. Estuda atentamente a origem e a construção imagética em nossa sociedade, de Lucas Evangelista aos códices indígenas.

Site: www.programaçãográfica.com.br

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Circuito

Ciclo de exposições sobre colecionismo

1º Mostra – Coleção Marcelo Sávio

Nazareno, coleção Marcelo Sávio. Foto: Divulgação.

Nazareno, coleção Marcelo Sávio. Foto: Divulgação.

Alfinete Galeria, a partir desse mês, reserva um espaço na programação para promover o encontro do público com colecionadores particulares.

O objetivo do projeto é lançar luz no ato de construir uma coleção de arte, quais os motivos e como os colecionadores agem em relação ao circuito de arte.

A cada ano um colecionador será convidado para expor parte do seu acervo na Sala DOIS da Alfinete Galeria.

Durante essa mostra serão promovidos encontros e palestras com os agentes envolvidos no circuito de arte.

Artistas que participam da mostra Coleção Marcelo Sávio

André Santangelo, Bia Medeiros, Clarissa Borges

Derik Sorato, Gabi, Gavin Turk

Hércules Barsotti, Heron, Ivan Serpa

Leopoldo Wolf, Nazareno, Polyanna Morgana

Raquel Nava, Vírgilio Neto

Programação

11/04 – abertura da exposição para público

  • Mesa de conversa com os colecionadores Marcelo Sávio e Sérgio Carvalho mediada pelo jornalista e colecionador Sérgio Leo. (data a definir)
  • Visita guiada com o colecionador Marcelo Sávio e um artista convidado. (data a definir)
  • Exibição de filme sobre colecionismo.(data a definir)

Marcelo Sávio

Arquiteto, brasiliense desde 1992, colecionador de objetos diversos. Livros, playmobil, papéis, óculos, camisetas pretas, mais papéis. Serigrafias, ilustrações, desenhos, pinturas. Piano, mapoteca. Habita um apartamento na Asa Sul povoado de possibilidades. Os objetos transbordam. Agora, em direção à Alfinete Galeria.

Derik Sorato, coleção Marcelo Sávio. Foto: Divulgação.

Derik Sorato, coleção Marcelo Sávio. Foto: Divulgação.

“Assim sendo uma boa coleção pode ser quase uma obra de Arte, e o processo criativo de a realizar, liga de forma indelével o artista e o colecionador. Todas as coleções são diferentes, pois derivam da pessoa que a faz, que passa a ser autor e a coleção marca da sua individualidade.

Para os colecionadores, as coisas que coleciona têm um significado especial e são de facto uma força cativante e poderosa.

Óbviamente também, a coleção tende a refletir certos aspectos da personalidade do colecionador, o seu gosto, a sua sofisticação, a sua independência de escolha ou a confiança no julgamento dos outros. A coleção reflecte um modelo do mundo feito à medida de quem a realiza, poderá até ser uma forma de o corrigir, de estabelecer uma nova ordem, de perpetuar uma vida, ou de dar um sentido ao tempo.

O ato de colecionar torna-se assim um propósito, um objectivo, uma razão de vida, um motivo maior que serve também para aperfeiçoar aquele que a iniciou. Este carácter apaixonante do processo criativo que está ligado ao colecionismo, é relatado por vários colecionadores, que associam ao ato de investigar e pesquisar esse tom poético e até romântico , contribuindo para o seu prazer e felicidade. Frequentemente o próprio processo de aquisição constitui uma fonte de grande entusiasmo, e a conquista do objecto desejado pode adquirir contornos de obsessão, sendo este indubitavelmente o grande trunfo dos leilões .

O mundo da arte não existe sem artistas, mas também podemos perguntar-nos o que aconteceria a este mundo se não existissem colecionadores? Sem colecionadores toda a ecologia da arte tal como a conhecemos falhava. São eles os grandes consumidores que mantêm todo o sistema a funcionar.”

Manuela Hargreaves
Apresentação proferida no âmbito da Conferência sobre “Colecionismo e Mercados de Arte”, na Fundação Cupertino de Miranda – 8 de Novembro de 2014

Nazareno, coleção Marcelo Sávio. Foto: Divulgação.

Nazareno, coleção Marcelo Sávio. Foto: Divulgação.

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Novas exposições da ALFINETE GALERIA passeiam por linguagens e formatos https://www.obrasdarte.com/novas-exposicoes-da-alfinete-galeria-passeiam-por-linguagens-e-formatos/ https://www.obrasdarte.com/novas-exposicoes-da-alfinete-galeria-passeiam-por-linguagens-e-formatos/#respond Tue, 24 Jan 2017 13:33:21 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=33667-pt *Na Sala Um, a brasiliense Raquel Nava expõe ‘Besta Fera Pop Fauna’, mesclando material orgânico e objetos do cotidiano

*Sala Dois recebe o trabalho conjunto da holandesa-uruguaia Diana Blok e da norte-americana Ilene Sunshine com ‘Diálogos Subterrâneos’

A partir das 18h do próximo dia 4 de fevereiro e até 4 de março a ALFINETE GALERIA recebe duas exposições que reúnem o trabalho de três artistas. Na Sala Um, no térreo da galeria, estará a exposição BESTA FERA POP FAUNA, com as mais novas experiências artísticas da brasiliense Raquel Nava. Em seus trabalhos, convivem ossos, crânios e animais taxidermizados justapostos a objetos do cotidiano, como porcelanas e lâmpadas fluorescentes. Uma proposta de reflexão sobre a relação dos humanos com os animais e com a natureza.

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A Sala Dois reúne os olhares da norte-americana Ilene Sunshine e da holandesa-uruguaia Diana Blok em DIÁLOGOS SUBTERRÂNEOS. A mostra aposta na relação entre fotografia e vídeo-instalação e desenhos em duas e três dimensões. Em foco, a presença do humano no mundo e na natureza e a comunhão dos opostos.

A ALFINETE GALERIA funciona às quintas e sextas, das 14h30 às 18h, e aos sábados, das 15h às 20h. Entrada franca.

EXPOSIÇÕES

Besta Fera Pop Fauna

Raquel Nava

Local: Alfinete Galeria – Sala UM

Besta Fera Pop Fauna é como caminhar pelo parque temático do Estranhossauro Rex Semi Sintético tomando seu Guaraná Jesus. Melhor: é como dar um rolé na cópia chinesa da Feira Ver-o-Peso ao som de um technobrega coreano. Plumas, metal, tripas de porco, quadras de squash… O design arrojado do apêndice que brota e se projeta inesperadamente de algum lugar do corpo… A mesa matinal repleta de pudinzinhos de patinhas, mãozinhas de macaco, chocalhos de cobra. Minúsculos crânios aveludados. Brinquedinhos do Paraguai. Passarinhos desconhecidos parados ali, carregando seu fardo, debaixo do móvel, fazendo um calço pra mesa, o peso da vida acumulado nas costas. Tocando nosso disco ao contrário, organizando nossos ossinhos, enfeitando eles’.

Raquel Nava. Foto: Divulgação.

Raquel Nava. Foto: Divulgação.

A exposição é composta de uma série de assemblagens feitas com ossos, crânios e animais taxidermizados justapostos a objetos do cotidiano. A taxidermia é uma técnica de preservação da pele de um animal para monta-lo ou reproduzi-lo em forma de escultura para exibição ou estudo. Nesta exposição, a taxidermia é utilizada de maneira que o animal não é apresentado em sua forma anatômica, mas mostrado como mais um objeto dentro da composição.

A porcelana fria (popularmente conhecida como biscuit) integra alguns dos trabalhos como uma massa cartilaginosa que parece dar continuidade a forma dos crânios e sugerir animais híbridos ou mitológicos. Os objetos apropriados ora se relacionam pela natureza biológica do material, como espanador de penas de avestruz, ora se contrapõem pela sua origem industrial, como utensílios fluorescentes ou fibras óticas que piscam com lâmpada à pilha.

O ciclo da matéria orgânica e inorgânica se altera em relação aos nossos desejos e hábitos culturais. Besta Fera Pop Fauna busca as transmutações de significados da nossa relação com os bichos na natureza e no meio urbano.

RAQUEL NAVA – Brasília, 1981. Formada em artes visuais pela Universidade de Brasília, onde também concluiu mestrado em Poéticas Contemporâneas, cursou a Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires. Expõe regularmente desde 2004. Suas obras integram os acervos do Museu Nacional da República, do Centro Cultural Universidade Federal de Goiás, Coleção Sérgio Carvalho e Fundação Boghossian, de Bruxelas.

Diálogos Subterrâneos

Ilene Sunshine e Diana Blok

Local: Alfinete Galeria – Sala DOIS

Diálogos subterrâneos é uma conversa visual entre Diana Blok (Uruguai/Holanda) e Ilene Sunshine (New York). Blok utiliza a fotografia e a vídeo-instalação como meios, enquanto Sunshine trabalha com desenhos de duas e três dimensões. Apesar das escolhas por materiais diferentes, ambas mantêm um interesse comum pelas manifestações da presença do humano no mundo e na natureza. O trabalho também explora a comunhão dos supostos opostos: masculino/feminino, digital/analógico, geométrico/orgânico, espaço negativo/positivo.

Ilene Sunshine. Foto: Divulgação.

Ilene Sunshine. Foto: Divulgação.

Ainda que as artistas não sejam naturais de Brasília, ambas são atraídas pelas qualidades únicas da cidade e inspiradas pela fusão da construção geométrica com o ambiente natural tropical, onde se impõe o cerrado com suas árvores retorcidas. As fotografias de Blok justapõem a forma humana com as partes de uma árvore em formas provocativas: suas imagens de sementes carregam uma conotação mítica. Sunshine utiliza galhos de árvores encontrados pelo caminho e a terra vermelha de Brasília como seu material de desenho, com a qual altera o espaço da galeria.

Elas se movem a partir de suas trajetórias singulares e de sua intuição para a descoberta de associações e correlações entre diferentes materiais e conhecimentos. Essa mostra é o resultado do encontro e da sinergia entre as duas artistas.

Em Diálogos subterrâneos, cultura e natureza se unem em um espaço comum oferecendo uma experiência visceral onde a percepção se manifesta tanto no corpo como na mente, através de movimentos inusitados, subterrâneos.

Diana Blok. Foto: Divulgação.

Diana Blok. Foto: Divulgação.

DIANA BLOK – Artista visual e fotógrafa nascida em Montevideu, no Uruguai, filha de pai diplomata. Viveu em vários países até se radicar em Amsterdam, na Holanda, em 1974, onde atualmente vive e trabalha. Nos últimos 30 anos, tem lecionado em cursos de mestrado na Holanda e em países como Finlândia, Suécia e Turquia. Alcançou reconhecimento internacional na cena artística, através de seus livros e exposições, nos quais aborda questões relacionadas à identidade de gênero, diversidade sexual, tabus em torno do corpo, dentre outras. Seus projetos foram aprovados em várias ocasiões pela Fundação de Artes Visuais e Arquitetura de Amsterdam e pela Fundação Mondriaan da Holanda.

ILENE SUNSHINE – Vive e trabalha em Nova York desde 1990. Cursou a Escola de Belas Artes da Universidade de Boston, onde se formou, com honra, em 1979, com um BFA em escultura. Em suas obras, utiliza uma grande variedade de materiais, de folhas de árvores e sacos plásticos a brinquedos antigos, explorando a interface natureza/cultura. Seu trabalho tem sido amplamente divulgado nos Estados Unidos e na Europa.

SERVIÇO

Alfinete Galeria CLN 103 bloco B loja 66.
Abertura sábado 04 de fevereiro às 18h.
Em exposição até o dia 04 de MARÇO.
Visitação – quinta e sexta – 14:30h às 18h
sábado 15 às 20h
Entrada franca.

Informações: alfinetegaleria.com.br

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Sonhos e fetiches dão o tom nas novas exposições da ALFINETE GALERIA https://www.obrasdarte.com/sonhos-e-fetiches-dao-o-tom-nas-novas-exposicoes-da-alfinete-galeria/ https://www.obrasdarte.com/sonhos-e-fetiches-dao-o-tom-nas-novas-exposicoes-da-alfinete-galeria/#respond Tue, 05 Jul 2016 19:34:22 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=30171-pt DE 9 A 30 DE JULHO DE 2016. ENTRADA FRANCA.

Obra de Leopoldo Wolf.

Obra de Leopoldo Wolf.

Dois artistas que investigam as fronteiras da realidade, Leopoldo Wolf e Nelson Maravalhas são os novos convidados para expor na ALFINETE GALERIA. Dois trabalhos impactantes, que poderão ser vistos a partir das 17h do sábado, dia 9 de julho, e até o dia 30, de quarta a sábado, das 15h às 19h30, com entrada franca.

Leopoldo Wolf apresenta uma série de desenhos em preto e branco, traçados em linhas fortes e retirados de um conjunto de trabalhos que ela cria em miniatura – seleciona alguns para fazê-los em grandes formatos. Em Da Escuridão Eterna das Trevas nos Sonhos Profundos, o artista aborda o imaginário daqueles instantes que precedem o sono profundo.

Explorando uma percepção particular da realidade, Nelson Maravalhas mostra sua versão para as imagens relacionadas ao universo do fetiche e da feitiçaria, criando formas, elementos, personagens, ambientes. Feticharias e outros experimentos é a primeira individual do artista numa galeria independente e é apresentada pouco antes de Maravalhas embarcar para uma residência em Leipzig, na Alemanha.

AS EXPOSIÇÕES

Da Escuridão Eterna das Trevas Nos Sonhos Profundos

Obra de Leopoldo Wolf.

Obra de Leopoldo Wolf.

Local: Alfinete Galeria – Sala UM

Artista: Leopoldo Wolf

Leopoldo Henrique Wolf, 1979, é um artista plástico de Brasília. Sua produção em artes está focada no desenho em série. Há mais de dez anos, trabalha com linha preta criando imagens com aparência de signo gráfico, de modo a elaborar um extenso repertório imagístico contando com mais de 1000 figuras, que apresentam uma poética que oscila entre a desfiguração e o fluxograma, acolhendo questões como a quimera ou a abstração na arte. Sua obra tem como base a confecção de desenhos em miniatura, cerca de 1,5 cm, dentre os quais seleciona conjuntos para expor ao público, com algumas imagens ganhando versões ampliadas, feitas à mão. Da Escuridão Eterna das Trevas Nos Sonhos Profundos é a segunda individual do artista na Alfinete Galeria. O título foi concebido a partir de um momento hipnagógico (a sonolência que precede o sono mais profundo).

LEOPOLDO WOLF – Formado em artes visuais na Universidade de Brasília, continua seus estudos em Barcelona, com uma pós-graduação em Ilustração Aplicada na IDEP, mestrado em Estudos Comparados entre Literatura, Artes e Pensamento, na Universidade Pompeu Fabra. Lá, iniciou um doutorado em Humanidades, inconcluso, e retornou a Brasília em 2015.

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Feticharias e outros experimentos

Obra de Nelson Maravalhas.

Obra de Nelson Maravalhas.

Local: Alfinete Galeria – Sala DOIS

Artista: Nelson Maravalhas

Fetiche por feitiçarias, quem não tem?
Feitiço com fetiches, quem nunca fez?
Quem não tem, pode agora ter;
Quem nunca fez, agora pode fazer.

Nelson Maravalhas apresenta, na Alfinete Galeria, suas Feticharias, uma das ramificações da sua produção visual. Maravalhas reúne artefatos e coisas díspares em obras que obedecem a regulação de dois sistemas, aquele do acaso e dos padrões universais. Não há qualquer relação com objetos encontrados, segundo relata o autor: “há trabalho árduo de junção e a busca por uma narrativa literária, contista, folhetinesca às vezes. Uma espécie de literatura pictórica, ou escultura literária, algo assim, por aí… “

Obra de Nelson Maravalhas.

Obra de Nelson Maravalhas.

NELSON MARAVALHAS – O autor (que não se intitula artista, mas opífice) fez pós-doutorado na Sammlung Prinzhorn (na Universität Heidelberg), é PhD em Teoria e História da Arte (University of Kent at Canterbury), Mestre em Desenho e Pintura (School of the Art Institute of Chicago, SAIC). Todos esses títulos, em última análise, são derivações do seu trabalho como artífice de objetos para apreciação visual, a.k.a “Arte”. Iniciou seus trabalhos em 1973 e já expôs individualmente em Cuiabá, Rio, Chicago (SAIC), S. Paulo, Florianópolis e Brasília. Prepara-se agora para uma residência “artística” na Pilotenkueche, em Leipzig, na Alemanha, daqui a alguns meses. A exposição na Alfinete é sua primeira individual em uma galeria privada, comercial, das tantas que realizou em galerias institucionais e museus.

Serviço:
Alfinete Galeria CLN 103 bloco B loja 66.
Abertura sábado 09 de JULHO às 17h.
Em exposição até o dia 30 de JULHO, de quarta a sábado – 15h às 19h30.
Entrada franca.
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Novas exposições da ALFINETE GALERIA trazem obras de Miguel Ferreira, Ananda Giuliani e Ludmilla Alves https://www.obrasdarte.com/novas-exposicoes-da-alfinete-galeria-trazem-obras-de-miguel-ferreira-ananda-giuliani-e-ludmilla-alves/ https://www.obrasdarte.com/novas-exposicoes-da-alfinete-galeria-trazem-obras-de-miguel-ferreira-ananda-giuliani-e-ludmilla-alves/#respond Mon, 09 May 2016 14:26:35 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=29387-pt Miguel Ferreira, Sem Título III. Foto: Dalton Camargos.

Miguel Ferreira, Sem Título III. Foto: Dalton Camargos.

A arte que penetra o ambiente das forças da natureza, da física, da mecânica, que dialoga com a ação inexorável do tempo e das formas naturais. Essas são as provocações feitas por três jovens artistas e que poderão ser vistas de 7 a 28 de maio, na ALFINETE GALERIA.

O jovem Miguel Ferreira traz para a Sala Um a exposição ‘Desconstrução em Ré Maior’, na qual investiga as diversas utilidades e linguagens artísticas de objetos que são conjugados de forma inusitada, fazendo uso de novas tecnologias. Assim, eles conquistam uma grande gama de possibilidades de discurso e o artista joga com sua dimensão física e mecânica. A exposição na ALFINETE GALERIA consiste na primeira individual do artista.

Já as jovens artistas Ananda Giuliani e Ludmilla Alves aceitaram o desafio de dividirem uma mesma exposição e apresentam, na Sala Dois, ‘Cerro’, mostra na qual exploram a ação do tempo e das forças da natureza sobre objetos, paisagens, vazios.

A abertura de ‘Desconstrução em Ré Maior’ e ‘Cerro’ acontece a partir das 17h do sábado, dia 7 de maio, na ALFINETE GALERIA (CLN 103, Bloco B, loja 66). Entrada franca.

EXPOSIÇÕES

Desconstrução em Ré Maior

Local: Alfinete Galeria – Sala UM

Artista: Miguel Ferreira

O trabalho de Miguel Ferreira propõe a associação da mecânica com a estética, deixando clara a teoria do “não-objeto”. Em obras que despertam a curiosidade, encontramos desde visíveis partes eletro-mecânicas montadas sobre peças em acrílico transparente até objetos disformes que omitem o sistema que lhes dá movimento. Este conjunto de obras aparentemente paradoxal, serve como crítica e discute a amplitude das novas tecnologias, mostrando, em segundo plano, as infindáveis possibilidades geradas nas artes a partir do uso da física e mecânica.

Miguel Ferreira 1975, brasileiro nascido em Roma. Vive e trabalha em Brasília.

Cursou quatro anos de arquitetura na Universidade Santa Úrsula, no Rio de Janeiro, cidade na qual também freqüentou as aulas de escultura do Parque Laje em 1994. Mas tarde, optou pelo curso de bacharelado em Artes Plásticas na Universidade de Brasília, formando-se no segundo semestre de 2004. Já participou de diversas mostras coletivas, a exposição Desconstrução em Ré Maior, na Alfinete Galeria, será a primeira individual do artista.

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Cerro

Local: Alfinete Galeria – Sala DOIS

Artistas: Ananda Giuliani e Ludmilla Alves

Cerro é a exposição que reúne trabalhos de Ananda Giuliani e Ludmilla Alves, convidadas e provocadas a ocuparem o mesmo espaço expositivo. A partir de trocas de impressões, olhares, dúvidas que atravessam pensamentos do e com o espaço, questionaram: “somos, nós, somos de que? – somos realmente de que? – corpo de matéria que muda. Matéria escura, matéria clara. Cerne. Elevação. Vazio. Da pedra que tem parte com o morro ou o chão; do carvão que toma negrume emprestado ao fogo; das rachaduras intuídas de paisagens; do ruído da árvore amortecido na tábua; do secreto prolongamento da matéria. O desejo de ler, no espaço, uma carta do tempo que não se mostra, revela no entanto algo luminoso, algo movente, um encontro partido que anuncia, sempre, outra forma”.

Ananda Giuliani nascida em 1991, em Brasília.

Bacharela em artes plásticas pela Universidade de Brasília desde 2014, desenvolve sua pesquisa sobre o espaço, enquanto corpo de atuação e embate, por meio, principalmente, do pensamento em instalação site‐ specific e experiência urbana. Integrou em 2014 as exposições Plano Expandido, na Galeria Espaço Piloto da UnB; Sete Mais, na Casa da Cultura da América Latina; XX Salão Anapolino de Arte Contemporânea, na galeria Antônio Sibasolly; Sem título, na Galeria Fayga Ostrower Funarte Brasília; Em 2015 integrou a exposição DES tudo, na galeria Fayga Ostrower, pela ocasião do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2014 – Atos Visuais Funarte Brasília; Participou da exposição Contingente, na Galeria da Faculdade de Artes Visuais da Universidade de Goiás (UFG); ONDEANDAAONDA, no Museu Nacional da República e realizou ainda intervenção na fachada da galeria Alfinete pela ocasião das exposições Por uma pedagogia da dispersão (módulo básico), Gravitações, Tuer/Matar e Doces Laranjais; participou também da exposição Ande Onde Há Onda, na galeria Objeto Encontrado.

Ludmilla Alves nasceu em Brasília, 1987.

É artista e bacharela em Comunicação Social pela Universidade de Brasília. Cursa o Mestrado em Poéticas Contemporâneas pelo Programa de Pós-Graduação em Arte da UnB. Pesquisa relações entre a pintura e a experiência do espaço. Em 2015, integrou as exposições Lonjuras, na Casa da Cultura da América Latina; Ocupação 2.0, no Centro Cultural Elefante; ONDEANDAAONDA, no Museu Nacional da República; e a residência artística Cemitério do Peixe, em Conceição do Mato Dentro-MG. No mesmo ano, realizou ensaio visual/escrito para o catálogo da exposição DES tudo (Galeria Fayga Ostrower, Funarte) e intervenção na fachada da Alfinete Galeria, pela ocasião da exposição A morte chega cedo. Em 2014, participou da exposição Grand-Tour (do grupo de pesquisa vaga-mundo: poéticas nômades, do qual participa, coordenado por Karina Dias) e colaborou com a quarta edição da revista Sem/Registro. Em 2013, participou da ocupação Linha Tênue e da exposição Orientação Objeto (pelo coletivo Aferidor de Vuelos), ambas na Galeria Espaço Piloto. Desde 2012, também realiza trabalhos com escrita.

SERVIÇO
Alfinete Galeria CLN 103 bloco B loja 66.
Abertura sábado 07 de MAIO às 17h.
Em exposição até o dia 28 de MAIO, de quarta a sábado – 15h às 19h30.

Entrada franca.

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Exposição de Gê Orthof e Coletiva Inauguram Nova Alfinete Galeria https://www.obrasdarte.com/exposicao-de-ge-orthof-e-coletiva-inauguram-nova-alfinete-galeria/ https://www.obrasdarte.com/exposicao-de-ge-orthof-e-coletiva-inauguram-nova-alfinete-galeria/#respond Thu, 14 Jan 2016 17:05:58 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=27793-pt * Gê Orthof apresenta novos trabalhos em ‘Confabulo ]matulo me mato[‘

*’Forma adiante’ reúne obras dos artistas Andrea Campos de Sá, Bia Leite,
Camita Soato, Derik Sorato, Elder Rocha, Leopoldo Wolf e Marcelo Gandhi

*Organização: Gregório Soares e Dalton Camargos

Consolidada como um dos principais espaços da arte contemporânea em Brasília, a ALFINETE GALERIA está de casa nova. A partir do próximo dia 16 de janeiro, a galeria, que já acolheu todos os principais nomes da arte contemporânea da cidade, passa a ocupar duas salas do bloco B da CLN 103. Para ingurar o novo espaço, a ALFINETE apresenta as novas obras do artista Gê Orthof (recentemente premiado com o Marcantonio Vilaça de 2015) e uma coletiva que reúne grandes artistas como Elder Rocha, Marcelo Gandhi e Camila Soato. A inauguração das mostras ‘Confabulo ]matulo me mato[‘ e ‘Forma adiante’ será no sábado, 16 de janeiro, a partir das 17h. Entrada franca.

A ALFINETE também já está programando diversas atividades que extrapolam a exposição de obras de arte, instalações e performances e propõem o diálogo entre as diversas artes. Fazem parte do calendário do novo espaço iniciativas como o Projeto Lacuna – mostra de videoarte, o Projeto Conversa com os artistas, Projeto Puxadinho (com eventos em volta do espaço da galeria), Projeto Aperto (espaço para a apresentação de projetos musicais), e lançamentos de livros de arte e literatura.

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CURSOS – A agenda da ALFINETE GALERIA para 2016 também inclui cursos a serem ministrados por alguns grandes nomes do pensamento cultural e artístico do Distrito Federal. O professor, curador, cineasta e crítico de cinema Sérgio Moriconi promete abordar temas ligados ao cinema e sua relação com as artes visuais no curso Pós-cinema, transcinema, corcinema, que vai discorrer sobre a essência do cinema, levantando sua contaminação pelas linguagens visuais e não visuais.

Os professores e curadores Marília Panitz e Carlos Lin irão realizar mais uma série do Mergulho de Superfície, integrada por cursos concentrados em torno de obras de teóricos que dialogam com a arte, visando lançar um olhar sobre o pensamento de alguns autores, apresentando conexões de suas ideias com a arte contemporânea. A cada ‘mergulho’ é proposto o estudo de um texto específico do autor em destaque à luz do trabalho de alguns artistas.

EXPOSIÇÕES

  • Confabulo II. Foto: Dalton Camargos.

    Confabulo II. Foto: Dalton Camargos.

    Confabulo ]matulo me mato[

Local: Alfinete Galeria – Sala UM

Artista: Gê Orthof

Visitar a ALFINETE implica em entrar em contato com propostas artísticas que promovem a reflexão, o discurso poético, estético, a revisão de conceitos. Não será diferente com ‘Confabulo ]matulo me mato[‘, nova exposição que apresenta o trabalho original de Gê Orthof, um dos mais premiados artistas de Brasília.

Nascido em Petrópolis, 1959, com Pós-Doc na School of the Museum of Fine Arts, Tufts University, Boston 2001, Doutorado 1992 e Mestrado 1985 em Artes Visuais pela Columbia University, Gê Orthof é professor do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da UnB (graduação e pós-graduação), onde coordena, junto com a Profa. Karina Dias, o grupo de pesquisa Moradas do Íntimo. Suas áreas de atuação são instalação, intervenção, performance e desenho.

Ao longo de sua trajetória, Gê Orthof já conquistou vários prêmios, como o recente Prêmio Artes Plásticas CNI-SESI Marcantonio Vilaça – 2015; o Prêmio Situações Brasília – 2014, Museu Nacional; o 1º lugar (Grande Prêmio) na 24th International Artist Competition, Berlim, 2011; Prêmio FUNARTE 2012 e Prêmio Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 2013.

Gê Orthof já expôs em individuais, como artista convidado, em cidades como Brasília, Helsinque, Goiânia, Madri, Boston, Bruxelas, Porto Alegre, Buenos Aires e Barcelona. Também como convidado, participou de coletivas de prestígio como Europalia – Le Palais des Beaux-Arts de Bruxelles; MAC São Paulo; CCBB Brasília; Festival Performance Arte Brasil, MAM/Rio; Cruce Galeria, Madri; Cavalariças Parque Lage, Rio; Wetherholt Gallery, Washington D.C.; Art-Frankfurt; MAB – FAAP, São Paulo; Bienal do Porto, Palácio de Cristal; Palazzo Albrizzi, Veneza; Kulttuurikeskus Poleeni, Pieksämäki. Finlândia.

  • Forma adiante

Local: Alfinete Galeria – Sala DOIS

Artistas: Andrea Campos de Sá, Bia Leite, Camila Soato, Derik Sorato, Elder Rocha, Leopoldo Wolf e Marcelo Gandhi

Organização: Gregório Soares e Dalton Camargos

Exposição que reúne o trabalho de vários artistas que já passaram pela ALFINETE GALERIA e que atuam em diferentes áreas e linguagens das artes plásticas. São nomes de grande relevância no universo da arte contemporânea brasileira.

Forma adiante. Foto: Dalton Camargos.

Forma adiante. Foto: Dalton Camargos.

A carioca Andréa Campos de Sá formou-se em artes plásticas e cursou mestrado em arte contemporânea na Universidade de Brasília (UnB). Editou álbuns de gravura pelo Instituto de Artes da UnB e publicou, entre outros, o Álbum de Gravuras Cerrado-Cidade. Participou de exposições coletivas como o Salão de Artes Plásticas de Brasília, 1995; Panorama das Artes de Brasília, 1998; Jovem Arte Contemporânea de Brasília, 2001; e Vice-Versa: Eixo Brasília/Frankfurt, 2003. Desde 1999, desenvolve pesquisa na área de fotografia.

Bia Leite foi recentemente premiada com o segundo lugar na primeira edição do “Edital LGTB: Gênero e Identidade”, da Transarte Galeria, de São Paulo. A iniciativa selecionou e premiou dez nomes que, com seus trabalhos, formam uma pequena, mas representativa mostra sobre a produção engajada na promoção e reflexão sobre a questão da identidade de gênero no Brasil.

Mestre em Poéticas Contemporâneas pela Universidade de Brasília, Camila Soato integra o Grupo de Pesquisa Corpos Informáticos, desde 2009. Em sua obra, associa a tradição da pintura a óleo figurativa com temáticas relacionadas ao humor satírico que se apresenta em situações esdrúxulas.

Derik Sorato vive e trabalha em Brasília, tendo participado de vários projetos como exposições coletivas em Brasília e em Nova York. Seus trabalho é baseado na pintura e no desenho. Os assuntos dos seus trabalhos, por vezes, passam pelas ideias de noite, natureza, arquitetura, lugar e caminho. O tratamento evidencia influência do cinema.

Nascido em Goiânia, Elder Rocha estudou Artes Visuais na Universidade de Brasília e fez mestrado em pintura no Chelsea College of Art em Londres. Vive em Brasília, onde trabalha também como professor do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília. O artista tem apresentado seu trabalho regularmente desde 1981, em várias exposições individuais e importantes coletivas. Seus trabalhos integram coleções públicas relevantes do Brasil como Funarte RJ, MASC, MAB DF, MAC-GO, FUNDAJ, PE, e MARCO, SC, e também no exterior, como a CCBA, de Lima, no Peru. Recebeu prêmios de aquisição no Prêmio Brasília de Artes Visuais em 1998, IX Salão Nacional de Artes Plásticas, RJ, em 1986, e Salão de Artes Plásticas do DF, em 1991.

Leopoldo Wolf, também conhecido como LHWolf, é graduado em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB), pós-graduado em Ilustração Aplicada por Escola Superior de Desenho e Imagem (IDEP) em Barcelona, e mestre em Estudos Comparados entre Literatura, Arte y Pensamento na Universidade Pompeu Fabra (UPF) em Barcelona. Em Brasília, colaborou com projetos coletivos ao redor da arte efêmera, os extensos projetos 0.17 e Fora-do-Eixo se destacam. Desde 1994, participa de várias exposições no Brasil e exterior.

Nascido no Rio Grande do Norte e radicado em São Paulo, Marcelo Gandhi graduou-se em artes visuais pela UFRN, mas transita pela música, performance e desenho. Foi selecionado para a Bolsa Residência EXO, do Itaú Cultural/ Ed. Copam em São Paulo. Já participou de diversos festivais de performace em toda a América Latina e integrou exposições como Metrô de Superfície, no espaço Paço das Artes, USP- São Paulo e a exposição Artes e Oficios para todos, realizada no Liceu de Artes e Ofícios, com curadoria de Marcio Harum e Bruno Mendonça, em São Paulo.

SERVIÇO

Alfinete Galeria CLN 103 bloco B loja 66.
Abertura sábado 16 de JANEIRO às 17h.
Em exposição até o dia 6 de FEVEREIRO, de quarta a sábado – 15h às 19h30.

Entrada franca.

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Confira como chegar no mapa:

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