fotografia – Site Obras de Arte https://www.obrasdarte.com Artes Plásticas e Galeria Virtual de Arte Thu, 18 Apr 2019 13:24:17 +0000 pt hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.8 https://www.obrasdarte.com/wp-content/uploads/2014/02/cropped-Logo-Obras-de-Arte-140-x-140-32x32.jpg fotografia – Site Obras de Arte https://www.obrasdarte.com 32 32 Fotógrafa Cristina Granato inaugura exposição no Imperator – Centro Cultural João Nogueira https://www.obrasdarte.com/fotografa-cristina-granato-inaugura-exposicao-no-imperator-centro-cultural-joao-nogueira/ https://www.obrasdarte.com/fotografa-cristina-granato-inaugura-exposicao-no-imperator-centro-cultural-joao-nogueira/#respond Thu, 18 Apr 2019 13:24:17 +0000 https://www.obrasdarte.com/?p=50432-pt ‘Bossa & Jass’ traz fotos de grandes músicos brasileiros, como Tom Jobim, Nara Leão, Chico Buarque, Roberto Menescal, João Donato, entre outros

A partir do próximo dia 23 de abril, feriado do Dia de São Jorge, a fotógrafa e jornalista Cristina Granato inaugura no Imperator – Centro Cultural João Nogueira a mostra ‘Bossa & Jazz’, que reúne registros únicos de cantores, compositores e músicos da bossa nova e do jazz brasileiro. Nomes como Roberto Menescal, João Donato, Nara Leão, Joyce, Carlos Lyra, Johnny Alf, Leny Andrade, Paulo Moura, Baden Powell, Oscar Castro Neves, Paulo Moura, Tom Jobim, Wanda Sá, entre outros estão entre as celebridades registradas através do olhar sensível da fotógrafa.

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Com sólida carreira de sucesso no jornalismo cultural, Cristina Granato passou por várias redações, como O Globo, Jornal do Brasil e O Dia, além de revistas, sites e blogs de moda e comportamento. Em 2011, lançou seu primeiro livro de fotografia “Um olhar na música Popular Brasileira”, com 360 fotos que contam parte da história da MPB. Seu rico acervo, formado durante 35 anos de sua vida profissional, somam um milhão de imagens sobre cultura. Na mostra, estão selecionadas 33 fotos de artistas que contribuíram para o sucesso e a memória da bossa nova e do jazz como expressões únicas da música brasileira.

A exposição tem entrada gratuita e fica em cartaz no Méier até o dia 25 de setembro, com visitação de segunda a domingo.

Serviço – Exposição ‘Bossa & Jazz’
Inauguração: 23 de abril (feriado – Dia de São Jorge), 19 horas
Visitação: 24 de abril a 25 de setembro
Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Sala de Exposições)
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ
Gratuito. Sujeito a lotação.
Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.
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Oi FUTURO Flamengo apresenta SUPERVIDA https://www.obrasdarte.com/oi-futuro-flamengo-apresenta-supervida/ https://www.obrasdarte.com/oi-futuro-flamengo-apresenta-supervida/#respond Thu, 18 Apr 2019 13:07:15 +0000 https://www.obrasdarte.com/?p=50424-pt Projeto Arte Pública
Tech _Nô
De Patricia Gouvêa

Curadoria Alberto Saraiva
Produção: Rodrigo Andrade | Area27
de 7 de abril a 2 de junho de 2019

Supervida, intervenção da artista visual carioca Patricia Gouvêa para a fachada do Centro Cultural Oi Futuro, é uma obra de arte para a cidade, tomando a escala do corpo-cimento-fachada.

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O trabalho integra a série in progress Sobrevida, que evidencia a resistência da natureza, nas pequenas frestas das cidades, onde, apesar do cimento, teimam em operar pequenos milagres.

Seja em fotografias, vídeos, objetos e textos, a pesquisa busca relacionar situações nas quais a natureza se mostra como resistência, resiliência e mesmo como domesticação.

Este trabalho, que Patricia Gouvêa vem desenvolvendo há longa data, examina as possibilidades de construção de pontes entre arte, ciência e ativismo político, e questiona a artificialização e coisificação crescente da natureza em meio a um cenário de hiperatividade, destruição ambiental, aquecimento global, escassez de água e desrespeito aos direitos humanos.

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Joaquim Paiva comemora os 20 anos do Ateliê da Imagem https://www.obrasdarte.com/joaquim-paiva-comemora-os-20-anos-do-atelie-da-imagem/ https://www.obrasdarte.com/joaquim-paiva-comemora-os-20-anos-do-atelie-da-imagem/#respond Wed, 27 Mar 2019 14:33:21 +0000 https://www.obrasdarte.com/?p=50157-pt Ateliê da Imagem 20 anos
Inaugurando a exposição
“Quartos de hotel” – 75 fotografias de Joaquim Paiva
Abertura dia 5 de abril de 2019, 19 horas
Entrada Franca

Desde sua fundação, em 1999, o Ateliê da Imagem vem se consolidando como uma das principais referências brasileiras no ensino, produção e pensamento sobre a fotografia e a imagem contemporânea.

Comemorando a data, apresentaremos a exposição de um dos mais importantes fotógrafos brasileiros, Joaquim Paiva, apresentando a série “Quartos de hotel”.

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Quartos de hotel” surgiu da ideia de mostrar uma seleção de amplo conjunto de fotografias que o artista vem fazendo ao longo do tempo, em suas inúmeras viagens pelo Brasil e o mundo. A mostra é composta por 75 fotografias a cores e algumas em preto e branco, a maioria delas realizadas entre 2000 e 2010 e estão organizadas em séries de duas a cinco imagens principalmente.

Por que quartos de hotel? Segundo Joaquim Paiva, “pelo prazer de estar fora de sua “casa”, solto, precário, de passagem. Em um hotel, parece que nos sentimos mais livres, mesmo que a trabalho, fora do lar, em outra cidade. As raízes, longe, se encontram em casa – no refúgio “permanente”. Por isto o hotel é normalmente um lugar de curiosidade, descoberta, abrigo, repouso, intimidade, fuga da rotina, sempre temporário. Quantos sonhos, decisões profissionais, prazeres e incertezas vivemos dentro de um quarto de hotel? ¨. Para o artista, esta exposição tem um caráter mais de sensação do que de realismo e de documentação.

Sobre o Artista

Joaquim Paiva (Rio de Janeiro, 1946), fez sua última mostra em 2016 na Maison Européenne de la Photographie, Paris. Possui fotografias, como autor, na coleção da MEP, como também na Bibliothèque Nationale de France, no Museum of Fine Arts Houston EUA e no MAM-Rio, entre outros. Publicou recentemente os livros de fotografia“Farsa Truque Ilusões”, “Elson faz 70” e “Foto na Hora-Lembrança de Brasília”, este na cidade do México. Publicou o livro de artista “128 diários”, que está na coleção da Universidade de Stanford EUA e da Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro. Paiva faz os seus diários autobiográficos e visuais desde 1998. Além de seu trabalho como fotógrafo, ele é reconhecido como um dos maiores colecionadores de arte.

Serviço
Exposição “Quartos de Hotel”, 75 obras de Joaquim Paiva
Abertura dia 05 de abril / até 01 de junho.
Visitação: de seg a sex 10h às 21h, sáb 10h às 16h
www.ateliedaimagem.com.br
Entrada franca
Galeria do Ateliê da Imagem Espaço Cultural (av. Pasteur, 453
(Urca / Rio de Janeiro)
www.ateliedaimagem.com.br
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Ancestralidades Contemporâneas apresenta “Brasis” desconhecidos https://www.obrasdarte.com/ancestralidades-contemporaneas-apresenta-brasis-desconhecidos/ https://www.obrasdarte.com/ancestralidades-contemporaneas-apresenta-brasis-desconhecidos/#respond Fri, 22 Mar 2019 17:03:53 +0000 https://www.obrasdarte.com/?p=50085-pt Em sua primeira exposição individual a fotografa carioca Cacau Fernandes leva para Petrópolis diversas manifestações culturais dos interiores do Brasil

Cacau Fernandes realiza a exposição individual Ancestralidades Contemporâneas no Espaço de Exposição da Cervejaria Bohemia em Petrópolis/RJ 12 de março à 26 de abril. Composta por 40 fotografias que retratam manifestações culturais em três regiões do Brasil. A exposição itinerante esteve em cartaz na Estação Casa Amarela, em Caçapava, interior de São Paulo e no Centro Cultural Light, no Rio de Janeiro. Segue em circulação pelas cidades da região Sudeste.

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A exposição

Cacau escolheu quatro manifestações culturais que estão na memória afro-brasileira: “Os Cão de Jacobina” e “Nêgo Fugido”, na Bahia, “Lambe Sujo e Caboclinhos”, em Sergipe e “O Bloco da Lama”, no Rio de Janeiro. Ao todo são 40 fotografias, dez para cada evento, que estarão a venda após o fim da exposição. Os interessados poderão fazer uma reserva e adquiri-las ao final da circulação desta mostra ou solicitar cópias numeradas e assinadas, com impressão em Fine Art.

“A ideia da exposição partiu de amigos. E olhando as minhas fotos que retratavam o Carnaval e outras festas afro-brasileiras surgiu o conceito da ancestralidade. A jornalista Cristina Chacel sugeriu o nome Ancestralidades Contemporâneas, aceito na hora. Os mesmos amigos se juntaram para viabilizar financeiramente a exposição, não há qualquer verba de lei de fomento ou editais. As fotos foram feitas ao longo de 5 anos. Fui à essas festas com os fotógrafos consagrados Severino Silva e Alex Ribeiro em um projeto junto a um fotografo da Cannon. Este é o resultado”, conta Cacau.

Nessa viagem pelos “Brasis” o visitante vai mergulhar na cultura do folclore brasileiro e conhecer tradições e uma história pouco contada nos livros ou nos veículos de comunicação.

“Os ensaios emergem como um contraponto aos trabalhos cotidianos da fotojornalista. São olhares mais poéticos que documentais sobre grupos que veiculam suas figuras numa dimensão sacroprofana de danças e cortejos onde festa, fé, rito e carnavalização se traduzem em corpos que são ocultados/revelados sob camadas de substâncias enegrecedoras, em personagens que emergem lúdicas e libertárias”, aponta o curador e escritor Tchello d’Barros.

“Pude descobrir um Brasil que o próprio Brasil desconhece. As obras têm em comum manifestações culturais que remontam à época da escravidão no país. Nada mais propício do que trazer isso à tona neste momento nacional. As pessoas precisam saber e entender as pluralidades do nosso Brasil”, conclui Cacau Fernandes.

Cacau Fernandes

Fotografa obstinada pelo resgate de manifestações culturais esquecidas ou desconhecidas e manifestações de fé, de uma ponta a outra do Brasil. Da seca no Nordeste ao alagamento em Mariana, Cacau registra os momentos de maneira única, com um olhar incansável, sensível e aguçado, que transporta quem vê suas obras, aos cantos mais escondidos do país, mesmo que estes cantos estejam dentro de grandes capitais, como as favelas do Rio de Janeiro. Superação é a palavra que mais a define. Graduada em Fotografia pela Universidade Estácio de Sá e pós-graduada na mesma instituição em Imagem Digital. Ouviu de alguns colegas, logo no primeiro período, que deveria desistir do curso por não ter o melhor equipamento, experiência na área e mais de 40 anos. Sagaz, Cacau se esforçou ao máximo para comprovar que quem faz a foto, é o fotógrafo e não o equipamento, e, no segundo período já trabalhava nas redações de grandes jornais do Rio. Em 2014, foi indicada ao Prêmio Esso, o maior reconhecimento da imprensa nacional, até então. Teve suas imagens publicadas nos anuários “O Melhor do Fotojornalismo Brasileiro”, em 2014, 2015, 2016 e 2017. Em 2017, ficou entre os 10 finalistas do Prêmio Parati em Foco. Trabalhou no Jornal O Dia por cinco anos, também teve imagens publicadas na Revista Veja, Jornal O Estado de São Paulo, Meia Hora, O Globo, Extra, O Povo, Brasil Econômico, entre outros.

Nascida no subúrbio do Rio de Janeiro, Cacau Fernandes já trabalhou de quase tudo em seus 50 anos de idade, de camelô a apontadora do “Jogo do Bicho”, passando por cabeleireira, cozinheira e cuidadora de idosos, fez de tudo um pouco para criar seus dois filhos pequenos. Foi na Fotografia que encontrou sua razão de viver. Fez curadoria ou colaboração em diversas exposições como as de Evandro Teixeira, Alex Ribeiro e Severino Silva – este último, teve a exposição “Rio is a Hot City” levada para a Alemanha, uma experiência ímpar para Cacau. Idealizou e fundou o Espaço Cultural Evandro Teixeira, na Universidade Estácio de Sá, no Campus Rio Comprido.

Ela também se especializou em fazer grandes eventos na sua área de formação, lançou a Semana da Fotografia na Universidade Estácio de Sá, em 2012, e organizou o evento nas cinco edições seguintes, parando apenas em 2018. Organizou a edição de 2017, mesmo tendo sido atropelada por um carro alegórico na Marques de Sapucaí, ficando impedida de fotografar por quase um ano, mas o evento a manteve próxima da fotografia.

SERVIÇO:
Ancestralidades Contemporâneas – Cacau Fernandes
Local: Espaço de Exposição da Cervejaria Bohemia em Petrópolis/RJ.
End : R. Alfredo Pachá, 166 – Centro, Petrópolis – RJ, CEP :25685-210
Data: 12 de Março a 26 de Abril de 2019
Horário de funcionamento:
Segunda a Quinta: 12h às 17h
Sexta, Domingo: 10h às 17h
Sábado: 10h às 18h
Entrada Franca
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Exposição Capítulo I https://www.obrasdarte.com/exposicao-capitulo-i/ https://www.obrasdarte.com/exposicao-capitulo-i/#respond Wed, 13 Mar 2019 17:14:56 +0000 https://www.obrasdarte.com/?p=49932-pt A Galeria Modernistas recebe pela primeira vez o Coletivo Contemporâneos, com a presença dos fotógrafos Allan Alves, Herbert Zampier e Ricardo Bhering, que iniciam o projeto experimental Capítulo I, no qual os artistas debruçam seus olhares sobre a intervenção do homem moderno na transformação de conceitos e quebra de paradigmas.

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O projeto de que Capítulo I faz parte e inicia traz a proposta de que os mesmos fotógrafos retornem à Galeria Modernistas em outros momentos do calendário de 2019, trazendo olhares distintos sobre o mesmo tema.

“O estudo propõe a avaliação do mundo lá fora, através de registros daquilo que nos atrai, do que nos provoca curiosidade, ou mesmo angústia, e que pode ser interessante, diferente, único. É um olhar que vem antes da foto. Uma espécie de preparação que faz parte do processo”, explica a curadora da mostra Luciane Valença.

Capítulo I ficará em cartaz na Modernistas de 16 a 31 de março com visitação de quinta a segunda, das 11h às 17h.

Galeria Modernistas
Rua Paschoal Carlos Magno, 39
Santa Teresa – Rio de Janeiro
Informações: 21 3852-8265
Entrada Franca.
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Importante prêmio de fotografia “Prix Photo Aliança Francesa” abre exposição dia 14 de março com as séries vencedoras da última edição https://www.obrasdarte.com/importante-premio-de-fotografia-prix-photo-alianca-francesa-abre-exposicao-dia-14-de-marco-com-as-series-vencedoras-da-ultima-edicao/ https://www.obrasdarte.com/importante-premio-de-fotografia-prix-photo-alianca-francesa-abre-exposicao-dia-14-de-marco-com-as-series-vencedoras-da-ultima-edicao/#respond Tue, 12 Mar 2019 13:56:55 +0000 https://www.obrasdarte.com/?p=49878-pt A Galeria da Aliança Francesa, em Botafogo, abre exposição quinta-feira, 14 de março com as fotos dos vencedores da oitava edição do concurso Prix Photo Aliança Francesa 2018, sobre o tema “Mas onde está a água?”. Weberton “Beto” Skeff de Fortaleza (CE) foi o primeiro colocado com a série “Doces desejos de fôlego”. O segundo lugar do júri oficial foi para a carioca Ana Carolina Fernandes (RJ) com a série “Os Veios Abertos da Baía de Guanabara” e o prêmio do júri popular foi para o mineiro de Belo Horizonte (MG), Rodrigo Lessa com a série “Ser peixe”.

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A Galeria Aliança Francesa Botafogo abre na quinta-feira, 14 de março, às 19h, a exposição com as fotos dos vencedores do Prix Photo Aliança Francesa 2018, importante concurso de fotografia promovido pela Aliança Francesa Brasil com apoio da Air France e Sofitel Ipanema. O público poderá ver de perto as três séries ganhadoras da oitava edição do concurso de fotografias, que teve como tema “Mas onde está a água?” ou “Mais où est l’eau?”, proposto pelo historiador francês e professor da Universidade de La Rochelle, na França, Laurent Olivier Vidal.

A mostra apresenta as imagens do fotógrafo Weberton “Beto” Skeff (Fortaleza -CE), primeiro colocado, com a série “Doces desejos de fôlego”, que aborda de maneira concisa a relação do sertanejo com a água e sua escassez. Segundo o autor, “o trabalho se apresenta de inúmeras formas: ora documental, ora ficcional, ora de natureza indefinida, mas sempre respeitando a vontade de descrever e compartilhar suas experiências vivenciadas ainda quando criança no sertão central do Ceará”. O prêmio recebido por Weberton foi um pacote de viagem para Paris com direito a acompanhante, oferecida pela Air France, contendo: passagens aéreas da Air France de ida/volta para Paris, saindo de Fortaleza, translado da residência, hospedagem de seis noites em Paris com café da manhã em hotel 3 estrelas, o que equivale o valor total do prêmio na ordem de R$7 mil reais.

A carioca Ana Carolina Fernandes (Rio de Janeiro, RJ), que tirou o segundo lugar do júri oficial com a série “Os Veios Abertos da Baía de Guanabara”, apresenta um trabalho que denuncia o “descaso desumano” com as águas da Baía de Guanabara, patrimônio da humanidade e cartão postal do Rio de Janeiro, traduzindo esteticamente a ação direta do homem sobre o seu contexto ambiental. Ana Carolina receberá como prêmio um pacote de viagem com direito a acompanhante, hospedagem de duas noites e café da manhã no Sofitel Ipanema, no Rio de Janeiro (Av. Vieira Souto, 460, Ipanema, Rio de Janeiro – RJ), passagens de ida/volta para o Rio de Janeiro, saindo da cidade do contemplado e translado da residência, no valor bruto do pacote de R$ 3 mil reais.

As fotografias do mineiro Rodrigo Lessa (Belo Horizonte – MG), que ganhou o prêmio do júri popular com a série “Ser Peixe” também poderão ser apreciadas na exposição. O fotógrafo buscou representar alguns olhares sobre a relação humano-água no cotidiano, principalmente relacionados ao ciclo, à apreciação, à saciação e à sobrevivência. O candidato, Rodrigo, terceiro trabalho eleito pelo voto popular ganhará uma bolsa de estudos por um semestre na Aliança Francesa mais próxima à residência do contemplado, no valor de R$ 3 mil reais.

Durante a abertura os fotógrafos realizarão uma visita guiada à exposição, que tem entrada gratuita e poderá ser visitada até dia 31 de maio. Os portfolios dos três vencedores participam, ainda, de exposições itinerantes pelas Alianças Francesas no Brasil e no exterior.

“O Prix Photo é um grande concurso nacional aberto tanto para amadores quanto para profissionais. É também uma oportunidade para discutir as grandes questões do nosso tempo. Com esse tema, “Mas onde está a agua?”, recebemos um grande número de propostas de alta qualidade e de grande diversidade que, em sua maioria, trazem questionamentos que são necessários e urgentes.”, explica Thomas Brégeon, diretor cultural da Aliança Francesa do Rio de Janeiro.

Nesta oitava edição o concurso recebeu quase 300 ensaios fotográficos vindos de todas as regiões do Brasil. As fotos vencedoras podem ser acessadas no site oficial do concurso: www.prixphotoaf.com.br. Os diferentes trabalhos apresentados refletem a diversidade de olhares, técnicas, estéticas e abordagens sobre essa questão vital, que impacta o presente e o futuro. Os trabalhos escolhidos pelo júri oficial apresentam uma narrativa visual sobre duas regiões brasileiras simbólicas e traduzem esteticamente as contradições da relação do homem com a natureza.

“O Prix Photo Aliança Francesa faz parte de uma série de ações que estão alinhadas com a missão da Aliança Francesa de promover o intercâmbio entre o Brasil e a França não só através da língua, mas da cultura. Nesse sentido, a fotografia – tão forte na França como no Brasil – representa uma oportunidade para revelar novos talentos além de qualquer fronteira”, afirma Peggy Giordano, Diretora geral da Aliança Francesa do Rio de Janeiro.

Conheça as séries dos vencedores do concurso Prix Photo Aliança Francesa 2018, através dos links abaixo:

1º lugar – Weberton Skeff: prixphotoaf.com.br/candidato/690

2º Lugar: Ana Carolina Fernandes: prixphotoaf.com.br/candidato/595

3º Lugar: Rodrigo Lessa: prixphotoaf.com.br/candidato/297

Sobre o concurso

O PRIX PHOTO ALIANÇA FRANCESA, anteriormente conhecido sob o título de Prix Photo Web é um concurso de fotografia promovido pela Delegação Geral da Aliança Francesa do Brasil. Seu objetivo é valorizar a criação contemporânea de jovens fotógrafos, além de promover o intercâmbio cultural entre o Brasil e a França. O concurso é autorizado pela Caixa Econômica Federal (Certificado de Autorização CAIXA nº 3-6912/2018). Esta é a oitava edição deste importante concurso que já se tornou tradicional no mercado da fotografia nacional. Nesta edição de 2018 o júri é formado por cinco membros de reconhecimento nacional e internacional na área fotográfica, entre críticos, curadores, artistas e acadêmicos: Eugênio Sávio, Ioana de Mello, João Kulcsár, Katia Chalita e Marie Hospital.

O tema da oitava edição deste importante concurso de fotografia – “Mas onde está a água?” ou “Mais où est l’eau?” – foi proposto pelo historiador francês e professor da Universidade de La Rochelle, na França, Laurent Olivier Vidal. Laurent é pesquisador de história do Brasil e das Américas e buscou com esse tema inspirar os fotógrafos sobre a importância da água em nossas vidas e em nossas cidades. Segundo ele, muitas vezes só nos damos conta de sua importância, quando ela é invisível ou transborda. O pesquisador deixa aos fotógrafos participantes, o convite a encontrar o rastro apagado ou frágil da água em nosso cotidiano.

Sobre a Aliança Francesa

Com 133 anos de atividades no Brasil, a Aliança Francesa é uma referência no idioma e sem dúvida, a instituição mais respeitada e conhecida do mundo, quando o assunto é a difusão da língua francesa e das culturas francófonas. Possui, atualmente, mais de 830 unidades em 132 países, onde estudam cerca de 500.000 alunos. Na França, ela conta com escolas e centros culturais para estudantes estrangeiros. O Brasil tem a maior rede mundial de Alianças francesas com 37 associações e 68 unidades.

É a única instituição no Brasil autorizada pela Embaixada da França, a aplicar os exames que dão acesso aos diplomas internacionais DELF e DALF, reconhecidos pelo Ministério da Educação Nacional francês. A Aliança Francesa também é centro de exames oficial para aplicação de testes internacionais com validade de dois anos TCF (Teste de Conhecimento do Francês) e TEF Canadense (Teste de Avaliação de Francês) e do teste nacional com validade de um ano Capes (reconhecido pelas agencias CAPES e CNPq do MEC).

A Aliança Francesa no Brasil desenvolve parcerias com inúmeras empresas francesas e brasileiras, além de ser um ator essencial do diálogo cultural franco-brasileiro.

A Aliança Francesa do Rio de Janeiro oferece 25% de desconto em todos os cursos regulares, Ateliês, Seniors, entre outros para os servidores estaduais e municipais do Rio de Janeiro.

Serviço:
Exposição das fotos premiadas Prix Photo Aliança Francesa 2018
Abertura: Quinta-feira, 14 de março 2019
Horário: 19 horas
Visitação: de 14 de março a 31 de maio.
De segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 19h – Sábado: das 09h às 12h
Local: Galeria Aliança Francesa – Rua Muniz Barreto, 730, Botafogo
(21) 2286-4248 / 2539-4118
Entrada Franca
Prix Photo Aliança Francesa 2018:
www.prixphotoaf.com.br
www.rioaliancafrancesa.com.br
www.facebook.com/aliancafrancesarj
www.youtube.com/user/aliancafrancesarj
www.instagram.com/rioaliancafrancesa/
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Exposição Dorminhocos traz fotos inéditas de Pierre Verger ao Sesc Santo André https://www.obrasdarte.com/exposicao-dorminhocos-traz-fotos-ineditas-de-pierre-verger-ao-sesc-santo-andre/ https://www.obrasdarte.com/exposicao-dorminhocos-traz-fotos-ineditas-de-pierre-verger-ao-sesc-santo-andre/#respond Tue, 12 Mar 2019 13:20:06 +0000 https://www.obrasdarte.com/?p=49861-pt Em parceria com Fundação Pierre Verger, unidade expõe 98 fotografias que retratam pessoas dormindo em locais públicos pelo mundo

Pierre Verger (1902-1996) foi um etnólogo, antropólogo, pesquisador e acima de tudo, fotógrafo, que viveu grande parte da sua vida em Salvador, capital da Bahia. Aficcionado pelas culturas populares, Verger produziu registros fotográficos de grande relevância e obras escritas sobre as culturas afro-baianas e da diáspora africana, consolidando seu olhar antropológico para traços da arte e religiosidade brasileiras, seu principal foco de interesse.

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Durante suas múltiplas viagens pelo mundo, o francês também direcionou seu olhar para o cotidiano urbano e suas relações com o trabalho e o corpo humano. Essa relação é matéria-prima das fotos que compõem a exposição Dorminhocos, com abertura na próxima terça-feira, dia 12 de março, no Sesc Santo André.

Com curadoria de Raphael Fonseca, a exposição reúne 98 fotografias – muitas delas inéditas – que exibem o ponto de vista característico de Verger a partir de fotografias produzidas entre as décadas de 1930 e 1950, em países como Argentina, Peru, Congo, China, Polinésia Francesa, Guatemala e México. No Brasil, Verger fotografou os dorminhocos na Bahia, Pernambuco e Maranhão.

As fotos escolhidas para exposição integram o acervo da Fundação Pierre Veger, em Salvador, localizada na casa em que o fotógrafo viveu durante anos. As imagens, de origens singulares, mostram os caminhos percorridos por Verger em seu estúdio público: ruas, vielas, praças. Seu olhar se debruça para a relação de corpos fatigados que descansam em locais públicos devido à intensa modernização e consolidação de uma rotina de trabalho extenuante.

Constantes nas obras de Verger, os tons de preto e branco contextualizam o trabalho como uma atividade melancólica, que afasta o corpo dos desejos da mente e se adapta às condições oferecidas e disponíveis para expurgar o cansaço. Um homem que dorme sobre o lombo de um burro, no México; outro que se apoia em uma tenda de frutas em Salvador. Árvores, bancos, balcões, escadas e calçadas se tornam camas. Braços, colunas, paredes e degraus como travesseiros. Pierre Verger convida o espectador a olhar atentamente flagrantes preciosos de simplicidade impactante, onde a ausência de gestos os torna silenciosamente elegantes e originais.

Dorminhocos é uma oportunidade para o público conhecer outro aspecto da obra de Verger, que é marcada pelo tema das religiões afro-brasileiras. Além disso, a mostra provoca questões como a relação entre classe, raça e contrastes sociais; o lugar da mulher no mercado de trabalho e no espaço público (são poucas as fotos com presença feminina na exposição) e a relação das pessoas com o meio urbano.

Pierre Edouard Léopold Verger nasceu em Paris, no dia 4 de novembro de 1902. Desfrutou de boa situação financeira e levou uma vida convencional até 1932, ano em que aprendeu um ofício e descobriu uma paixão: fotografia e viagens. De dezembro daquele ano até agosto de 1946, foram quase 14 anos consecutivos de viagens ao redor do mundo. Verger negociava suas fotos com jornais, agências, empresas e centros de pesquisa. Mas tudo mudou quando desembarcou na Bahia ainda naquele ano. Enquanto a Europa vivia o pós-guerra, Verger encontrou em Salvador a hospitalidade e riqueza cultural que o seduziram logo de cara.

Apesar de ter se fixado na Bahia, o francês nunca perdeu seu espírito nômade. A história, os costumes e, principalmente, a religião praticada pelos povos iorubás e seus descendentes, na África Ocidental e na Bahia, passaram a ser os temas centrais de suas pesquisas e sua obra. Como colaborador e pesquisador visitante de várias universidades, publicou suas pesquisas em artigos acadêmicos, comunicações e livros.

Em 1988, Verger criou a Fundação Pierre Verger (FPV), da qual era doador, mantenedor e presidente, assumindo assim a transformação da sua própria casa na sede da Fundação e num centro de pesquisa. Verger faleceu em fevereiro de 1996, deixando à Fundação Pierre Verger a tarefa de prosseguir com o seu trabalho.

A abertura é na próxima terça-feira, 12 de março, às 20h, na Galeria do Sesc Santo André.

Exposição Dorminhocos – Sesc Santo André
Visitação
13 de março a 16 de junho de 2019.
Terça a sexta, das 10h às 22h.
Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h.

 

SESC SANTO ANDRÉ
Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André
Telefone – (11) 4469-1311
Estacionamento (vagas limitadas): Credencial Plena – R$ 5 (R$ 1,50 por hora adicional) |
Outros – R$ 10 (R$ 2,50 por hora adicional).
Informações sobre outras programações:
sescsp.org.br/santoandre | facebook.com/SESCSantoAndre
Assessoria de Imprensa do Sesc Santo André:
Cauê Colodro | 11 4469-1312
Cibele Porzelt | 11 4469-1310
imprensa@santoandre.sescsp.org.br
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Galeria São Paulo Flutuante inaugura individual de Rodrigo Sombra https://www.obrasdarte.com/galeria-sao-paulo-flutuante-inaugura-individual-de-rodrigo-sombra/ https://www.obrasdarte.com/galeria-sao-paulo-flutuante-inaugura-individual-de-rodrigo-sombra/#respond Tue, 12 Mar 2019 12:46:52 +0000 https://www.obrasdarte.com/?p=49844-pt “Noite Insular: Jardins Invisíveis” é resultado de uma imersão de cinco meses em Cuba, e apresenta fotografias analógicas que tomam como ponto de referência o imaginário marítimo e exploram um conceito subjetivo de “insularidade”, evocando tensões entre o senso de isolamento e o anseio por cruzar os limites da ilha

A Galeria São Paulo Flutuante inaugura “Noite Insular: Jardins Invisíveis”, primeira individual do fotógrafo baiano Rodrigo Sombra, com curadoria de Regina Boni, e texto de apresentação por Caetano Veloso. Composta por 30 imagens captadas com câmeras analógicas ao longo de uma imersão de cinco meses em Cuba, a mostra toma como ponto de referência o imaginário marítimo e explora um conceito subjetivo de “insularidade”. Traço decisivo da cultura cubana, a insularidade se faz sentir na obra de Sombra para além do seu sentido meramente geográfico. Nesta exposição, o conceito serve como chave para explorar as dinâmicas do desejo na Cuba contemporânea, evocando tensões entre o senso de isolamento e o anseio por cruzar os limites da ilha.

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Sua ida a Cuba é o encontro com um nó histórico, cultural, geopolítico e existencial”, afirma Caetano Veloso, a respeito da obra de Sombra, no texto de apresentação. “Ao invés de esconder ou congelar as figuras humanas e seus entornos em formalismo frio, tais composições sublinham-lhes o mistério, a sensualidade, o desamparo e o prazer de ser. Sombra revela-se um artista verdadeiro e um observador sensível. A beleza de suas fotos reside na aventura humana de quem capta e de quem é captado. Isso leva quem as vê a pensar mais longe e sentir mais fundo”, diz o compositor sobre “Noite Insular: Jardins Invisíveis”.

O título da série é inspirado num poema do escritor cubano José Lezama Lima. Para o fotógrafo Rodrigo Sombra, “Noite Insular: Jardins Invisíveis” explora os estímulos da presença estrangeira em Cuba, cada vez mais intensos desde a recente­­­ abertura cultural e econômica da ilha. Ao abordar as relações contraditórias entre os cubanos e a influência estrangeira, Sombra esboça uma estética de forte apelo geométrico. Com frequência, a base documental de suas imagens se perde em jogos de linhas e sombras que aspiram à abstração. Descortina-se assim a de visão uma Cuba insuspeitada, em tudo avessa às imagens exóticas do turismo ou à grandiloquência da propaganda revolucionária.

À diferença das multidões celebradas nas fotografias oficiais cubanas, em suas fotos Sombra privilegia o indivíduo. Nelas, veem-se corpos esquivos, frequentemente sombreados, que nos interrogam sobre o que vemos, e também sobre aquilo que é ocultado. Sua câmera se abre ainda aos signos da cultura popular: símbolos religiosos, tatuagens, logomarcas esportivas e bandeiras estrangeiras, rastros dos novos imaginários a povoar a ilha interior dos cubanos.

A exposição de Rodrigo Sombra é o terceiro projeto da Galeria São Paulo Flutuante, que não se fixará em um só endereço na capital paulista. Criada pela marchande e estilista tropicalista Regina Boni, em 1981, a Galeria São Paulo realizou exposições memoráveis de Hélio Oiticica, Walter Smetak, Mestre Didi, Aluísio Carvão, Leda Catunda, Luiz Paulo Baravelli, entre outros. Reaberta no final de 2018, a galeria pretende agora apresentar novos artistas e contrastar com tendências petrificadas do mercado de arte brasileiro. Sobre a individual de Rodrigo Sombra, Regina Boni comenta: “Muitas pessoas do meio da fotografia estão destacando o fato de eu, neste momento de ressurgimento e considerando meu passado, que só expus poucos e famosíssimos fotógrafos, esteja me dedicando de corpo e alma ao trabalho do Rodrigo, que é uma revelação. Algo novo. Arte fotográfica”.

Exposição: “Noite Insular: Jardins Invisíveis
Artista: Rodrigo Sombra
Curadoria: Regina Boni
Abertura: 19 de março de 2019, terça-feira, às 19h
Período: 20 de março a 18 de maio de 2019
Local: Galeria São Paulo Flutuante
Endereço: Rua Estados Unidos, 2.186 – Jardim América – São Paulo/SP
Tel.: (11) 3064-4768
Horários: Segunda a sexta-feira, das 10 às 12h, e das 13 às 18h | Sábado, das 10 às 13h
Número de obras: 25
Técnica: Fotografia analógica
Dimensões: 30 x 34 cm a 84 x 100 cm
Valores: R$ 4.000,00 a 12.000,00

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Rodrigo Sombra

Fotógrafo baiano, nasceu em Ipiaú, em 1986. Em 2012, integrou a exposição coletiva “Uma visita ao Benin – Fotografias de uma Viagem”, no Museu Afro Brasil, em São Paulo, com curadoria de Emanoel Araújo. Também participou de coletivas no Rayko Photo Center e Dryansky Gallery, em San Francisco, Califórnia, onde viveu por três anos. Em 2018, “Noite Insular: Jardins Invisíveis”, sua série sobre a Cuba contemporânea, foi selecionada para ser editada como livro pela revista e editora britânica Paper Journal. Foi um dos 3 artistas selecionados pela Paper Journal em uma convocatória que recebeu mais de 400 projetos de todo o mundo. O livro será lançado em maio de 2019, em Londres e em São Paulo.

Galeria São Paulo Flutuante

Em 2002, a Galeria São Paulo fechou as portas depois de 21 anos febris no mercado brasileiro de arte, num ciclo em que as cinco mostras de Hélio Oiticica falam em nome de dezenas de outras dedicadas a artistas até ali inseridos com timidez no circuito comercial, pouco aberto às linguagens transgressoras e experimentais. Meu trabalho como figurinista do tropicalismo, em 1968, fora a origem desse itinerário: muito antes de pensar em ser marchande nos anos 80, havia em mim a crença na originalidade de uma proposição artística brasileira em diálogo com o mundo.

Dezesseis anos depois, aqui estamos com a Galeria São Paulo flutuante. O retorno se deve a uma inquietação equivalente à de 1981, o ano da abertura do primeiro espaço na rua Estados Unidos – mas as razões são bem diferentes daquelas nascidas nas décadas em que contribuímos com a modernização do mercado e dos elos entre galeristas e artistas. Sinto-me hoje desafiada pelos rumos (desvios?) desse mesmo mercado, em suas vertigens de valores abusivos e curadores estelares, distanciados dos caminhos mais soberanos da criação.

Não anunciamos um retorno eterno, mas efêmero e flutuante, sem as amarras de um endereço fixo: intervenções em lugares ora vazios da capital paulista, vazios também como metáfora de conceitos e conteúdos abandonados na era dos curadores, do marketing a todo custo e da percepção tola do gesto de Duchamp. Sem dúvida, esse sistema começa a desmoronar no Brasil. A Galeria São Paulo flutuante pretende regressar às aventuras das linguagens não-domesticadas pelos conceitos da estação. Vem-me assim a lembrança inspiradora do desfile de passistas da Mangueira vestidos com parangolés de Hélio, fechando o trânsito da rua Estados Unidos, em 1986. Arte no calor da rua, no seio dos desejos, no meio do redemoinho. O nosso recomeço de viagem”.

Regina Boni

Texto de Apresentação – “Noite Insular: Jardins Invisíveis

A série de fotografias feitas por Rodrigo Sombra em Cuba é uma experiência de aprofundamento da percepção da vida. Um jovem baiano estuda comunicação na faculdade com esboços de sonhos de tonar-se jornalista ou escritor e, à medida que aprende sobre as complexidades à sua volta, vai-se aproximando das imagens como meio de estudo e de expressão – e, assim, chega ao cinema. O conhecimento da sociedade, da história e da política o fazem estudar a história dessa arte numa universidade californiana. Mas é a imagem estática da fotografia que parece impor-se à sua ambição expressiva. Sua ida a Cuba é o encontro com um nó histórico, cultural, geopolítico e existencial. Isso surge em cada foto que agora compõe esta exposição. As figuras de rapazes e homens e moças em locações e situações a um tempo reveladoras e misteriosas são elementos de composições construtivas, em que as linhas, oblíquas ao quadro mas frequentemente paralelas entre si, sugerem uma organização abstrata que não se definem nem como encontradas ao acaso nem ordenadas artificialmente pelo artista. Como a motivação deste era primordialmente entender a vida cubana sob o olhar estrangeiro – ou como ela responde à presença desse olhar –, essas diagonais sugerem, para além de darem forma à imagem, complexas tensões, graças insuspeitadas, coisas não ditas ou mesmo dizíveis. Ao invés de esconder ou congelar as figuras humanas e seus entornos em formalismo frio, tais composições sublinham-lhes o mistério, a sensualidade, o desamparo e o prazer de ser. Sombra revela-se um artista verdadeiro e um observador sensível. A beleza de suas fotos reside na aventura humana de quem capta e de quem é captado. Isso leva quem as vê a pensar mais longe e sentir mais fundo”.

Caetano Veloso

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Emerson Lima incentiva a arte pelas ruas de São Paulo com celebridades do mundo fashion https://www.obrasdarte.com/emerson-lima-incentiva-a-arte-pelas-ruas-de-sao-paulo-com-celebridades-do-mundo-fashion/ https://www.obrasdarte.com/emerson-lima-incentiva-a-arte-pelas-ruas-de-sao-paulo-com-celebridades-do-mundo-fashion/#respond Fri, 15 Feb 2019 16:37:33 +0000 https://www.obrasdarte.com/?p=49577-pt 40 fotógrafos de diversas partes do país e celebridades do mundo fashion convidadas por Emerson Lima se reuniram para uma imersão fotográfica pelas ruas da capital Paulista

A saída fotográfica promovida pelo retratista Emerson Lima já é uma tradição em sua trajetória, e aguardada ansiosamente pelos fotógrafos que seguem de perto seu trabalho.

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Acompanhado de sua equipe e das top models Júlia Pereira, Malanie Ribbe, Sayonara Romão e da Atriz Julinha Gomes, Emerson promove uma grande produção de Street Style (Fotos de Moda de Rua), para os participantes que estão iniciando sua carreira terem um portfólio único em cenários históricos da cidade.

O local escolhido para a Saída Fotográfica, o Centro Histórico de São Paulo, já foi palco de desfiles do São Paulo Fashion Week em 2018, além de cenário de inúmeros filmes, e oferece aos fotógrafos oportunidade de capturar imagens sob novas perspectivas.

Além de saírem com um lindo portfólio, os participantes puderam receber consultoria dos empresários Pedro Barista e Ricardo Piza, que acompanharam os fotógrafos e lhes passaram conhecimento sobre estratégias de negócios e mercado, e tudo isso a céu aberto.

Emerson Lima é reconhecido mundialmente por seu trabalho como retratista de celebridades nacionais e internacionais, e fotógrafo de paisagens urbanas em Paris, Nova York, Amsterdam e diversas outras cidades globais. Neste evento, Emerson compartilhou um pouco de seu conhecimento e experiência com os fotógrafos convidados, que vão desde amadores e iniciantes a profissionais: “o intuito desta ação é compartilhar conhecimento e promover a arte urbana, interação e apoio aos fotógrafos, principalmente por aqueles que estão iniciando sua carreira. A produção não tem finalidade lucrativa, 100% gratuita a todos os participantes”, comenta.

Após o evento, Emerson Lima reuniu a todos para um bate papo na Burger Joint, badalada hamburgueria na região dos Jardins, para tirar dúvidas, conversar sobre modelo de negócios, falar sobre carreira, e claro, dar boas risadas.

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Conheça Emerson Lima: o fotógrafo por trás do Poder https://www.obrasdarte.com/conheca-emerson-lima-o-fotografo-por-tras-do-poder/ https://www.obrasdarte.com/conheca-emerson-lima-o-fotografo-por-tras-do-poder/#respond Mon, 04 Feb 2019 13:23:44 +0000 https://www.obrasdarte.com/?p=49474-pt Emerson Lima é o fotógrafo retratista preferido dos poderosos e tem uma extensa clientela de empresários, políticos, artistas e formadores de opinião

Séculos atrás, pessoas importantes da sociedade contratavam os melhores pintores de sua época para ficarem eternizadas em poses para a posteridade, em luxuosas obras de arte. Hoje, século 21, ainda é comum para pessoas influentes contratarem fotógrafos, chamados retratistas, especializados em eternizar seu melhor lado para a posteridade, com resultado artístico digno da realeza. Um desses ilustres profissionais é o fotógrafo brasileiro Emerson Lima.

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As imagens artísticas feitas por Emerson chamaram atenção dos poderosos. Assim Emerson se tornou conhecido pela elite devido a sua atuação como retratista de celebridades nacionais e internacionais: “Em setembro de 2017 contratado por Ana Paola Diniz fui o retratista oficial e exclusivo da cantora Demi Lovato em um jantar gala em Nova York, e com isso minha carreira tomou outras proporções. Lá comecei também a fotografar a cidade, e as pessoas que eu fotografo hoje, que são antes de tudo grandes admiradores da arte, souberam do meu trabalho através dos meus quadros assinados de Nova York”, comenta.

Além de Demi Lovato, Emerson fotografou estrelas como Arnold Schwarzenegger, Morgane Polanski. No Brasil Tatá Werneck, Claudia Raia, Karina Bacchi, Bruno Gagliasso, Giovana Ewbank, Caio Castro, Camila Coelho, Ticiane Pinheiro, Helô Pinheiro, Rodrigo Faro, Sasha Meneguel, e políticos como João Dória e o CEO da Riachuelo, Flavio Rocha.

Emerson iniciou-se na fotografia como um entusiasta em 2015, e a partir de 2016 resolveu especializar-se e tornou-se retratista: “meu trabalho está totalmente relacionado a arte, e trago esta visão artística para os retratos que faço”. Essa visão artística diferenciada acabou por chamar a atenção não apenas de celebridades, mas de pessoas influentes do poder, que optaram também pelo retratista para fazer seus quadros e fotos oficiais.

CEOs, políticos, empresários, e formadores de opinião estão entre os clientes de Emerson, que sempre opta pela discrição: “acredito que um dos meus diferencias é esse, de nunca expor o meu cliente. A confiança nos relacionamentos com essas pessoas, aliado ao profissionalismo e qualidade no trabalho”.

Para chegar até a foto perfeita, Emerson tem um processo peculiar quando trata-se dos poderosos: “Na maioria das vezes meus clientes são pessoas ocupadas, que fotografam no escritório, entre uma reunião ou outra. Então para eu chegar em um bom resultado final, eu preciso estudá-los antes. Um estudo de fisionomia, corpo, pensar qual o melhor ângulo dessa pessoa e luz incidental. Tudo tem que ser previamente pensado e estudado. Já quando é um retrato de família, ou na residência eu consigo desenvolver mais pois tenho mais tempo”.

Outra particularidade do retratista são as fotos em preto e branco. Emerson explica o porquê da preferência: “Isto me remete a algo que vai se perpetuar na história. O preto e branco tem uma aura diferente, como se fosse imortal. Além disso minhas referências na fotografia, como Ansel Adams, Arnold Newman, Henri Bressom o próprio Sebastião Salgado, são mestres no P&B”.

O retratista organiza exposições de suas fotografias pelo Brasil, Estados Unidos e Europa, também está lançando um livro com suas fotos de Paris. Nesses eventos expõe seus registros de diversos lugares no mundo como Punta Cana, Nova York, Frankfurt, Miami e Amsterdam.

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