Paulo Herkenhoff – Site Obras de Arte https://www.obrasdarte.com Artes Plásticas e Galeria Virtual de Arte Thu, 18 Apr 2019 13:24:17 +0000 pt hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.8 https://www.obrasdarte.com/wp-content/uploads/2014/02/cropped-Logo-Obras-de-Arte-140-x-140-32x32.jpg Paulo Herkenhoff – Site Obras de Arte https://www.obrasdarte.com 32 32 Exposição “Constelar” inaugura a festa pelos 30 anos do Pró-Saber https://www.obrasdarte.com/exposicao-constelar-inaugura-a-festa-pelos-30-anos-do-pro-saber/ https://www.obrasdarte.com/exposicao-constelar-inaugura-a-festa-pelos-30-anos-do-pro-saber/#comments Thu, 24 Aug 2017 19:05:24 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=37264-pt Programação gratuita terá mostra de arte contemporânea,
shows, concertos e palestras
.

De 26 de agosto a 3 de setembro, o Pró-Saber abrirá as portas para comemorar 30 anos de trabalho pela educação. Serão nove dias de programação, com música popular e clássica, palestras e, como centro da festa, a exposição “Constelar”, que ocupará todos os espaços da sede do Pró-Saber. São 19 artistas, que estão entre os nomes mais expressivos da arte contemporânea brasileira.

Publicidade: Banner Luiz Carlos de Andrade Lima

Com curadoria de Marcelo Campos e Leila Scaf, a exposição vai refletir o espírito do Pró-Saber, no qual a Arte e a Filosofia ocupam papel central na formação de professores. “Constelar” – um verbo inventado – refere-se ao programa que sintetiza uma filosofia de ação na qual professores, alunos, ex-alunos e profissionais de outras instituições trabalham permanentemente em rede, para formar uma constelação de ideias com potencial de transformação. A proposta é que a exposição amplie essa constelação através das obras de arte ali reunidas.

Logo na entrada, um grande painel vai traçar um panorama das ações do Pró-Saber nas últimas três décadas. Nele, a fundadora da instituição, Maria Cecilia Almeida e Silva, diz que o Pró-Saber é “um espaço, um território voltado para o resgate da utopia educacional. Nosso interesse é experimentar alternativas teóricas e práticas que possam elaborar respostas a tantos desafios que se apresentam no caminho da educação.”

Atelier Gaia, Exposição Constelar. Foto: Divulgação. Gê Orthof, Exposição Constelar. Foto: Divulgação. Ana Miguel, Exposição Constelar. Foto: Edgard Cesar.

Os trabalhos estarão distribuídos pelos diversos ambientes do Pró-Saber. Ana Miguel convida a sonhar, com travesseiros que declaram amor. Carolina Ponte comparece com um de seus crochês multicoloridos, que integram uma prática popular à produção artística contemporânea. Cadu traz um trem de ferro que circula numa paisagem inusitada.

— São visões, sensações e vivências em que 19 artistas e infinitas histórias ocupam a casa, num convite para entrar, conhecer e experimentar”, diz Marcelo Campos.

Os demais artistas convidados são: Afonso Tostes, Anna Linnemann, Barrão, Brígida Baltar, Camille Kachani, Gê Orthof, Jarbas Lopes, José Bento, Maria Laet, Pedro Varela e, do Atelier Gaia, Arlindo, Clóvis, Leonardo Lobão, Luiz Marques, Patricia Ruth, e Pedro Motta.

De segunda a sexta-feira, haverá palestras à noite, sempre às 19h. A programação abre com a jornalista e escritora Rosiska Darcy de Oliveira, em palestra intitulada “Pró-Saber… o quê?”; na terça, o teólogo e escritor Frei Betto falará sobre “Educação e espiritualidade”; quarta é a vez do psicanalista Joel Birman; quinta, “Cecília Meireles: poesia e educação” será o tema de Margarida Souza Neves. O filósofo Tomás Prado fecha a semana com a palestra “Distopia e lugares extraordinários”.

A música também estará presente, com shows dos grupos “Choro da Glória” e “Filhos do Samba”, uma apresentação do cantor e compositor Billy Blanco Jr, e dois concertos de orquestras formadas pela Ação Social pela Música do Brasil. Durante toda a semana, haverá visitas guiadas e atividades para crianças e adultos. Um café vai funcionar como ponto de encontro e confraternização.

Veja a programação completa:
www.prosaber.org.br/30anos

Sobre o Pró-Saber:

O Pró-Saber começou em 1987, como Centro de Estudos e Atendimento Psicopedagógico. Em 2004, foi autorizado pelo MEC a abrir o Instituto Superior de Educação, que forma professores que trabalham em creches e escolas públicas de Educação Infantil situadas em comunidades de baixa renda do Rio de Janeiro. Desde 2004, formaram-se ali 380 professores, cujo trabalho beneficiou e beneficia, direta e indiretamente, cerca de 24 mil pessoas, entre crianças, professores e profissionais de educação infantil em 133 creches de 67 comunidades.

Além do Atendimento Psicopedagógico e da Graduação de professores de Educação Infantil, o Pró-Saber oferece cursos de Pós-Graduação Lato Sensu em Psicopedagogia; e cursos de extensão nas áreas de Psicopedagogia, Arte, Filosofia, Educação e Psicanálise.

Seguindo sua proposta de reflexão continuada, o Pró-Saber promove seminários em forma de Laboratórios de Pensamento para instituições de ensino públicas e privadas, visando ampliar o debate sobre os desafios contemporâneos da Educação.

Saiba mais sobre o Pró-Saber em: www.prosaber.org.br

Sobre os curadores de “Constelar”:

Marcelo Campos é professor de História da Arte na UERJ, onde dirige o Departamento Cultural, responsável pela curadoria de exposições como “Orixás” (Casa França-Brasil)“ e “A Cor do Brasil”, com Paulo Herkenhoff, no Museu de Arte do Rio, e autor de “Escultura Contemporânea no Brasil”. Leila Scaf é arquiteta, e foi responsável por exposições como Debret e o Rio de Janeiro, no Centro Cultural dos Correios e Antônio Dias – O País inventado, no MAM-RJ.

Instituto Pró-Saber, Largo dos Leões 70
Telefones: 2266-7440 e 2537-6778
Horário de funcionamento: 10h às 20h
Entrada gratuita
Mais informações
Sandra Villela José: 99972-6666
sandravillelajo@gmail.com

Lucila Soares: 99159-8598

Soares.lucila@gmail.com
]]>
https://www.obrasdarte.com/exposicao-constelar-inaugura-a-festa-pelos-30-anos-do-pro-saber/feed/ 1
Lugares do Delírio https://www.obrasdarte.com/lugares-do-delirio/ https://www.obrasdarte.com/lugares-do-delirio/#comments Tue, 24 Jan 2017 13:47:17 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=33677-pt A partir de 7 de fevereiro de 2017

Conversa de galeria: 16h

O Museu de Arte do Rio – MAR, sob a gestão do Instituto Odeon, inaugura em 7 de fevereiro a exposição Lugares do delírio. Idealizada por Paulo Herkenhoff e com curadoria de Tania Rivera, a mostra apresenta cerca de 150 trabalhos – entre instalações, mapas, performances, pinturas e objetos – de diversos artistas, como Cildo Meireles, Laura Lima, Anna Maria Maiolino, Arthur Bispo do Rosário, Fernand Deligny, Lygia Clark, Raphael Domingues, Gustavo Speridião, Fernando Diniz, Cláudio Paiva, Geraldo Lúcio Aragão e outros. Trata-se de uma reflexão política e ética sobre loucura e arte. “A intenção é colocar em suspenso a delimitação entre o normal e o dito “louco”. A arte e a loucura têm em comum a força de transformação da realidade e isso está representado na exposição”, explica a curadora Tania Rivera, que é psicanalista e professora da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Publicidade: Banner Luiz Carlos de Andrade Lima

A palavra delírio significa algo que desvia dos padrões e cria novas configurações de realidade. E é por isso que ela é usada no título de uma mostra que traz trabalhos de artistas diagnosticados com algum transtorno psíquico, mas também de nomes conhecidos na arte, que produzem obras que recusam as vias tradicionais de representação ou que questionam de certa forma o que é chamado de loucura. Além disso, também apresenta o resultado do trabalho de artistas visuais em parceria com pacientes de instituições psiquiátricas. As obras estarão dispostas de maneira que se entrecruzem e comuniquem espacialmente. Há uma horizontalidade em todas as ações da exposição. “Queremos mostrar um aspecto lúdico e inusitado de transformação da realidade e organizar as obras para uma proposital contaminação visual”, conta Tania.

O que há de delirante na arte e o que há de reflexão sobre a loucura na arte são questionamentos que orientaram a pesquisa da curadoria, que organizou a exposição com uma grande diversidade de gêneros e linguagens. “Estamos trazendo artistas emblemáticos como Arthur Bispo do Rosário, que viveu mais de 50 anos internado em clínica psiquiátrica, mas também outros não tão conhecidos do público, como Luis Guides, de Porto Alegre, Maurício Flandeiro, do Ceará e Fernando Lima, de Belém, em um diálogo com importantes artistas contemporâneos como Cildo Meireles, Laura Lima e Anna Maria Maiolino, por exemplo”.

Após muitos anos sem expor na cidade, Anna Maria Maiolino fará, na abertura da exposição, uma performance com a participação de Sandra Lessa. Em “In Atto”, a artista acompanha, com sua presença delicada porém extremamente forte, o processo de liberação de uma mulher que se desvencilha de amarras. Laura Lima – que conta ter sido decisivo para sua decisão de se tornar artista acompanhar um surto de seu irmão – leva para a mostra a obra interativa “Novos costumes”, que são vestes em vinil que o público poderá experimentar. Em “Ascenseur”, uma mão por trás da parede aparecerá de forma inusitada, em busca de um molho de chaves. Ana Linnemann também vai tirar os visitantes do eixo com a instalação que vai mexer, literalmente, com uma das pilastras dos pilotis do museu.

A psiquiatra Nise da Silveira, que considerava a esquizofrenia um dos “estados inumeráveis do ser”, citando o artista e ator francês Antonin Artaud, é lembrada na mostra com trabalhos que fazem parte do acervo do Museu de Imagens do Inconsciente, criado por ela em 1952 no então denominado Centro Psiquiátrico Nacional, no Engenho de Dentro. Obras de Fernando Diniz e Raphael Domingues estarão na exposição, que também apresentará fotografias e desenhos de Geraldo Lúcio Aragão, que frequentou os ateliês de arte de Nise em fins dos anos 1950, mas apenas recentemente foi destacado do acervo da instituição.

A obra “Razão/Loucura” (1976), de Cildo Meireles, representa uma espécie de definição poética da exposição, trazendo uma reflexão sobre a sutil diferença entre razão e loucura. De Cildo, serão também exibidas 42 imagens da série de fotografias “Cottolengo”, feitas no hospital Vila de São José Bento Cottolengo em 1976. Uma delas foi utilizada na obra “Zero Cruzeiro”, da qual será apresentada a nova versão “Zero Real” (2013). Outra obra do artista presente na mostra é “Liverbeatlespool”, criada em 2004 para a Bienal de Liverpool, que consiste em uma bicicleta que vai circular pelo entorno do museu com alto-falantes que tocam ininterruptamente músicas dos Beatles sobrepostas e invertidas.

Pela primeira vez na cidade, Lugares do delírio traz ainda o trabalho do educador francês Fernand Deligny, morto em 1996, que influenciou autores como Gilles Deleuze e Félix Guattari. Na fronteira entre tratamento e arte, seus colaboradores traçaram mapas com gestos e deslocamentos de crianças e adolescentes autistas em áreas de convivência mantidas pelo educador a partir de fins dos anos 1960. De Deligny, a exposição apresenta ainda revistas com reproduções de desenhos e trechos de textos.

Lygia Clark também está na mostra, com a emblemática porém pouco conhecida “Camisa de Força”, de 1969. “A exposição afirma que os lugares do delírio são muitos e variados, e tenta assim explorar e questionar as fronteiras entre normal e patológico, entre arte e vida, entre o museu e o mundo”, convida Tania Rivera para a curadoria que dá continuidade ao projeto Arte e Sociedade no Brasil – dos quais fizeram parte as mostras O abrigo e o terreno (2013) e Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas (2014).

O Museu de Arte do Rio – MAR

O MAR é um espaço dedicado à arte e à cultura visual. Ocupa dois prédios na praça Mauá: um de estilo eclético, que abriga o Pavilhão de Exposições; outro em estilo modernista, onde funciona a Escola do Olhar. O projeto arquitetônico une as duas construções com uma cobertura fluida de concreto, que remete a uma onda – marca registrada do museu –, e uma rampa, por onde os visitantes chegam aos espaços expositivos.

Uma iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o MAR tem atividades que envolvem coleta, registro, pesquisa, preservação e devolução à comunidade de bens culturais. Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola – a Escola do Olhar –, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior, conjugando arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição.

O MAR é gerido pelo Instituto Odeon, uma organização social da Cultura, selecionada pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro por edital público. O museu tem o Grupo Globo como mantenedor, o BNDES como patrocinador da Reserva Técnica e apoiador da exposição Leopoldina, princesa da Independência, das artes e das ciências, a Petrobras também como apoiadora de Leopoldina, princesa da Independência, e a Repsol como apoiadora de exposição.

A Escola do Olhar tem o Sistema Fecomercio RJ, por meio do Sesc, como parceiro institucional, e conta com o Banco Votorantim e a Prodiel como apoiadores. A Brookfield apoia as visitas educativas. O programa MAR na Academia tem apoio da Dataprev e da Amil One Health via Lei Municipal de Incentivo à Cultura, e da Aliansce via Lei Rouanet. A Souza Cruz é copatrocinadora do Domingo no MAR.

O MAR conta também com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, e realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal do Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Serviço

Ingresso: R$ 20 I R$ 10 (meia-entrada) – pessoas com até 21 anos, estudantes de escolas particulares, universitários, pessoas com deficiência e servidores públicos da cidade do Rio de Janeiro. O MAR faz parte do Programa Carioca Paga Meia, que oferece meia-entrada aos cariocas e aos moradores da cidade do Rio de Janeiro em todas as instituições culturais vinculadas à Prefeitura. Apresente um documento comprobatório (identidade, comprovante de residência, contas de água, luz, telefone pagas com, no máximo, três meses de emissão) e retire o seu ingresso na bilheteria. Pagamento em dinheiro ou cartão (Visa ou Mastercard).

Bilhete Único: R$ 32 – R$ 16 (meia-entrada) cariocas e residentes no Rio de Janeiro, mediante apresentação de documentação ou comprovante de residência comprobatórios. Serão considerados documentos comprobatórios aqueles que contenham o local de nascimento, tais como RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc. Serão considerados comprovantes de residência os títulos de cobrança com no máximo 3 (três) meses de emissão, como serviços de água, luz, telefone fixo ou gás natural, devidamente acompanhado de documento oficial de identificação com foto (RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc.) do usuário.

Política de gratuidade: Não pagam entrada – mediante a apresentação de documentação comprobatória – alunos da rede pública (ensinos fundamental e médio), crianças com até cinco anos ou pessoas a partir de 60, professores da rede pública, funcionários de museus, grupos em situação de vulnerabilidade social em visita educativa, Vizinhos do MAR e guias de turismo. Às terças-feiras a entrada é gratuita para o público geral. Aos domingos a entrada é gratuita para portadores do Passaporte de Museus Cariocas que ainda não tiverem o carimbo do MAR. No último domingo do mês o museu tem entrada grátis para todos por meio do projeto Domingo no MAR.

Terça a domingo, das 10h às 17h. Às segundas o museu fecha ao público. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (55 21) 3031-2741 ou acesse o site www.museudeartedorio.org.br.

Endereço: Praça Mauá, 5 – Centro.

]]>
https://www.obrasdarte.com/lugares-do-delirio/feed/ 1
Caixa Cultural Brasília apresenta a série Jazz de Henri Matisse https://www.obrasdarte.com/caixa-cultural-brasilia-apresenta-a-serie-jazz-de-henri-matisse/ https://www.obrasdarte.com/caixa-cultural-brasilia-apresenta-a-serie-jazz-de-henri-matisse/#respond Thu, 13 Oct 2016 19:02:45 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=32352-pt

Não basta pôr cores, por muito belas que sejam, umas ao pé das outras, é preciso ainda que essas cores atuem umas sobre as outras. Senão é pura cacofonia. Jazz é um ritmo e uma significação”.

Henri Matisse, 1952

A Caixa Cultural Brasília inaugura dia 25 de outubro a exposição Henri Matisse – Jazz, com obras do pintor, desenhista e escultor francês Henri Matisse (1869-1954). A mostra reúne 20 pranchas impressas com a técnica au pochoir, feitas especialmente para o álbum Jazz, publicado em 1947. Foram impressos 250 álbuns, destes, dois estão no Brasil. As obras ora apresentadas pertencem ao exemplar 196, que integra o acervo dos Museus Castro Maya. A curadoria da exposição é de Anna Paola Baptista, curadora do Museu da Chácara do Céu.

Publicidade: Banner Luiz Carlos de Andrade Lima

“O mais belo livro de arte do século XX”, com estas palavras o crítico de arte Paulo Herkenhoff sintetiza o belíssimo conjunto de desenhos feitos com tesoura, técnica desenvolvida por Matisse no início da década de 1940. Obrigado a passar longos períodos na cama e na cadeira de rodas, recuperando-se de uma delicada cirurgia, o pintor primeiro dedicou-se ao desenho e à ilustração. Depois foi mais longe, combinando desenho e pintura em colagens feitas com papeis recortados e coloridos com guache. O artista já havia utilizado os papiers collés para o estudo da obra La danse (1909), mas foi a cumplicidade do editor e crítico Tériade que o incentivou a realizar um álbum só com papéis recortados, trabalho que mais tarde foi considerado como uma de suas obras mais importantes.

Durante os primeiros dois anos de trabalho Matisse experimentou cores e formas, utilizando folhas de papel que coloria com vivas e brilhantes cores de guache. Recortava até atingir o resultado que pretendia. O processo de edição do álbum, iniciado em 1942, durou cinco anos. O título foi definido em 1944 e a ideia de incluir texto, em 1946. As imagens variam da abstração a figuras de grande vivacidade, mescladas a um texto manuscrito impresso em fac-símile no qual Matisse tece observações sobre assuntos diversos. O próprio autor esclarece que a composição aborda assuntos ligados ao circo, contos populares e viagens, com ritmo identificável aos sons de uma orquestra de jazz. As pranchas em exposição são do exemplar 196, dos 250 originais impressos, e pertencem ao acervo dos Museus Castro Maya.

Serviço:

Exposição: Henri Matisse – Jazz
Abertura: 25 de outubro de 2016 – 19h
Visitação: de 26 de outubro a 23 de dezembro de 2016
Dias e horários: De terça a domingo, das 9 às 21 horas
Entrada Franca | Livre para todos os públicos
CAIXA Cultural Brasília – Galeria Vitrine
SBS Quadra 4 Lotes 3/4 Edifício anexo à matriz da CAIXA
Brasília/DF

( 61 3206-9448 | 61 3206-9449

www.caixacultural.com.br
]]>
https://www.obrasdarte.com/caixa-cultural-brasilia-apresenta-a-serie-jazz-de-henri-matisse/feed/ 0
MAR realiza curso de História do Rio de Janeiro: Linguagens do corpo carioca [A vertigem do Rio] https://www.obrasdarte.com/mar-realiza-curso-de-historia-do-rio-de-janeiro-linguagens-do-corpo-carioca-a-vertigem-do-rio/ https://www.obrasdarte.com/mar-realiza-curso-de-historia-do-rio-de-janeiro-linguagens-do-corpo-carioca-a-vertigem-do-rio/#respond Fri, 16 Sep 2016 17:54:47 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=31906-pt Sábados (17 e 24/9)
Das 10h às 12h30
Inscrições: www.museudeartedorio.org.br

O Museu de Arte do Rio – MAR, sob gestão do Instituto Odeon, promove nos dias 17 e 24 de setembro, o Curso de História do Rio de Janeiro: Linguagens do corpo carioca [A vertigem do Rio]. Nesta edição, o objetivo é fazer uma investigação da exposição homônima, que toma como ponto de partida o corpo de quem vive na cidade para pôr em discussão a identidade social como uma espécie de gíria gestual. O curso será realizado pelos professores e pesquisadores Jorge Luis Barbosa (17/09) e Adriana Facina (24/09).

Publicidade: Banner Luiz Carlos de Andrade Lima

Linguagens do corpo carioca [A vertigem do Rio] é resultado de uma vasta pesquisa realizada sob a curadoria de Paulo Herkenhoff e cocuradoria de Milton Guran. A exposição reúne 800 obras de artistas como Evandro Teixeira, Pierre Verger, Mario Testino, Bruno Veiga e Ana Stewart, entre outros nomes que captaram a essência da alma carioca por meio de seus trabalhos. A mostra tem o apoio do banco J.P. Morgan.

O Curso de História do Rio de Janeiro traça um panorama da história do Rio, tecendo percursos diversos sobre os lugares de fala e construção da memória da cidade a partir da relação com as exposições do MAR. As inscrições estão abertas por meio do site www.museudeartedorio.com.br e devem ser realizadas para cada atividade de interesse – a inscrição para a primeira aula não garante vaga para a segunda.

Serviço
Curso de História do Rio de Janeiro: Linguagens do corpo carioca [A vertigem do Rio]
17/09 – Jorge Luis Barbosa
24/09 – Adriana Facina
Horário: 10h às 12h30
Local: Auditório
Inscrições: www.museudeartedorio.org.br
* Devem ser realizadas para cada atividade de interesse.

.

O Museu de Arte do Rio – MAR

O MAR é um espaço dedicado à arte e à cultura visual. Ocupa dois prédios na praça Mauá: um de estilo eclético, que abriga o Pavilhão de Exposições; outro em estilo modernista, onde funciona a Escola do Olhar. O projeto arquitetônico une as duas construções com uma cobertura fluida de concreto, que remete a uma onda – marca registrada do museu –, e uma rampa, por onde os visitantes chegam aos espaços expositivos.

Uma iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o MAR tem atividades que envolvem coleta, registro, pesquisa, preservação e devolução à comunidade de bens culturais. Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola – a Escola do Olhar –, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior, conjugando arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição.

O MAR é gerido pelo Instituto Odeon, uma organização social da Cultura, selecionada pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro por edital público. O museu tem o Grupo Globo como mantenedor, o BNDES como apoiador de exposições, o Itaú como copatrocinador de Leopoldina, princesa da Independência, das artes e das ciências, e o J.P. Morgan como apoiador de Linguagens do corpo carioca [a vertigem do Rio]. A Escola do Olhar tem o Sistema Fecomercio RJ, por meio do Sesc, como parceiro institucional. Conta ainda com o apoio do Banco Votorantim e do Grupo Libra como apoiador das visitas educativas, e a Accenture e a Nova Rio como apoiadoras do MAR na Academia via Lei Municipal de Incentivo à Cultura. O projeto MAR de Música recebe apoio da TIM via Lei Estadual de Incentivo à Cultura e a Souza Cruz é copatrocinadora do Domingo no MAR. Conta ainda com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, e realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal do Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Serviço

Ingresso: R$ 10 I R$ 5 (meia-entrada) – pessoas com até 21 anos, estudantes de escolas particulares, universitários, pessoas com deficiência e servidores públicos da cidade do Rio de Janeiro. O MAR faz parte do Programa Carioca Paga Meia, que oferece meia-entrada aos cariocas e aos moradores da cidade do Rio de Janeiro em todas as instituições culturais vinculadas à Prefeitura. Apresente um documento comprobatório (identidade, comprovante de residência, contas de água, luz, telefone pagas com, no máximo, três meses de emissão) e retire o seu ingresso na bilheteria. Pagamento em dinheiro ou cartão (Visa ou Mastercard).

Bilhete Único: R$ 16 – R$ 8 (meia-entrada) cariocas e residentes no Rio de Janeiro, mediante apresentação de documentação ou comprovante de residência comprobatórios. Serão considerados documentos comprobatórios aqueles que contenham o local de nascimento, tais como RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc. Serão considerados comprovantes de residência os títulos de cobrança com no máximo 3 (três) meses de emissão, como serviços de água, luz, telefone fixo ou gás natural, devidamente acompanhado de documento oficial de identificação com foto (RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc.) do usuário.

Política de gratuidade: Não pagam entrada – mediante a apresentação de documentação comprobatória – alunos da rede pública (ensinos fundamental e médio), crianças com até cinco anos ou pessoas a partir de 60, professores da rede pública, funcionários de museus, grupos em situação de vulnerabilidade social em visita educativa, Vizinhos do MAR e guias de turismo. Às terças-feiras a entrada é gratuita para o público geral. Aos domingos a entrada é gratuita para portadores do Passaporte de Museus Cariocas que ainda não tiverem o carimbo do MAR. No último domingo do mês o museu tem entrada grátis para todos por meio do projeto Domingo no MAR.

Terça a domingo, das 10h às 17h. Às segundas o museu fecha ao público. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (55 21) 3031-2741 ou acesse o site www.museudeartedorio.org.br.

Endereço: Praça Mauá, 5 – Centro.

]]>
https://www.obrasdarte.com/mar-realiza-curso-de-historia-do-rio-de-janeiro-linguagens-do-corpo-carioca-a-vertigem-do-rio/feed/ 0
Terça-feira, dia 30, será o último dia para visitar o “Abaporu”, obra-prima de Tarsila do Amaral, no Museu de Arte do Rio – MAR https://www.obrasdarte.com/terca-feira-dia-30-sera-o-ultimo-dia-para-visitar-o-abaporu-obra-prima-de-tarsila-do-amaral-no-museu-de-arte-do-rio-mar/ https://www.obrasdarte.com/terca-feira-dia-30-sera-o-ultimo-dia-para-visitar-o-abaporu-obra-prima-de-tarsila-do-amaral-no-museu-de-arte-do-rio-mar/#respond Fri, 26 Aug 2016 12:59:13 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=31447-pt Abaporu de Tarsila do Amaral. Foto: Divulgação.

Abaporu de Tarsila do Amaral. Foto: Divulgação.

A obra “Abaporu” (1928), de Tarsila do Amaral, considerada a primeira dama do modernismo nacional, ficará no Museu de Arte do Rio – MAR só até a próxima terça-feira, dia 30 de agosto. O quadro, que faz parte do acervo do Malba, em Buenos Aires, retornou ao Rio de Janeiro pela primeira vez desde o começo do século XX para integrar temporariamente a mostra “A cor do Brasil”, em cartaz no MAR até o dia 15 de janeiro de 2017.

Sobre a exposição

A exposição A cor do Brasil traça a trajetória da arte brasileira desde o período colonial até o século XXI. A mostra reúne mais de 300 peças vindas da Argentina, do México e de outras 12 instituições espalhadas pelo Brasil, que cederam parte de seus acervos para a montagem da mais completa antologia da cor já apresentada na cidade do Rio de Janeiro.

O percurso é formado por obras-primas que vão de Frans Post – um dos mais importantes artistas neerlandeses, que no século XVII participou de expedição pelo nordeste do Brasil – a Tarsila do Amaral, considerada a primeira dama do modernismo nacional e autora de Abaporu (1928) e Antropofagia (1929), pinturas mundialmente conhecidas que retornam à cidade pela primeira vez desde o começo do século XX. O público também terá a oportunidade de apreciar o elogio da beleza nas cores de Eliseu Visconti e Beatriz Milhazes.

A exposição foi dividida em três galerias. A primeira delas, intitulada A transformação da luz e do ambiente ecológico em cor, é dedicada à visão sintética da paisagem. Retratos, paisagens e naturezas mortas cedem espaço para uma seleção do melhor do impressionismo no Brasil, enquanto a base filosófica da mudança de conceito poderá ser compreendida a partir do desafio lançado por Graça Aranha, que incentivou os artistas na transformação de luz em cor e do ambiente ecológico brasileiro em sensações plásticas. No mesmo ambiente, a cronologia segue para mostrar a modernidade introduzida por Anita Malfatti, Guignard, Goeldi, Portinari, Ismael Ney, Lasar Segall, Antonio Gomide e Flavio de Carvalho, entre outros.

A segunda sala, Modernidade e Autonomia da arte, é formada por diversos núcleos significativos. O grupo formado por Henrique Bernardelli, Bruno Lechowski, José Pancetti, Milton Dacosta, Quirino Campofiorito e Joaquim Tenreiro retratará a emancipação do regionalismo em prol da vontade de pintar. No mesmo espaço, há ainda núcleos formados pelos concretistas de são Paulo – Waldemar Cordeiro, Lothar Charoux, Geraldo De Barros, Hermelindo Fiaminghi, Luis Sacilootto e Judith Laund; os neoconcretos – Franz Weissmann, Hélio Oiticica, Lygia Pape, Aluisio Carvão, Decio Vieira, Willys de Castro, Barsotti e Osmar Dillon; os gestuais – Bandeira, Shiró, Tomie Ohtake, Mabe e Iberê Camargo; assim como parte da cena da cor no Rio formada por Eduardo Sued, Manfredo Souzaneto e Gonçalo Ivo.

Na terceira e última sala, Opinião, Tropicália, Geração 80 e Cor do Século XXI, o foco se torna a Cor do Rio, a partir de movimentos ocorridos na cidade: as mostras Opinião e Tropicália, a Sala Experimental do MAM e Geração 80. Para retratar a extensão do tema da cor no Brasil nas últimas seis décadas, foi feita uma reunião das obras de Anna Maria Maiolino, Antonio Dias, Carlos Vergara, Roberto Magalhães, Rubens Gerchmann, Wanda Pimentel, Tunga, Anna Bella Geiger, Katie van Scherpenberg e José Maria Dias da Cruz, professores da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Alcançando o século XXI, é realizada uma revisão da ideia do “nacional”, que tem na bandeira seu maior ícone. A exposição retoma as implicações e projetos políticos da cor na atualidade, indagando se existiria uma cor afro-brasileira na arte.

A cor do Brasil tem curadoria assinada por Paulo Herkenhoff e Marcelo Campos. A realização é da equipe do Instituto Odeon/Museu de Arte do Rio; produção de Maria Clara Rodrigues, da Imago Escritório de Arte; com arquitetura de Leila Scaf Rodrigues; e identidade gráfica de Fernando Leite.

Publicidade: Banner Luiz Carlos de Andrade Lima

O Museu de Arte do Rio

O MAR é um espaço dedicado à arte e à cultura visual. Instalado na Praça Mauá, ocupa dois prédios vizinhos: um mais antigo, tombado e de estilo eclético, que abriga o Pavilhão de Exposições; outro mais novo, de estilo modernista, onde funciona a Escola do Olhar. O projeto arquitetônico une as duas construções com uma cobertura fluida de concreto, que remete a uma onda – marca registrada do museu –, e uma rampa, por onde os visitantes chegam aos espaços expositivos.

Uma iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o MAR tem atividades que envolvem coleta, registro, pesquisa, preservação e devolução à comunidade de bens culturais. Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola – a Escola do Olhar –, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior, conjugando arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição.

O museu tem o Grupo Globo como mantenedor, o BNDES como apoiador de exposições, a Dow e o Banco Votorantim como apoiadores da Escola do Olhar, o Itaú como copatrocinador da exposição Rio Setecentista, quando o Rio virou Capital, a TIM como apoiadora do projeto MAR de Música, e o Grupo Libra como apoiador das visitas educativas. Conta ainda com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, e realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal do Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A gestão fica a cargo do Instituto Odeon.

Serviço MAR – Museu de Arte do Rio

Ingresso: R$ 10 I R$ 5 (meia-entrada) – pessoas com até 21 anos, estudantes de escolas particulares, universitários, pessoas com deficiência e servidores públicos da cidade do Rio de Janeiro. O MAR faz parte do Programa Carioca Paga Meia, que oferece meia-entrada aos cariocas e aos moradores da cidade do Rio de Janeiro em todas as instituições culturais vinculadas à Prefeitura. Apresente um documento comprobatório (identidade, comprovante de residência, contas de água, luz, telefone pagas com, no máximo, três meses de emissão) e retire o seu ingresso na bilheteria. Pagamento em dinheiro ou cartão (Visa ou Mastercard).

Bilhete Único: R$ 16 – R$ 8 (meia-entrada) cariocas e residentes no Rio de Janeiro, mediante apresentação de documentação ou comprovante de residência comprobatórios. Serão considerados documentos comprobatórios aqueles que contenham o local de nascimento, tais como RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc. Serão considerados comprovantes de residência os títulos de cobrança com no máximo 3 (três) meses de emissão, como serviços de água, luz, telefone fixo ou gás natural, devidamente acompanhado de documento oficial de identificação com foto (RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc.) do usuário.

Política de gratuidade: Não pagam entrada – mediante a apresentação de documentação comprobatória – alunos da rede pública (ensinos fundamental e médio), crianças com até cinco anos ou pessoas a partir de 60, professores da rede pública, funcionários de museus, grupos em situação de vulnerabilidade social em visita educativa, Vizinhos do MAR e guias de turismo. Às terças-feiras a entrada é gratuita para o público geral. Aos domingos a entrada é gratuita para portadores doPassaporte de Museus Cariocas que ainda não tiverem o carimbo do MAR. No último domingo do mês o museu tem entrada grátis para todos por meio do projeto Domingo no MAR.

Terça a domingo, das 10h às 17h. Às segundas o museu fecha ao público. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (55 21) 3031-2741 ou acesse o site www.museudeartedorio.org.br.

Endereço: Praça Mauá, 5 – Centro.

]]>
https://www.obrasdarte.com/terca-feira-dia-30-sera-o-ultimo-dia-para-visitar-o-abaporu-obra-prima-de-tarsila-do-amaral-no-museu-de-arte-do-rio-mar/feed/ 0
MAR abre A Cor do Brasil e traz o Abaporu ao Rio de Janeiro no período dos Jogos Olímpicos https://www.obrasdarte.com/mar-abre-a-cor-do-brasil-e-traz-o-abaporu-ao-rio-de-janeiro-no-periodo-dos-jogos-olimpicos/ https://www.obrasdarte.com/mar-abre-a-cor-do-brasil-e-traz-o-abaporu-ao-rio-de-janeiro-no-periodo-dos-jogos-olimpicos/#comments Wed, 27 Jul 2016 14:25:56 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=30720-pt A cor do Brasil

De 2 de agosto a 15 de janeiro de 2016
2º e 1º [galeria B] andar do Pavilhão de Exposições
Conversa de Galeria: 2 de agosto, às 11h

Abaporu de Tarsila do Amaral. Foto: Divulgação.

Abaporu de Tarsila do Amaral. Foto: Divulgação.

O Museu de Arte do Rio – MAR abre ao público A cor do Brasil, exposição que traça a trajetória da arte brasileira desde o período colonial até o século XXI. A mostra reúne mais de 300 peças, vindas da Argentina, do México e de outras 12 instituições espalhadas pelo Brasil, que cederam parte de seus acervos para a montagem da mais completa antologia da cor já apresentada na cidade do Rio de Janeiro.

O percurso é formado por obras-primas que vão de Frans Post – um dos mais importantes artistas neerlandeses, que no século XVII participou de expedição pelo nordeste do Brasil – a Tarsila do Amaral, considerada a primeira dama do modernismo nacional e autora de Abaporu (1928) e Antropofagia (1929), pinturas mundialmente conhecidas que retornam à cidade pela primeira vez desde o começo do século XX. O público também terá a oportunidade de apreciar o elogio da beleza nas cores de Eliseu Visconti e Beatriz Milhazes.

A exposição será dividida em três galerias. A primeira delas, intitulada A transformação da luz e do ambiente ecológico em cor, será dedicada à visão sintética da paisagem. Retratos, paisagens e naturezas mortas cedem espaço para uma seleção do melhor do impressionismo no Brasil, enquanto a base filosófica da mudança de conceito poderá ser compreendida a partir do desafio lançado por Graça Aranha, que incentivou os artistas na transformação de luz em cor e do ambiente ecológico brasileiro em sensações plásticas. No mesmo ambiente, a cronologia segue para mostrar a modernidade introduzida por Anita Malfatti, Guignard, Goeldi, Portinari, Ismael Ney, Lasar Segall, Antonio Gomide e Flavio de Carvalho, entre outros.

Publicidade: Banner Luiz Carlos de Andrade Lima

A segunda sala, Modernidade e Autonomia da arte, será formada por diversos núcleos significativos. O grupo formado por Henrique Bernardelli, Bruno Lechowski, José Pancetti, Milton Dacosta, Quirino Campofiorito e Joaquim Tenreiro retratará a emancipação do regionalismo em prol da vontade de pintar. No mesmo espaço, haverá ainda núcleos formados pelos concretistas de são Paulo – Waldemar Cordeiro, Lothar Charoux, Geraldo De Barros, Hermelindo Fiaminghi, Luis Sacilootto e Judith Laund; os neoconcretos – Lygia Clark, Franz Weissmann, Hélio Oiticica, Lygia Pape, Aluisio Carvão, Decio Vieira, Willys de Castro, Barsotti e Osmar Dillon; os gestuais – Bandeira, Shiró, Tomie Ohtake, Mabe e Iberê Camargo; assim como parte da cena da cor no Rio formada por Eduardo Sued, Manfredo Souzaneto e Gonçalo Ivo.

Na terceira e última sala, Opinião, Tropicália, Geração 80 e Cor do Século XXI, o foco se torna a Cor do Rio, a partir de movimentos ocorridos na cidade: as mostras Opinião e Tropicália, a Sala Experimental do MAM e Geração 80. Para retratar a extensão do tema da cor no Brasil nas últimas seis décadas, será feita uma reunião das obras de Anna Maria Maiolino, Antonio Dias, Carlos Vergara, Roberto Magalhães, Rubens Gerchmann, Wanda Pimentel, Tunga, Anna Bella Geiger, Katie van Scherpenberg e José Maria Dias da Cruz, professores da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Alcançando o século XXI, é realizada uma revisão da ideia do “nacional”, que tem na bandeira seu maior ícone. A exposição retoma as implicações e projetos políticos da cor na atualidade, indagando se existiria uma cor afro-brasileira na arte.

A cor do Brasil tem curadoria assinada por Paulo Herkenhoff e Marcelo Campos. A realização é da equipe do Instituto Odeon/Museu de Arte do Rio; produção de Maria Clara Rodrigues, da Imago Escritório de Arte; com arquitetura de Leila Scaf Rodrigues; e identidade gráfica de Fernando Leite. Para marcar a abertura da mostra, em 2 de agosto, o MAR, sob gestão do Instituto Odeon, promove uma Conversa de Galeria, às 11h, com a participação dos curadores.

Destaques da mostra, por Paulo Herkenhoff

Tarsila do Amaral – A tela Abaporu é emblemática do modernismo da Antropofagia, revela a cultura que absorve todas as contribuições em linguagem própria. De Buenos Aires virá o famoso Abaporu (1928), obra chave da modernidade brasileira, além de Antropofagia (1929), de igual significado;

Grimm e Castagneto. Dois fundadores da arte brasileira serão apresentados por paisagens que demonstram a sabedoria da cor;

Eliseu Visconti. A excelência do sábio pintor com cores cantantes;

Anita Malfatti. Como compreender o impacto da obra de Malfatti no modernismo. Seu núcleo tornará visível suas audácias na forma e na cor;

Três pintores estarão representados por suas obras magnas: Antonio Gomide com o Retrato de Vera Azevedo (final da déc. 1920); o Autorretrato (1927), de Ismael Nery, no qual ele se representa entre o Pão-de-açúcar e a Torre Eiffel; e o dramático e monumental Navio de Emigrantes (1939) de Lasar Segall.

Volpi. O grande artista da cor brasileira será apresentado por um conjunto delicado de telas dos anos 50 e 60, a maioria nunca exposta no Rio.

O Museu de Arte do Rio

O MAR é um espaço dedicado à arte e à cultura visual. Ocupa dois prédios na praça Mauá: um de estilo eclético, que abriga o Pavilhão de Exposições; outro em estilo modernista, onde funciona a Escola do Olhar. O projeto arquitetônico une as duas construções com uma cobertura fluida de concreto, que remete a uma onda – marca registrada do museu –, e uma rampa, por onde os visitantes chegam aos espaços expositivos.

Uma iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o MAR tem atividades que envolvem coleta, registro, pesquisa, preservação e devolução à comunidade de bens culturais. Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola – a Escola do Olhar –, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior, conjugando arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição.

O MAR é gerido pelo Instituto Odeon, uma organização social da Cultura, selecionada pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro por edital público. O museu tem o Grupo Globo como mantenedor, o Itaú como copatrocinador de Leopoldina, princesa da Independência, das artes e das ciências, e o J.P. Morgan como apoiador de Linguagens do corpo carioca [a vertigem do Rio]. Para as atividades da Escola do Olhar, conta-se com o apoio do Banco Votorantim e o Grupo Libra como apoiador das visitas educativas, e a Accenture como apoiadora do MAR na Academia via Lei Municipal de Incentivo à Cultura. O projeto MAR de Música recebe apoio da TIM via Lei Estadual de Incentivo à Cultura e a Souza Cruz é copatrocinadora do Domingo no MAR. Conta ainda com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, e realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal do Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A gestão do MAR é do Instituto Odeon.

Serviço MAR – Museu de Arte do Rio

Ingresso: R$ 10 I R$ 5 (meia-entrada) – pessoas com até 21 anos, estudantes de escolas particulares, universitários, pessoas com deficiência e servidores públicos da cidade do Rio de Janeiro. O MAR faz parte do Programa Carioca Paga Meia, que oferece meia-entrada aos cariocas e aos moradores da cidade do Rio de Janeiro em todas as instituições culturais vinculadas à Prefeitura. Apresente um documento comprobatório (identidade, comprovante de residência, contas de água, luz, telefone pagas com, no máximo, três meses de emissão) e retire o seu ingresso na bilheteria. Pagamento em dinheiro ou cartão (Visa ou Mastercard).

Bilhete Único: R$ 16 – R$ 8 (meia-entrada) cariocas e residentes no Rio de Janeiro, mediante apresentação de documentação ou comprovante de residência comprobatórios. Serão considerados documentos comprobatórios aqueles que contenham o local de nascimento, tais como RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc. Serão considerados comprovantes de residência os títulos de cobrança com no máximo 3 (três) meses de emissão, como serviços de água, luz, telefone fixo ou gás natural, devidamente acompanhado de documento oficial de identificação com foto (RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc.) do usuário.

Política de gratuidade: Não pagam entrada – mediante a apresentação de documentação comprobatória – alunos da rede pública (ensinos fundamental e médio), crianças com até cinco anos ou pessoas a partir de 60, professores da rede pública, funcionários de museus, grupos em situação de vulnerabilidade social em visita educativa, Vizinhos do MAR e guias de turismo. Às terças-feiras a entrada é gratuita para o público geral. Aos domingos a entrada é gratuita para portadores do Passaporte de Museus Cariocas que ainda não tiverem o carimbo do MAR. No último domingo do mês o museu tem entrada grátis para todos por meio do projeto Domingo no MAR.

Terça a domingo, das 10h às 17h. Às segundas o museu fecha ao público. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (55 21) 3031-2741 ou acesse o site www.museudeartedorio.org.br.

Endereço: Praça Mauá, 5 – Centro.

]]>
https://www.obrasdarte.com/mar-abre-a-cor-do-brasil-e-traz-o-abaporu-ao-rio-de-janeiro-no-periodo-dos-jogos-olimpicos/feed/ 2
Leopoldina, a princesa da Independência, das artes e das ciências https://www.obrasdarte.com/leopoldina-a-princesa-da-independencia-das-artes-e-das-ciencias/ https://www.obrasdarte.com/leopoldina-a-princesa-da-independencia-das-artes-e-das-ciencias/#comments Fri, 08 Jul 2016 14:00:45 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=30274-pt De 12 de julho de 2016 a 26 de junho de 2017
3º andar do Pavilhão de Exposições
Conversa de Galeria: 12 de julho, às 11h

Leopoldina, a princesa da Independência, das artes e das ciências. Foto: Divulgação.

Leopoldina, a princesa da Independência, das artes e das ciências. Foto: Divulgação.

O Museu de Arte do Rio – MAR, sob a gestão do Instituto Odeon, inaugura Leopoldina, a princesa da Independência, das artes e das ciências. Para apresentar ao público a vida de uma das personalidades mais importantes no processo de emancipação do Brasil às vésperas da efeméride dos 200 anos de sua chegada ao Rio, em 5 de novembro de 1817, a exposição reúne aproximadamente 350 peças – entre obras de arte, iconografia, documentos, vestuário e mobiliário, além de itens de botânica, zoologia e mineralogia. A exposição tem o patrocínio da Petrobras, o Itaú como copatrocinador, além do BNDES, da Granado e da Andritz Group como apoiadores.

Pela primeira vez uma mostra toma conta da passarela que liga a Escola do Olhar ao Pavilhão de Exposições. O espaço será ocupado com uma cronologia narrativa dos principais fatos da vida da Princesa Leopoldina, desde seu nascimento, em 1797, na Áustria, até sua morte em 1826. Nesse contexto, o grande destaque é a coleção de documentos, recém-adquiridos pelo museu, sobre o Congresso de Viena que, realizado em 1815, reorganizou os poderes do continente, então fragmentado por guerras e revoluções. O visitante também poderá entender que o próprio casamento – realizado inicialmente à distância, via procuração – era uma estratégia muito usada pelo país da Europa Ocidental e foi parte dessa tentativa de rever os poderes hegemônicos europeus, expandindo as relações diplomáticas entre Portugal e Áustria.

A chegada da Princesa abriu as portas das Américas em termos tanto comerciais como culturais e sociais. A exposição faz uma ambientação com móveis da época, que poderiam ter sido usados no Palácio de São Cristóvão, assim como objetos que de fato faziam parte do enxoval, como peças de louça com o monograma do casal. Completar essa atmosfera ficará a cargo do visitante, que poderá usar telas interativas para escolher músicas do período. A vida de D. Leopoldina na cidade também será apresentada por meio de cartas que revelavam sua solidão – aguçada pelas dificuldades da língua e do lugar da mulher na sociedade colonial patriarcal –, suas angústias e estratégias para superar as condições de vida no Brasil, agravadas pelo forte calor e grande quantidade de insetos.

Publicidade: Banner Luiz Carlos de Andrade Lima

Cabe ressaltar as relações de tensão e diversidade cultural vividas por Leopoldina no seu encontro com o contexto social marcado pela escravização de negros e indígenas, questão a qual se dedica um dos núcleos da exposição.

A atuação da Princesa Leopoldina no processo de independência será evidenciada em pinturas e documentos do período que demonstram sua forte articulação política. A mostra lembra a reunião do Conselho de Ministros, presidida por ela, que decidiu pela emancipação do Brasil e terminaria dias depois com o ato simbólico de D. Pedro às margens do rio Ipiranga, declarando a Independência. Essa atribuição heroica ao príncipe regente, que deixa de lado o importante papel de sua esposa, será problematizada pela exposição. Por fim, a mostra lança um olhar para o legado e a forma como sua imagem e trajetória aderiram à história do país. Mesmo com sua morte prematura, aos 29 anos e somente nove após sua chegada aqui, Leopoldina inspirou o nome de ruas, cidades, estações de trem e até mesmo escolas de samba.

Leopoldina, a princesa da Independência, das artes e das ciências tem curadoria assinada por Luis Carlos Antonelli, Paulo Herkenhoff e Solange Godoy, e curadoria adjunta por Pieter Tjabbes. A mostra ocupará integralmente o terceiro andar da instituição, que é dedicado ao Rio de Janeiro.

Para marcar a abertura, às 11h, além da tradicional Conversa de Galeria aberta ao público, uma apresentação de música com Rosana Lanzelotte — em pianoforte, cópia do utilizado por Leopoldina, construído por Anton Walter em 1805 — e Anton Carballo, violinista integrante da Orquestra Sinfônica Brasileira. Na ocasião, será apresentada uma Sonata do austríaco Sigismund Neukomm (1778 – 1858), composta para pianoforte e violino, escrita no Rio de Janeiro em 1819. Este projeto foi contemplado pelo edital de Fomento Olímpico da Secretaria Municipal de Cultura, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

O Museu de Arte do Rio

O MAR é um espaço dedicado à arte e à cultura visual. Instalado na Praça Mauá, ocupa dois prédios vizinhos: um mais antigo, tombado e de estilo eclético, que abriga o Pavilhão de Exposições; outro mais novo, de estilo modernista, onde funciona a Escola do Olhar. O projeto arquitetônico une as duas construções com uma cobertura fluida de concreto, que remete a uma onda – marca registrada do museu –, e uma rampa, por onde os visitantes chegam aos espaços expositivos.

Uma iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o MAR tem atividades que envolvem coleta, registro, pesquisa, preservação e devolução à comunidade de bens culturais. Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola – a Escola do Olhar –, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior, conjugando arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição.

O museu tem o Grupo Globo como mantenedor, a Petrobras como patrocinadora via Lei Estadual de Incentivo à Cultura da exposição Leopoldina, a princesa da independência, das artes e das ciências, o Itaú como copatrocinador, além do BNDES, da Granado e da Andritz Group como apoiadores da mostra. O banco J.P. Morgan apoia a exposição Linguagens do corpo carioca [a vertigem do Rio]. Para as atividades da Escola do Olhar, o MAR conta com o apoio da Dow e do Banco Votorantim, o Grupo Libra como apoiador das visitas educativas, e a Accenture como apoiadora do MAR na Academia via Lei Municipal de Incentivo à Cultura. O projeto MAR de Música recebe apoio da TIM e a Souza Cruz é copatrocinadora do Domingo no MAR. Conta ainda com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, e realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal do Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A gestão fica a cargo do Instituto Odeon.

Serviço MAR – Museu de Arte do Rio

Ingresso: R$ 10 I R$ 5 (meia-entrada) – pessoas com até 21 anos, estudantes de escolas particulares, universitários, pessoas com deficiência e servidores públicos da cidade do Rio de Janeiro. O MAR faz parte do Programa Carioca Paga Meia, que oferece meia-entrada aos cariocas e aos moradores da cidade do Rio de Janeiro em todas as instituições culturais vinculadas à Prefeitura. Apresente um documento comprobatório (identidade, comprovante de residência, contas de água, luz, telefone pagas com, no máximo, três meses de emissão) e retire o seu ingresso na bilheteria. Pagamento em dinheiro ou cartão (Visa ou Mastercard).

Bilhete Único: R$ 16 – R$ 8 (meia-entrada) cariocas e residentes no Rio de Janeiro, mediante apresentação de documentação ou comprovante de residência comprobatórios. Serão considerados documentos comprobatórios aqueles que contenham o local de nascimento, tais como RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc. Serão considerados comprovantes de residência os títulos de cobrança com no máximo 3 (três) meses de emissão, como serviços de água, luz, telefone fixo ou gás natural, devidamente acompanhado de documento oficial de identificação com foto (RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc.) do usuário.

Política de gratuidade: Não pagam entrada – mediante a apresentação de documentação comprobatória – alunos da rede pública (ensinos fundamental e médio), crianças com até cinco anos ou pessoas a partir de 60, professores da rede pública, funcionários de museus, grupos em situação de vulnerabilidade social em visita educativa, Vizinhos do MAR e guias de turismo. Às terças-feiras a entrada é gratuita para o público geral. Aos domingos a entrada é gratuita para portadores do Passaporte de Museus Cariocas que ainda não tiverem o carimbo do MAR. No último domingo do mês o museu tem entrada grátis para todos por meio do projeto Domingo no MAR.

Terça a domingo, das 10h às 17h. Às segundas o museu fecha ao público. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (55 21) 3031-2741 ou acesse o site www.museudeartedorio.org.br.

Endereço: Praça Mauá, 5 – Centro.

]]>
https://www.obrasdarte.com/leopoldina-a-princesa-da-independencia-das-artes-e-das-ciencias/feed/ 3
Mar abre expo “Ao amor do público I” https://www.obrasdarte.com/mar-abre-expo-ao-amor-do-publico-i/ https://www.obrasdarte.com/mar-abre-expo-ao-amor-do-publico-i/#respond Tue, 08 Mar 2016 19:56:09 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=28802-pt Ao amor do público I – Doações na ArtRio
(2012-2015) e MinC/Funarte – Homenagem a
Cely Mesquita

De 8 de março a 24 de abril de 2016
1º andar do pavilhão de exposições
Conversa de galeria: 8 de março, às 11h

O Museu de Arte do Rio – MAR, sob a gestão do Instituto Odeon, abre a exposição Ao amor do público I – Doações na ArtRio (2012-2015) e MinC/Funarte – Homenagem a Cely Mesquita. Com curadoria de Paulo Herkenhoff, a mostra faz parte das comemorações pelo terceiro aniversário do museu e apresenta ao público um recorte do acervo que vem sendo montado desde antes de sua inauguração, em 1º de março de 2013, e hoje conta com mais de cinco mil peças. A exposição faz ainda uma homenagem a Cely Mesquita, cuja generosidade contribuiu na formação do Fundo Cely, Ronie e Conrado Mesquita.

Serão exibidas cerca de 300 obras que foram doadas ao MAR ao longo das últimas edições da ArtRio, feira internacional de arte realizada no Rio de Janeiro. A mostra, que ficará em cartaz por um mês e meio, contempla ainda doações recentes feitas por meio de editais da Funarte, como um conjunto expressivo da produção de Vera Chaves Barcellos (RS), o que torna o MAR um centro de referência de sua obra. Moradia popular brasileira, série de caráter social de Evandro Salles (RJ), e Natureza morta, fotografias que inquietam cartografias e identidades do Rio, de Louise Ganz e Ines Linke (MG).

Para celebrar a abertura da mostra, no dia 8 de maço, às 11h, curador e artistas participam de uma Conversa de Galeria aberta ao público. A exposição fica em cartaz até 24 de abril e ocupa o 1º andar do Pavilhão de Exposições.

Publicidade: Banner Luiz Carlos de Andrade Lima

O Museu de Arte do Rio

O MAR é um espaço dedicado à arte e à cultura visual. Instalado na Praça Mauá, ocupa dois prédios vizinhos: um mais antigo, tombado e de estilo eclético, que abriga o Pavilhão de Exposições; outro mais novo, de estilo modernista, onde funciona a Escola do Olhar. O projeto arquitetônico une as duas construções com uma cobertura fluida de concreto, que remete a uma onda – marca registrada do museu –, e uma rampa, por onde os visitantes chegam aos espaços expositivos.

O MAR, uma iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho, tem atividades que envolvem coleta, registro, pesquisa, preservação e devolução à comunidade de bens culturais. Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola – a Escola do Olhar –, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior, conjugando arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição.

O museu tem o Grupo Globo como mantenedor, o BNDES como apoiador de exposições, a Dow e o Banco Votorantim como apoiadores da Escola do Olhar e o Grupo Libra como apoiador das visitas educativas. Conta ainda com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, e realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal do Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A gestão fica a cargo do Instituto Odeon.

Serviço MAR – Museu de Arte do Rio

Ingresso: R$ 10 I R$ 5 (meia-entrada) – pessoas com até 21 anos, estudantes de escolas particulares, universitários, pessoas com deficiência e servidores públicos da cidade do Rio de Janeiro. O MAR faz parte do Programa Carioca Paga Meia, que oferece meia-entrada aos cariocas e aos moradores da cidade do Rio de Janeiro em todas as instituições culturais vinculadas à Prefeitura. Apresente um documento comprobatório (identidade, comprovante de residência, contas de água, luz, telefone pagas com, no máximo, três meses de emissão) e retire o seu ingresso na bilheteria. Pagamento em dinheiro ou cartão (Visa ou Mastercard).

Bilhete Único: R$ 16 – R$ 8 (meia-entrada) cariocas e residentes no Rio de Janeiro, mediante apresentação de documentação ou comprovante de residência comprobatórios. Serão considerados documentos comprobatórios aqueles que contenham o local de nascimento, tais como RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc. Serão considerados comprovantes de residência os títulos de cobrança com no máximo 3 (três) meses de emissão, como serviços de água, luz, telefone fixo ou gás natural, devidamente acompanhado de documento oficial de identificação com foto (RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc.) do usuário.

Política de gratuidade: Não pagam entrada – mediante a apresentação de documentação comprobatória – alunos da rede pública (ensinos fundamental e médio), crianças com até cinco anos ou pessoas a partir de 60, professores da rede pública, funcionários de museus, grupos em situação de vulnerabilidade social em visita educativa, Vizinhos do MAR e guias de turismo. Às terças-feiras a entrada é gratuita para o público geral. Aos domingos a entrada é gratuita para portadores do Passaporte de Museus Cariocas que ainda não tiverem o carimbo do MAR. No último domingo do mês o museu tem entrada grátis para todos por meio do projeto Domingo no MAR.

Terça a domingo, das 10h às 17h. Às segundas o museu fecha ao público. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (55 21) 3031-2741 ou acesse o site www.museudeartedorio.org.br.

Endereço: Praça Mauá, 5 – Centro.

]]>
https://www.obrasdarte.com/mar-abre-expo-ao-amor-do-publico-i/feed/ 0
Fernando Lindote: trair Macunaíma e avacalhar o Papagaio https://www.obrasdarte.com/fernando-lindote-trair-macunaima-e-avacalhar-o-papagaio/ https://www.obrasdarte.com/fernando-lindote-trair-macunaima-e-avacalhar-o-papagaio/#comments Mon, 30 Nov 2015 17:07:47 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=27027-pt De 1º de dezembro de 2015 a 24 de abril de 2016

Andar térreo do Pavilhão de Exposições

O ponto de partida da mostra é o início da experiência de Lindote como aluno do cartunista Renato Canini – principal ilustrador brasileiro do Zé Carioca, o papagaio da Disney. A ave com as cores do Brasil – criada em 1942, quando os Estados Unidos buscavam ampliar o poder simbólico de políticas culturais e de diplomacia com a América do Sul – foi muito importante na carreira de Lindote e permeia até hoje sua obra, sendo constantemente revisitada e reinventada, assim como outros personagens estrangeiros com forte entrada na América Latina. As operações mórficas realizadas por Lindote no papagaio – e também por outros nomes – realizam um diálogo com o imaginário constituído desde a chegada do Europeu em nosso continente, o que originou alegorias da América, simbologias do Brasil e representações do Rio de Janeiro. A obra do artista que nomeia a exposição aponta a profunda relação da arte brasileira com a iconografia estrangeira que sempre debruçou seu olhar sobre a natureza tropical.

O primeiro núcleo apresenta o início da trajetória de Fernando Lindote nas artes focando na relação entre o artista e Renato Canini. Para contextualizar, a exposição também traz ilustrações de nomes como J. Carlos, Rivane Neueschwander, Glauco, Cláudio Tozzi, assim como exemplares de gibis do Zé Carioca, revista Cacique e O Pasquim. A segunda parte foca na biodiversidade presente nas representações da natureza dos trópicos, tendo o papagaio como um dos símbolos nacionais. O núcleo mostra as relações entre os imaginários dos nativos e dos colonizadores em relação à biodiversidade com obras de Lindote, Francisca Manuela Valadão, Albert Eckhout, Sérgio Allevato, Walmor Corrêa, Milton Guran, Ana Miguel e porcelanas Art Déco.

Publicidade: Banner Luiz Carlos de Andrade Lima

O terceiro módulo é composto por um grande número de obras produzidas por Lindote nos anos 1990 e 2015, principalmente, e que abordam a operação mórfica como procedimento plástico do artista, formador de um universo composto por escorrimentos e viscosidades. Completam esta terceira parte trechos do filme Saludos, amigos (Disney, 1948). A construção do imaginário da diversidade cultural através de representações do Rio de Janeiro conceitua o último núcleo. As obras aqui – além de bibelôs, cartões postais, tecidos, fotografias e personagens ícones do Rio e do Brasil – discutem o modo como a cidade foi usada na era das culturas de massa, consolidando-a como um espaço reconhecido internacionalmente por sua capacidade de configurar símbolos plásticos e gráficos.

Fernando Lindote: trair Macunaíma e avacalhar o Papagaio ocupará o térreo do Pavilhão de Exposições do MAR entre 1º de dezembro de 2015 a 24 de abril de 2016. Para marcar a abertura, às 11h acontece a Conversa de Galeria com a participação de Fernando Lindote, Paulo Herkenhoff, Clarissa Diniz e Leno Veras.

O Museu de Arte do Rio

O MAR é um espaço dedicado à arte e à cultura visual. Instalado na Praça Mauá, ocupa dois prédios vizinhos: um mais antigo, tombado e de estilo eclético, que abriga o Pavilhão de Exposições; outro mais novo, de estilo modernista, onde funciona a Escola do Olhar. O projeto arquitetônico une as duas construções com uma cobertura fluida de concreto, que remete a uma onda – marca registrada do museu –, e uma rampa, por onde os visitantes chegam aos espaços expositivos.

O MAR, uma iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho, tem atividades que envolvem coleta, registro, pesquisa, preservação e devolução à comunidade de bens culturais. Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola – a Escola do Olhar –, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior, conjugando arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição.

O museu tem o Grupo Globo como mantenedor, o patrocínio da BG Brasil como mantenedora, além da Souza Cruz e Itaú como Copatrocinadores, Dow como apoiador da Escola do Olhar e Brookfield como apoiador de Visitas Educativas. Conta ainda com o patrocínio da Braskem por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio de Janeiro, com o Apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, e da realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal do Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A gestão fica a cargo do Instituto Odeon.

Serviço MAR – Museu de Arte do Rio

Ingresso: R$ 8 I R$ 4 (meia-entrada) – pessoas com até 21 anos, estudantes de escolas particulares, universitários, pessoas com deficiência e servidores públicos da cidade do Rio de Janeiro. Pagamento em dinheiro ou cartão (Visa ou Mastercard).

Política de gratuidade: Não pagam entrada – mediante a apresentação de documentação comprovatória – alunos da rede pública (ensinos fundamental e médio), crianças com até cinco anos ou pessoas a partir de 60, professores da rede pública, funcionários de museus, grupos em situação de vulnerabilidade social em visita educativa, Vizinhos do MAR e guias de turismo. Às terças-feiras a entrada é gratuita para o público geral. Aos domingos a entrada é gratuita para portadores do Passaporte de Museus Cariocas que ainda não tiverem o carimbo do MAR. No último domingo do mês o museu tem entrada grátis para todos por meio do projeto Domingo no MAR.

Horário especial de visitação no verão: Terças, das 10h às 19h. De quarta a domingo, das 10h às 17h. Às segundas o museu fecha ao público. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (55 21) 3031-2741 ou acesse o site www.museudeartedorio.org.br.

Endereço: Praça Mauá, 5 – Centro. Confira no mapa:

]]>
https://www.obrasdarte.com/fernando-lindote-trair-macunaima-e-avacalhar-o-papagaio/feed/ 1
MAR inaugura a exposição “Rio Setecentista, quando o Rio virou capital” https://www.obrasdarte.com/mar-inaugura-a-exposicao-rio-setecentista-quando-o-rio-virou-capital/ https://www.obrasdarte.com/mar-inaugura-a-exposicao-rio-setecentista-quando-o-rio-virou-capital/#comments Fri, 03 Jul 2015 18:15:10 +0000 http://www.obrasdarte.com/?p=22809-pt Rio Setecentista, quando o Rio virou capital

De 7 de julho de 2015 a 8 de maio de 2016
3º andar do Pavilhão de Exposições
Conversa de Galeria: 7 de julho, às 11h

Obra em exposição. Foto: Divulgação.

Obra em exposição. Foto: Divulgação.

São cerca de 700 peças – incluindo vasta documentação, objetos da época, ilustrações, pinturas, artefatos religiosos e obras de arte contemporânea – de artistas anônimos e aclamados como Mestre Valentim, Adriana Varejão, Guignard, Augusto Malta, Vasco Araújo, Pierre Verger, Carlos Julião, Rugendas e Debret, entre outros. A mostra aborda aspectos civis e religiosos da época, conduzindo o visitante por um percurso que tem início logo após o descobrimento e segue até a chegada da família real portuguesa, em 1808, em uma história marcada por sonhos e guerras desde seu nascimento.

Pela primeira vez, o MAR apresenta de forma ampla sua coleção de arte sacra e, junto a artefatos vindos de diversas igrejas da cidade e itens de acervos particulares, o conjunto ressalta o valor artístico e cultural desse patrimônio. Um dos grandes nomes do período, Mestre Valentim – responsável por esculturas e talhas religiosas, bem como diversos monumentos civis espalhados pelo Rio – será representado por meio de obras originais e reproduções. O visitante também terá acesso a peças grandes do barroco e do rococó brasileiro. Os dois estilos, conhecidos por suas semelhanças, terão suas diferenças apresentadas numa multiprojeção criada especialmente para a exposição. O núcleo abordará ainda as religiões afro-brasileira e judaica.

Ao final do século 17, com a descoberta de ouro nas regiões de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, a cidade passa a ser vista como um importante ponto de escoamento do minério. A partir de então tem início o processo de urbanização e embelezamento do Rio, com aterramentos, calçamento de ruas, desenvolvimento dos transportes e a construção de parques e chafarizes. Multiplica-se a população da cidade e cria-se um novo perfil étnico e cultural. Portugueses de Goa e Macau introduzem novas tintas às cores locais e cruzam com uma nova leva de colonos oriundos das diversas regiões da metrópole e com todo tipo de “forasteiros”. Ao mesmo tempo, cresce exponencialmente o comércio de escravos, vindos de todas as partes da África. As tensões raciais ainda latentes e o desenvolvimento cíclico da cidade são trazidos para o contexto da atualidade por meio de obras de arte contemporânea que trazem à tona o debate.

Já em meados do século 18, as ideias do Iluminismo começam a chegar à colônia – trazidas por jovens da elite enviados para estudar em Portugal. Aqui a cultura jesuítica começa dar lugar ao Neoclassicismo e o Rio se torna um centro de relevância política, econômica, social e cultural. Uma das grandes influências no Brasil é o início das tentativas de independência e, por isso, a mostra terá uma parte dedicada a Tiradentes. Julgado no Rio de Janeiro, Joaquim da Silva Xavier foi um dos líderes da Inconfidência Mineira, movimento de emancipação que abriu precedentes para outras revoluções. O visitante poderá ver, pela primeira vez, o machado que esquartejou Tiradentes – segundo relatos –, além de diversos objetos e documentos.

A mostra ocupará integralmente o terceiro andar do Pavilhão de Exposições, espaço dedicado ao debate de questões relativas à cidade do Rio de Janeiro. Para marcar a abertura, no dia 7 de julho, às 11h, acontece uma Conversa de Galeria aberta ao público, com a participação dos curadores da mostra. Rio Setecentista, quando o Rio virou capital fica em cartaz 8 de maio de 2016.

O Museu de Arte do Rio

O MAR é um espaço dedicado à arte e à cultura visual. Instalado na Praça Mauá, ocupa dois prédios vizinhos: um mais antigo, tombado e de estilo eclético, que abriga o Pavilhão de Exposições; outro mais novo, de estilo modernista, onde funciona a Escola do Olhar. O projeto arquitetônico une as duas construções com uma cobertura fluida de concreto, que remete a uma onda – marca registrada do museu –, e uma rampa, por onde os visitantes chegam aos espaços expositivos.

O MAR, uma iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho, tem atividades que envolvem coleta, registro, pesquisa, preservação e devolução à comunidade de bens culturais. Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola – a Escola do Olhar –, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior, conjugando arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição.

O museu tem o Grupo Globo como mantenedor, a BG Brasil como patrocinadora e o copatrocínio do Itaú, além do apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e a realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A gestão fica a cargo do Instituto Odeon, uma associação privada, sem fins lucrativos, que tem a missão de promover a cidadania e o desenvolvimento socioeducacional por meio da realização de projetos culturais.

Serviço MAR – Museu de Arte do Rio

Ingresso: R$ 8 I R$ 4 (meia-entrada) – pessoas com até 21 anos, estudantes de escolas particulares, universitários, pessoas com deficiência e servidores públicos da cidade do Rio de Janeiro. Pagamento em dinheiro ou cartão (Visa ou Mastercard).

Política de gratuidade: Não pagam entrada – mediante a apresentação de documentação comprovatória – alunos da rede pública (ensinos fundamental e médio), crianças com até cinco anos ou pessoas a partir de 60, professores da rede pública, funcionários de museus, grupos em situação de vulnerabilidade social em visita educativa, Vizinhos do MAR e guias de turismo. Às terças-feiras a entrada é gratuita para o público geral. Aos domingos a entrada é gratuita para portadores do Passaporte de Museus Cariocas que ainda não tiverem o carimbo do MAR. No último domingo do mês o museu tem entrada grátis para todos por meio do projeto Domingo no MAR.

De terça a domingo, das 10h às 17h. Às segundas o museu fecha ao público. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (55 21) 3031-2741 ou acesse o site www.museudeartedorio.org.br.

Endereço: Praça Mauá, 5 – Centro. Confira como chegar:

.

Assessoria de Imprensa

Approach Comunicação Integrada

Approach Comunicação Integrada

Adriane Constante – Atendimento
adriane.constante@approach.com.br

João Veiga – Atendimento
joao.veiga@approach.com.br

(21) 3461-4616 – ramal 170

.

WEBSITE obrasdarte.com:
Logo do Site Obras de Arte
Artistas Contemporâneos
Galeria de Obras de Arte
Google +
| Facebook Fan Page | Twitter

]]>
https://www.obrasdarte.com/mar-inaugura-a-exposicao-rio-setecentista-quando-o-rio-virou-capital/feed/ 4