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Exposição “Minha terra tem palmeiras”, curadoria de Bruno Miguel. Divulgação.

Exposição “Minha terra tem palmeiras” reúne 40 obras de 15 artistas na Caixa Cultural São Paulo

Mostra discute a formação da memória cultural do país a partir do poema “Canção do exílio”, de Gonçalves Dias

A CAIXA Cultural São Paulo recebe, de 12 de novembro de 2019 a 19 de janeiro de 2020, a exposição “Minha terra tem palmeiras”. Com curadoria de Bruno Miguel, a mostra reúne 40 obras de 15 artistas contemporâneos brasileiros para discutir a formação da memória cultural do país. A exposição tem patrocínio da CAIXA e do Governo Federal.

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São exibidas obras de Afonso Tostes, Anna Bella Geiger, Armando Queiroz, Ayrson Heráclito, Carlos Zilio, Daniel Murgel, Flávia Junqueira, Ivan Grilo, Jaime Lauriano, Marcos Cardoso, Raquel Versieux, Rodrigo Braga, Rodrigo Andrade, Vicente de Mello e Virginia de Medeiros, num recorte de algumas décadas de arte contemporânea brasileira.

O ponto de partida da exposição é o poema “Canção do exílio”, ícone do primeiro momento do romantismo brasileiro, escrito por Gonçalves Dias em 1857. Trafegando por diferentes mídias, como pintura, fotografia, gravura, desenho, escultura, instalação, objeto e assemblage, esses artistas convidam o público a uma reflexão sobre a identidade nacional, das suas origens românticas no século XIX até os dias de hoje.

Histórias e memórias:

O curador Bruno Miguel destaca que artistas contam histórias e criam memórias – visuais e poéticas – sobre aspectos que geralmente passam desapercebidos pela maioria. Segundo ele, um dos principais objetivos da mostra é justamente relacionar a pluralidade de um Brasil de variados campos de pensamento artístico com temas como memória, política e ancestralidade.

“Distância é espaço e tempo. Lembrança é experiência vivida, ou não, pelo próprio ou pelo outro”, explica o curador. “Não apenas os indivíduos se lembram das coisas, mas também grupos, sociedades e nações. Lembrar e esquecer passaram a ser reconhecidos como aspectos importantes tanto da convivência em sociedade quanto também da política”, completa.

SOBRE A CAIXA CULTURAL: A CAIXA Cultural São Paulo oferece uma programação diversificada, com opções gratuitas, estimulando a inclusão e a cidadania. O espaço está situado em um prédio histórico na Praça da Sé, construído em estilo “Art déco” e inaugurado em 1939. Conta quatro galerias, salão nobre, auditório e sala de oficinas. Em 2018, apresentou 40 projetos culturais e educativos tais como espetáculos de dança, teatro, shows, debates, leituras dramáticas, oficinas e palestras. O espaço também abriga o Museu da CAIXA, uma exposição permanente que conta com instalações e inúmeros objetos originais, preservados desde a década de 40, mantendo vivas a história da instituição e de uma época da cidade de São Paulo e do Brasil.

Serviço:
Exposição: “Minha terra tem palmeiras”
Curadoria: Bruno Miguel
Artistas: Afonso Tostes, Anna Bella Geiger, Armando Queiroz, Ayrson Heráclito, Carlos Zilio, Daniel Murgel, Flávia Junqueira, Ivan Grilo, Jaime Lauriano, Marcos Cardoso, Raquel Versieux, Rodrigo Braga, Rodrigo Andrade, Vicente de Mello e Virginia de Medeiros
CAIXA Cultural São Paulo
Endereço: Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo
Abertura: 12 de novembro de 2019, terça-feira às 19h (visita guiada com o curador)
Visitação: 13 de novembro de 2019 a 19 de janeiro de 2020
Horário: de terça-feira a domingo, das 9h às 19h
Informações: (11) 3321 4400 | www.caixacultural.com.br
Livre para todos os públicos
Entrada franca
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

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