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Jaque Jolene Em Casa. Foto: Márcia Beatriz Granero.
Jaque Jolene Em Casa. Foto: Márcia Beatriz Granero.

Márcia Beatriz Granero lança série de sua personagem Jaque Jolene

Artista visual de videoarte e fotografia estreia formato semanal em seu instagram

Sozinha e dentro de casa. Um certo isolamento social sempre fez parte da realidade de Jaque Jolene. Diferente da situação pandêmica em que o mundo se encontra, ela optou pela solidão. “Mas ela se completa nela mesma”, conta Márcia Beatriz Granero, artista independente que há dez anos criou essa personagem carregada de suspense e certo sarcasmo nas suas obras de videoarte e fotografia. Seus trabalhos já foram exibidos em inúmeras exposições e festivais internacionais, mas agora decidiu publicar nas redes sociais. “É um formato experimental, mas estava muito interessada em saber o que tem passado na cabeça da minha personagem nesse momento” conta Márcia Beatriz que estreia, dia 18 de maio, a série “Jaque em Casa” no Instagram @marciabeatrizgranero.

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Com breves episódios semanais, a série é uma homenagem às curadoras de arte que já passaram pela carreira de Márcia Beatriz. No formato de vídeo chamadas, as peças revelam Jaque com seu padrão mudo e misterioso, através de experiências compartilhadas por essas mulheres. Priscila Arantes e Paula Braga estão entre as convidadas e quem abre a série na próxima semana é a Alessandra Falbo, diretamente do lockdown de Londres.

Sobre a artista

Márcia Beatriz Granero é videoartista e fotógrafa, formada em artes visuais no Centro Universitário Belas Artes – SP. Há 10 anos criou a personagem Jaque Jolene inspirada em diversas mulheres de classe média alta, com referências televisivas e cinematográficas, e peças herdadas de sua família. Com linguagem audiovisual, Márcia roteiriza as micro narrativas, filma, faz direção de fotografia e edição do seu trabalho autoral.

O primeiro trabalho exposto de Márcia Beatriz foi na TRIP Paulista, onde nasceu Jaque Jolene e foi exibida em muitos Festivais internacionais de videoarte, cinema e exposições coletivas, como a VERBO na Galeria Vermelho. Até hoje recebe convites para apresentá-la. Também participou de programas de relevantes exposições em São Paulo para artistas em começo de carreira: Súbita na Mostra do Programa de Exposições no Centro Cultural São Paulo; Phantom na Residência Phosphorus; Minada na Temporada de projetos no Paço das Artes.

No exterior realizou exposições individuais como Heteronímia, na Galeria Abierto Theredoom em Madrid; Residência artística e exposição Tabaroa em Portugal e Pining for Pearls no Darlling Attic em Londres. Todas filmadas e exibidas nas próprias cidades.

Contato da artista para vendas:
@margiabeatrizgranero
www.marciabeatrizgranero.com.br
+55 11 96156-8141

 

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