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Mitos X Verdades sobre a gamificação nas empresas, desafio VIK. Foto: Cesar Delong.

Mitos X Verdades sobre a gamificação nas empresas

A gamificação se tornou muito comum dentro de corporações que buscam um clima mais humanizado e uma forma de engajar funcionários; especialista pontua os principais mitos e verdades sobre o tema

São Paulo, fevereiro de 2020 – As empresas, atualmente, para se inovarem têm investido na gamificação, ou seja, implementam técnicas de jogos para engajar colaboradores. Para se se ter uma ideia, de acordo com o IEEE (Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos), em 2020, 85% das atividades serão compostas por elementos de games. Então, é possível perceber que é uma tendência para este ano.

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Mas quais as principais características da gamificação? Como podemos implementar? Segundo Tomás Camargos, sócio-fundador da VIK, startup que oferece um programa de saúde gamificado para as empresas, essa é uma forma lúdica de engajar e trazer leveza para os colaboradores que, muitas vezes, encontram-se estressados com as tarefas do dia a dia. “Games proporcionam interação, amizade, momento de descontração e ainda uma motivação, pois sempre deve haver uma premiação no final”, comenta o empresário.

Confira abaixo os principais mitos e verdades sobre o tema:

Traz motivação para os colaboradores: Verdade. A gamificação pode ser aplicada de diversas formas, como um programa que promove saúde, por meio da atividade física, em que é possível criar uma competição saudável entre os membros de uma equipe, com uma premiação no final para quem fizer mais pontos. “Não importa como o game será aplicado, ele sempre terá o intuito de promover uma maior interação e fazer com que os colaboradores não se tornem robôs. Hoje, os colaboradores buscam felicidade acima de tudo”, complementa o especialista.

Em 2020, vão aparecer em aplicativos móveis: Verdade. Uma tendência para este ano é que os programas de gamificação poderão ser controlados por dispositivos móveis. O público consome notícias e conteúdos por meio dos smartphones e os aplicativos têm dominado o mercado com a chegada de novas startups. “Em 2020, essa será a tendência que as pessoas procurarão”, pontua.

Melhoria no raciocínio lógico: Verdade. Jogos exigem concentração, foco e outras diversas habilidades que também precisamos ter no ambiente de trabalho. Assim, é uma forma de proporcionar isso para os membros de uma equipe, de uma forma prazerosa. ” Hoje as pessoas querem trabalhar em um lugar leve, que usufrua de suas habilidades e intensifique seus pontos positivos”, diz Tomás.

Não é possível medir resultados: Mito. Como citado acima, os programas gamificados para empresas tendem a migrar para o mundo digital. E, junto com a tecnologia, surgem formas de medir os resultados daquele determinado game. “Na VIK, por exemplo, enviamos um relatório de pontos de cada colaborador, o engajamento e índices no final do desafio. É uma forma de mostrar a importância desses jogos para o bem-estar geral das corporações”, finaliza Tomás.

Sobre a VIK

Criado pelos sócios Pedro Reis e Tomás Camargos em 2016, a VIK é uma startup que oferece um programa de gamificação com 100% de abrangência para empresas. Com o lema principal de transformar vidas e ajudar as pessoas a saírem do sedentarismo, a VIK transforma um programa de saúde em uma competição saudável e prazerosa, além de proporcionar integração entre os funcionários de grandes organizações. Por meio de uma plataforma digital, os participantes poderão acompanhar o passo a passo do desafio, em qualquer lugar do mundo, além de terem acesso ao seu rendimento. Para mais informações acesse: www.desafiovik.com.br

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