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Nelson Macedo, Negrinho do Pastoreio. Foto: Divulgação.

Traços Brasileiros – A cultura brasileira pela ótica de artistas plásticos

A exposição Traços Brasileiros – A cultura brasileira pela ótica de artistas plásticos, que acontece de 9 de agosto a 6 de setembro no Centro Cultural Light é uma coletiva de artistas plásticos oriundos do Atelier Oruniyá (Rio de Janeiro) e do Grupo Casa Amarela (Barra Mansa), além de artistas formandos da Escola de Belas Artes da UFRJ e UFRRJ. A curadoria e coordenação da exposição é do designer e pesquisador Guilherme Lopes Moura.

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A exposição retrata o Brasil em sua ampla diversidade de manifestações culturais, lendas, hábitos, brincadeiras, ícones artísticos, enfim, os traços que compõem o imaginário brasileiro ao longo de sua extensão geográfica. Os suportes serão os mais diversos: desde a pintura a óleo, gravura e aquarela até oficinas de cerâmica, crochê, mosaico, bordado livre, entre outras técnicas e suportes que, assim como a nossa cultura, só enriquecem o modo de ser – e de se expressar – do brasileiro.

Bumba meu boi, Saci-Pererê, Iara, Capoeira, Jongo, Folia do Divino Espírito Santo, Cordel e Festas Julinas são apenas alguns dos temas que serão retratados nesta exposição durante o mês do folclore. Além disso, na abertura da exposição, o artista cearense Cabral da Cabaceira fará declamação de poesia matuta.

Exposição Traços Brasileiros, cartaz. Divulgação.

Exposição Traços Brasileiros, cartaz. Divulgação.

O mês de agosto e o folclore

O tão conhecido termo folclore vem do inglês folklore, que é a junção de povo (folk) e sabedoria (lore), significando “sabedoria do povo”. Este termo foi criado pelo arqueólogo inglês William John Thoms em 22 de agosto de 1846 e em pouco tempo passou a ser adotado pelos estudiosos da cultura popular ao redor do mundo.

No Brasil, 22 de agosto foi oficializado como o dia do folclore (e por conseguinte o mês) em 1965 por meio de decreto federal. A Carta do Folclore Brasileiro, elaborada no I Congresso Brasileiro de Folclore, em 1951, define que “Constituem o fato folclórico as maneiras de pensar, sentir e agir de um povo, preservadas pela tradição popular e pela imitação e que não sejam diretamente influenciadas pelos círculos eruditos e instituições que se dedicam ou à renovação e conservação do patrimônio científico e artístico humanos ou à fixação de uma orientação religiosa e filosófica.”

Atelier Oruniyá

O Atelier Oruniyá reúne cinco artistas — Ana Moura, Gilliatt Moraes, Lucas Moura, Nelson Macedo e Renato Alvim — que têm como propósito comum o processo de produção da imagem, investigando a construção do sentido abstrato e poético da forma visual e, a exemplo de tantos artistas que nos precederam, entendem que não há outro caminho senão o comprometimento com o legado da tradição. Acompanham também André Bombonatti, Anna Lívia Mohanan, Ayla de Oliveira, Enji fundão, Juliana Mizrahi, Laura de Castro, Letícia Martins, Maria Artemis, Monike Silva, Paula Siebra e Vitor Hara, formandos das Escolas de Belas Artes da UFRJ e UFRRJ, onde alguns artistas do Atelier Oruniyá lecionam.

www.atelier-oruniya.com.br

www.facebook.com/AtelierOruniya

Grupo Casa Amarela

Grupo de Artistas e Artesãos oriundos do Espaço Atelier Escola, que buscam uma identidade Nacional, regional e local para sua produção artística e que tem na Arte Nacional e na Cultura do Médio Paraíba sua fonte de inspiração e pesquisa. Tem como objetivo criar um núcleo de Arte no interior do Estado do Rio de janeiro, criar uma pedagogia para criação de grupos artísticos para alavancar a fruição e o comércio das Artes e artesanato, constituir espaços de propagação da arte e do artista local/regional, tornar sustentável espaços culturais que não tem apelo massivos. Formado pelos artistas Alexandre Brante, Andreia Lima, Cristiane Albernaz, Francis Marques, Izabel Meloto, Lélis Maria, Marcelo Campos, Messias Jr, Niki Campos, Paulo Valério, Thaisa Moura, Vera Lúcia Pereira e Viviane da Silva.

www.facebook.com/grupocasamarela

Andreia Lima, Casal com Bandeira do Divino Espírito Santo. Foto: Divulgação.

Andreia Lima, Casal com Bandeira do Divino Espírito Santo. Foto: Divulgação.

Guilherme Lopes Moura

Curadoria e Coordenação Geral

Formado em Comunicação Visual — Design na UFRJ, fundador da Folha Verde Design, realizadora da exposição. É fotógrafo e pesquisador da cultura popular brasileira, autor do livro Folia de Reis na Serra Fluminense e idealizador da exposição Folia de Reis: Mensageiros dos Reis Magos, que aconteceu em janeiro de 2018 no Centro Cultural Light.Desde 2009 já desenvolveu identidade visual de mais de 100 projetos, entre mostras de cinema, peças de teatro e identidade corporativa.

www.facebook.com/folhaverde.design

Serviço:
Traços Brasileiros – A cultura brasileira pela ótica de artistas plásticos
9 de agosto a 6 de setembro, segunda à sexta-feira das 9h às 19h.
Local: Centro Cultural Light – Av. Marechal Floriano, 168, Centro , RJ.
Entrada gratuita.
www.facebook.com/centro.cultural.light/
Assessoria de imprensa:
Mariana Bezerra – maribezerra1@hotmail.com
Telefone: (21) 98447-4735 / 35634735
Lucia Possas – mlpossas@gmail.com
Telefone: (21) 96910-0100

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