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Primeiros Traços da Arte Moderna – Impressionismo no Brasil por Rosângela Vig

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Rosângela Vig é Artista Plástica e Professora de História da Arte.

Rosângela Vig é Artista Plástica e Professora de História da Arte.

Pátria, latejo em ti, no teu lenho, por onde circulo!
E seu perfume e sombra e sol e orvalho!
E, em seiva, ao seu clamor a minha voz responde,
E subo do teu cerne ao céu, de galho em galho!

Dos teus liquens, dos teus cipós, da tua fronde,
Do ninho que gorjeia em teu doce agasalho,
Do fruto a amadurecer que em seu seio se esconde,
De ti, – rebento em luz e em cânticos me espalho!
(BILAC, 2007, p.62)

As cenas naturais brasileiras são como telas que um grande artista desenhou, salpicadas por indizíveis cores, por infindáveis nuances, que não se cansam de se misturar, de se dissipar, de se multiplicar, feito manchinhas vivas, saltitantes, cada qual com vida própria. E a luz do sol nunca termina sua incessante tarefa de tornar ainda mais exuberante essa tela. A imensa paleta de cores se descortina com o clarear do dia banhado pelo calor dos verões, pelas brisas dos outonos, pelas noites dos invernos e pelas flores das primaveras. Todas as cores adormecem e despertam todos os dias num Brasil de muitas nuances. E a vida segue iluminada, colorida, muitas vezes franzina, por vezes corpulenta, na forma de árvore, na forma de planta, na forma da vida que pulsa nas matas desse imenso país; nas ruazinhas de nossas coloridas cidades; nas peles desse povo tão diversificado, servindo de fonte de inspiração para qualquer mente criativa. É possível imaginar o fértil campo que os impressionistas encontraram nesse país.

O movimento Impressionista teve início na França e chegou ao Brasil no final do século XIX, com a proposta de superar o academicismo. A idéia era a de levar os artistas a ambientes externos, para pintarem cenas sob efeito da luz do sol, em vários períodos do dia, por meio de pinceladas rápidas e sem a mistura de cores. Observar os cenários urbanos ou campestres sob o efeito da luminosidade fascinava os artistas. Sem a mistura de cores, a cena deveria ser captada em um dado momento do dia, valorizando a luz solar proporcionando ao olhar a impressão de luminosidade.

O pensamento estético vinha acompanhado das inovações tecnológicas que chegavam ao Brasil no século XIX, entre elas o surgimento de máquinas; o cinema; a fotografia; e a produção em larga escala. Por aqui, deu-se o fim da monarquia em 15 de novembro de 1889; foi criada a Constituição; o trabalho escravo foi substituído pelo assalariado; houve modernização nas lavouras e nas fazendas de café; foram instaladas indústrias; foram fundados bancos; estradas de ferro foram construídas; e houve um crescimento das cidades. Esse também foi um período em que ocorreram as primeiras greves, devido às duras jornadas de trabalho e à falta de regulamentação salarial.

No quesito Literatura, um dos mais célebres escritores brasileiros, Machado de Assis (1839-1908) publicava, em 1881, Memórias Póstumas de Brás Cubas, dando início ao Realismo. A escola literária também revelou outros grandes nomes como Visconde de Taunay (1843-1899) e Raul Pompéia (1863-1895). Misturando várias tendências estéticas, a obra O Ateneu de Raul Pompéia, publicada em 1888 passou pelo Realismo, pelo Naturalismo e chegou a ser classificado pela crítica como impressionista e expressionista. O fértil terreno cultural também passou pela Poesia e, por volta de 1890, os princípios do Parnasianismo tomavam o lugar do Romantismo.

E pode-se dizer que as mais belas cenas do Brasil do final do século XIX foram registradas pelas mãos de nossos grandes pintores impressionistas, deixando o estilo evidente no campo da Pintura. Banhados pela luz do sol intenso, em grande parte do ano, os cenários urbanos ou naturais que se apresentavam ao olhar do artista da época se tornariam sedutoras fontes de deleite e de inspiração para suas obras.

Pintura

A arte é primeiro espontânea, depois intencional. Manifesta-se primeiro grosseiramente, por erupções de sentimento, e faz o amor concreto, a interjeição, a eloqüência rudimentar; a poesia primitiva, o primitivo canto. Manifesta-se mais tarde, progressivamente, por efeitos de cálculo e meditação e dá o epos 1, a eloqüência culta, a música desenvolvida, o desenho, a escultura, a arquitetura, a pintura, os sistemas religiosos, os sistemas morais, as ambições de síntese, as metafísicas, até as formas literárias modernas, o romance, feição atual do poema no mundo. (POMPÉIA, 1983, p.119)

A Arte é feito uma paixão súbita, vem na forma de um turbilhão de sensações; não se dissipa com facilidade da efervescência mental em que foi gerada; dispõe-se vertiginosamente sobre a tela alva; por ela fala, mostra-se e se desvanece. Perspicaz, a mão do artista capta o exato momento em que o coração sucumbe a esse estado emocional e permite que esse lampejo lhe sussurre ao pé do ouvido. A superfície que lhe foi destinada rende-se a seus caprichos e a obra surge, exuberante, irreverente, ousada ou atrevida. Ao olhar do espectador, sempre bela, sempre fascinante, sempre encantadora. E pode ser que nenhum artista tenha sido tão perspicaz ao captar esse momento da produção de uma obra, como aquele que atuou no Impressionismo.

Na França, o movimento ganhou força com o comércio de grande quantidade de cores industriais e com a idéia de se pintar ao ar livre. No Brasil da década de 1880, chegavam inovações em materiais para artistas, novos modelos de pincéis e novas cores de tintas, fato que ampliou as possibilidades a quem trabalhava com a Pintura. Entre os novos materiais incluíam-se bancos, maletas e guarda-sóis, específicos a quem trabalhava sob o sol aos moldes do Impressionismo.

A idéia de pintar ao ar livre chegou um pouco antes, em 1878, pelas mãos do pintor alemão Georg Grimm (1846-1887). O artista, que também foi desenhista, decorador e professor, após passar por vários países, viveu alguns anos no Brasil e chegou a lecionar na Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro, entre 1882 e 1884. Ali ensinava, contra a vontade dos alunos, a pintura de paisagem, em meio à natureza. Devido às divergências na instituição, seu contrato não foi renovado. Grimm, entretanto, deu continuidade a sua idéia de pintar ao ar livre e formou um grupo, mais tarde conhecido como Grupo Grimm, em que se juntou primeiramente o artista Giovanni Castagneto (1851-1900) e depois Garcia y Vasquez (1859-1912), Francisco Ribeiro (1855-1900), Antônio Parreiras 2 (1860-1937), França Júnior (1838-1890) e Thomas Georg Driendl (1849-1916). Antes de voltar para a Europa, em 1887, Grimm passou por várias cidades do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, pintando as belas imagens de nosso interior da época.

Alguns artistas brasileiros estiveram em contato com a Pintura Impressionista, na França e adotaram essa prática por aqui, como Eliseu Visconti 3 (1866-1944); os irmãos Arthur Timóteo da Costa (1882-1922) e João Timóteo da Costa (1878-1932); Lucílio de Albuquerque (1887-1939) e sua esposa Georgina de Albuquerque (1885-1962), a primeira mulher a despontar no campo das artes, no Brasil. Outros nomes que ainda merecem destaque são os dos artistas Antônio Garcia Bento (1897-1929), Mário Navarro da Costa (1883-1931) e Henrique Cavalheiro (1892-1975).

Nascido na Itália, Eliseu Visconti veio para o Brasil ainda com sete anos; viveu inicialmente com seus irmãos na fazenda São Luiz, propriedade do Barão de Guararema, em São José de Além Ponte, Minas Gerais; e mais tarde se mudou para o Rio de Janeiro. Aluna de Victor Meirelles, a Baronesa de Guararema foi protetora e grande incentivadora de Eliseu Visconti, percebendo-lhe o talento ao ver o desenho de uma camponesa romana, feito pelo artista. Eliseu foi matriculado no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, onde colecionou medalhas e despertou a atenção de seus professores. D. Pedro II chegou a aconselhar o rapaz a estudar na Academia de Belas Artes, impressionado que ficou por sua pintura. Ainda no Liceu, o artista ingressou também na Imperial Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro, onde teve aula com Victor Meirelles. Em 1888 passou a integrar o Ateliê Livre e, em 1892, recebeu como prêmio uma viagem ao exterior que permitiu ao artista freqüentar cursos na França, na Espanha e na Itália, onde teve a oportunidade de conhecer as inovações artísticas. De volta ao Brasil, o artista chegou a fazer a decoração do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e participou de várias exposições. Segundo a crítica, a obra de Eliseu Visconti passou pela Art Nouveau. E sua criatividade passeou também pelo campo do Desenho Gráfico e Industrial e pelo campo do Design.

Feito retratos de um Brasil que não existe mais, o trabalho de Eliseu Visconti deixa à mostra cenas de um interior antigo, como o Morro de São Bento (Fig. 1), só possível conhecer pelas mãos do artista. Na pintura, o casebre simples tem a parede descascada, envelhecida e suja pela terra. Atrás, erguem-se a ponta e a cúpula da igrejinha simples. Algumas pessoas circulam pelo local, como se a imagem tivesse parado no tempo, para que pudéssemos observá-la. O céu um pouco encoberto não permite que a luz do sol seja muito forte sobre os elementos da cena, que é ao ar livre, aos moldes do Impressionismo. Também segue o estilo o modo como o artista fez uso da cor, em borrões, sem mistura.

E o uso das cores puras é nítido na obra Mamoeiro (Fig. 2). Nela é possível perceber vários tons de verde e de marrons, em pinceladas irregulares, incertas, deixando à mostra zonas de incidência de luz e de sombra. A árvore que protagoniza a imagem tem folhas mais novas e folhas mais envelhecidas, possíveis de se perceber pelos tons mais claros ou escuros da tinta verde. O mesmo ocorre com a folhagem no canto inferior direito da cena. Ainda há manchinhas de tinta para as minúsculas flores do campo que parecem completar o cenário. Iluminado pela luz do dia, o local tem poucos pontos escuros.

O Menino na Ladeira de Visconti (Fig. 3) fica ao centro, na parte inferior da cena. Sua camisa muito alva contrasta com o ambiente natural ao redor. A cena toda apresenta vários pontos de incidência de luz, indicadas pelo branco em pontos como muros ao redor do jardim, paredes da casa e folhagem. As manchas de tinta estão presentes em todo o trabalho, proporcionando ao olhar a sensação final de mistura, de sombra e de luz.

Nascido no Rio de Janeiro, Antônio Parreiras, passou pela Academia Imperial de Belas Artes; teve aulas de paisagem com Georg Grimm e se desligou da academia para se juntar ao Grupo Grimm, para se dedicar à pintura ao ar livre. Viajou para a Itália, retornou ao Brasil e deu aula de paisagem na Academia Imperial de Belas Artes. Viajou com freqüência a Paris, onde mantinha seu próprio ateliê. Lançou em 1926 sua autobiografia e fundou o Salão Fluminense de Belas Artes. A casa onde mantinha seu ateliê, no Rio de Janeiro foi transformada em 1941, no Museu Antônio Parreiras. A variada obra de Antônio Parreiras passou pela pintura de paisagem, pela pintura histórica, por retratos e até mesmo pelo nu feminino.

Aos moldes do Impressionismo, sua Praia Deserta (Fig. 10) se configura na forma de borrões de tinta com cores puras e evidencia a passagem da luz sobre os rochedos. Sobre o chão é possível reconhecer o branco da água do mar que parece chegar sob a forma de espuma das ondas. É perceptível o verde, brandamente dosado na imagem, indicando uma rala vegetação em meio às pedras. Há poucos espaços escuros, e as sombras na obra, são representadas apenas por alguns tons de cinza e de lilás. É como se o céu um tanto nublado, não permitisse que a luz permeasse os elementos da cena.

E o uso das cores puras ficou bem nítido nas obras Damnée (Fig. 11) e Zumbi (Fig. 12) de Parreiras. A primeira é um nu, em ambiente interno, provavelmente em um quarto, onde uma mulher parece desfalecida, talvez extasiada sobre a cama. A luz que cobre o local é intensa, como se uma janela aberta permitisse a incidência de luminosidade. São perceptíveis diversos tons de lilás, de roxo, de rosa, de azul, de amarelos, e até mesmo de minúsculos pontos verdes que salpicam a imagem, permitindo que o olhar demarque detalhes da cena, como a colcha, almofadas, detalhes da parede, da moça e de seus cabelos. Ao ar livre, a segunda obra apresenta um homem negro próximo a uma árvore, onde há algumas pedras, em meio ao mato baixo. Nessa obra também é possível reconhecer pinceladas nitidamente distintas de diversas cores, que se misturam ao olhar, como se jamais estivessem separadas.

É necessário que se esteja em estado de observação constante para que sejam reconhecidas as nuances que a luz do dia proporciona sobre as coisas e sobre as pessoas. Talvez mais que apenas explorar a cena é necessário que o espírito esteja entorpecido por ela e que a desfrute, para que a obra possa emergir. E talvez tenha sido esse o maior princípio dos artistas do Impressionismo.

Desenrola-se a sombra no regaço
Da morna tarde, no esmaiado anil;
Dorme, no ofego do calor febril,
A natureza mole de cansaço.

Vagarosas estrelas, passo a passo,
O aprisco desertando, às mil e mil,
Vindes o ignoto seio do redil
Num compacto rebanho, e enchia o espaço…

E, enquanto lentas sobre a paz terrena,
Vos tremalhais tremuladamente a flux,
– Uma divina música serena

Desce rolando pela vossa luz;
Cuida-se ouvir, ovelhas de ouro! A avena
Do invisível pastor que vos conduz…
(BILAC, 2007, p.65)

Considerações Finais

Sonho, sentimento artístico ou contemplação, é o prazer atento, da harmonia, da simetria, do ritmo, do acordo das impressões, com a vibração da sensibilidade nervosa. É a sensação transformada. (…) A obra de arte é a manifestação do sentimento. (POMPÉIA, 1983, p.117)

Além de poeta e romancista, Raul Pompéia também foi desenhista, crítico de Arte e chegou a lecionar Mitologia na Academia de Belas Artes, após a Proclamação da República. Encantado pelas inovações trazidas da Europa, o escritor percebia a Arte num plano social, ligado à uma formação de nacionalidade. Enquanto aos críticos de sua época, a obra deveria ser realista, e representar a vida social; para Raul Pompéia a obra deveria ser analisada antes de tudo, esteticamente, em sua capacidade de transmitir emoções, de sua expressividade. Seu texto deixa à mostra sua forma de pensar sobre a Arte. E não é difícil pensar na estética impressionista sob esse aspecto.

O afastamento da realidade, explorado pelos artistas do Impressionismo, por meio da mancha de tinta, foi um dos aspectos que a modernidade imprimiu na estética de então. A sinestesia e o campo sensorial foram amplamente explorados pelos artistas quando passaram a utilizar as cores puras e quando permitiram que a luz natural protagonizasse suas cenas. A mistura de cores feita pela mente e os efeitos e nuances da luz do sol em vários períodos do dia foram elementos percebidos pelos artistas e são impressões ligadas aos sentidos e à forma como a Arte chega a nosso olhar, provocando sensações. O deleite é fruto dessa interpretação sensual e voluptuosa, está ligado ao comprazimento e a cada um se dá de forma peculiar.

Banhado pela luz do sol grande parte do ano e repleto de exuberante e colorida natureza, o Brasil tinha os principais ingredientes necessários à Arte impressionista. Os artistas souberam sondar esses campos. E quem sabe a maior aventura do ser humano seja apenas fruir o Belo que se apresenta ao olhar, por meio da natureza em sua forma mais pura, radiante de vida e de cores? Quem sabe o êxtase desse momento seja a maior impressão de deleite que pode o ser humano experimentar?

Oh tarde, oh tarde, oh meus amores,
Mãe da meditação, meu doce encanto!
Os rogos da minha alma enfim ouviste,
E grato refrigério vens trazer-lhe
No teu remansear prenhe de enlevos!
Enquanto de te ver gostam meus olhos,
Enquanto sinto a minha voz nos lábios,
Enquanto a morte não rouba à vida,
Um hino em teu louvor minha alma exale,
Ó tarde, ó bela tarde, ó meus amores!
(DIAS, 1980, p.13)

1 Epos – relativo ao gênero épico ou epopéia.

2 Site do Museu Antônio Parreiras:
www.museuantonioparreiras.rj.gov.br/apresentacao

3 Site Projeto Eliseu Visconti, com historia da vida do artista e suas obras:
eliseuvisconti.com.br/primeiros-tempos-1866-1892

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Referências:

  1. BAUDELAIRE, Charles. Sobre a Modernidade. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2007.
  2. BAYER, Raymond. História da Estética. Lisboa: Editorial Estampa, 1993. Tradução de José Saramago.
  3. BILAC, Olavo. Antologia Poética. Porto Alegre: Ed. L & PM Pocket, 2007.
  4. CHILVERS, Ian; ZACZEK, Iain; WELTON, Jude; BUGLER, Caroline; MACK, Lorrie. História Ilustrada da Arte. São Paulo: Publifolha, 2014.
  5. DIAS, Gonçalves. Gonçalves Dias, Poesia. São Paulo: Editora Agir, 1980.
  6. FARTHING, Stephen. Tudo Sobre a Arte. Rio de Janeiro: Sextante, 2011.
  7. GOMBRICH, E.H. A História da Arte. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1988.
  8. HAUSER, Arnold. História Social da Arte e da Literatura. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
  9. HOLMES, Caroline. Monet at the Giverny. ReinoUnido: Weidenfeld& Nicolson, 2001.
  10. POMPÉIA, Raul. O Ateneu. São Paulo: Editora Moderna, 1983.
  11. PROENÇA, Graça. Descobrindo a História da Arte. São Paulo: Editora Ática, 2005.

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As figuras:

Fig. 1 – Morro de São Bento, Eliseu Visconti, óleo sobre tela, 37,4 x 54 cm, 1887. Coleção Particular.

Fig. 2 – Mamoeiro, Eliseu Visconti, óleo sobre tela, 92 x 73 cm, 1889. Museu Nacional de Belas Artes – MNBA/RJ.

Fig. 3 – Menino na Ladeira, Eliseu Visconti, óleo sobre tela, 51 x 73 cm, 1889. Coleção Particular.

Fig. 4 – Vista da Gamboa, Eliseu Visconti, óleo sobre tela, 24,5 x 41 cm, 1889. Coleção Particular.

Fig. 5 – Uma Rua da Favela, Eliseu Visconti, óleo sobre tela, 72 x 41 cm, 1890. Coleção Particular.

Fig. 6 – As Lavadeiras, Eliseu Visconti, óleo sobre tela, 70 x 110 cm, 1891. Coleção Particular.

Fig. 7 – O Homem do Cachimbo, Eliseu Visconti, óleo sobre tela, 60 x 46 cm, 1890. Coleção Particular.

Fig. 8 – Amendoeira, Eliseu Visconti, óleo sobre tela, 41 x 34,5 cm, 1890. Coleção Particular.

Fig. 9 – Mamoneiras – Morro de São Bento, Eliseu Visconti, óleo sobre tela, 62 x 88 cm, 1890. Coleção Particular.

Fig. 10 – Plage Deserte, 1918. Antonio Parreiras. Óleo sobre tela. Acervo do Museu Antonio Parreiras / FUNARJ / SECEC-RJ.

Fig. 11 – Damnée, 1919. Antonio Parreiras. Óleo sobre tela. Acervo do Museu Antonio Parreiras / FUNARJ / SECEC-RJ.

Fig. 12 – Zumbi, 1927. Antonio Parreiras. Óleo sobre tela. Acervo do Museu Antonio Parreiras / FUNARJ / SECEC-RJ.

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