Casa / Art / CCBB-Rio presenta la Mostra "Guilherme Vaz: una frazione dell'infinito"
Guilherme Vaz - Paper Sheet Music, Bienal de Paris, 1973. Foto: Rivelazione.

CCBB-Rio presenta la Mostra "Guilherme Vaz: una frazione dell'infinito"

Caratteristiche 50 anos da produção de um artista multimeios, Musicista sperimentale, Maestro e pensatore. Un membro delle avanguardie degli anni 1970, Guilherme Vaz è uno dei pionieri dell'arte concettuale e colonna sonora, responsabile per l'introduzione della musica concreta nel cinema brasiliano

Il Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, CCBBs-Rio presenta al pubblico, dal giorno 13 Gennaio, la mostra "Guilherme Vaz: una frazione dell'infinito", con 50 anos de produção desse artista multimeios, Musicista sperimentale, Maestro, pensatore e membro delle avanguardie degli anni 1970. Um dos pioneiros da arte conceitual e sonora, Guilherme é responsável pela introdução da música concreta no cinema brasileiro. A mostra conta com debates, reedição de trabalhos antigos, produção de novos trabalhos e edição de livro com ensaios inéditos, históricos e vasto conjunto de imagens e documentos.

L'ingresso è gratuito.

A curadoria de Franz Manata apresenta o caráter inovador da obra de Guilherme ao destacar sua produção no contexto das vanguardas da arte contemporânea e sua vivência no Brasil central, com os sertanistas e povos indígenas. Em sua primeira grande exposição serão mostradas 41 opere che contemplano i vari oggetti di scena utilizzati dall'artista, come l'installazione, oggetti sonori, istruzioni, grafica, Spartiti musicali, spettacoli e parte della vostra produzione musicale. "Guilherme Vaz: una frazione dell'infinito" sottolinea l'importanza del lavoro di questo artista nel panorama della cultura e lasciarsi alle spalle una serie di testi, documenti e immagini alla memoria di arte in Brasile.

Pubblicità: Banner Luiz Carlos de Andrade Lima

Traiettoria

Guilherme Vaz iniciou sua interlocução com a cena cultural do Rio de Janeiro no final da década de 1960, trabalhando com cineastas, músicos e artistas residentes na cidade. Realizou na época trilhas sonoras dos filmes Fome de amor (1968), de Nelson Pereira dos Santos – a primeira experiência de música concreta no cinema nacional, e O anjo nasceu (1969), dirigido por Júlio Bressane. Ambos premiados no Festival de Cinema de Brasília. Guilherme produziu trilhas para mais de 60 film, essendo 30 longas-metragens; ganhou nove prêmios e estabeleceu parcerias com importantes cineastas, como Júlio Bressane e Sérgio Bernardes. Secondo il curatore, seu trabalho para o cinema traduz o “espírito do Brasil profundo”. Franz Manata comenta ainda o processo da pesquisa e curadoria da mostra.

O exercício foi ficar invisível e respeitar o autor em seus percursos e desvios, pois estamos falando de um artista radical, tanto no plano estético, quanto ético. Alguém que recusou o caminho da institucionalização, o que lhe custou certa invisibilidade no plano da cultura. Um artista de invento, que expande a linguagem.

Come músico e maestro, Vaz se envolveu com a música harmônica, a música concreta, experimental, o jazz, aprofundando-se na pesquisa com a música popular e flertando com a MPB. Esteve envolvido na fundação e apresentações do Grupo de Compositores da Bahia, organizado por Ernst Wiedmer; il 1967 funda com Vitor Assis Brasil o grupo Calmalma de Jazz Livre, que produzia jazz de vanguarda com acento na experimentação e improvisação musical; e participou da gravação do disco e da turnê do álbum de Ney Matogrosso, Água do céu-pássaro, di 1975, que apresenta sonoridade experimental permeada por elementos da natureza. Participou também da então nascente cena carioca de concetto di arte, articulada em torno das atividades do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, da criação da Unidade Experimental e de exposições históricas como o Salão da Bússola, realizado nesse museu, il 1969, e a polêmica “Agnus Dei”, realizada na Petit Galerie, a Rio de Janeiro, il 1970, além de participar das mostras internacionais: "Informazioni", no MoMA, il 1970, e da 8ª Bienal de Paris, il 1973, ambas relevantes no contexto da arte conceitual.

Dividida em três salas que ocupam o segundo andar da instituição, la mostra presenta un percorso che si articola in modo da completare lo spettacolo una frazione dell'infinito fase William.

Nella prima sala, l'esperienza di William all'interno del Brasile, dove ha sviluppato opere di antropologia, Arti visive e musica con i popoli indigeni sudamericani preistorici Zoró-Panganjej, Ikolem Hawk e pappagalli. Il pubblico può incontrare vicino a un insieme di quadri realizado com o índio Carlos Bedurap Zoró, la tribù Hawk-Ikolem, della Rondônia, che l'artista riprodotto, nei tessuti forniti da William, la pittura del corpo. Altre serie Masterizzazione del suolo, composta por 16 fotografias feitas com uma câmera amadora em 1999, in cui i bambini della tribù Ikolem Hawk sono davanti a un mucchio di carbone dalla giungla, all'interno dell'ufficio della società Pro-Arte, Ji-Paraná, Rondônia.

Il video del concerto armonico Musica a Manaos (2004). Diretto da William e sotto la sua reggenza, l'Orchestra Filarmonica di bielorusso si unisce l'etnia indigena Ikolem Hawk, presso il Teatro Amazonas. Il registro è una partnership con il tuo amico, regista e documentarista Sérgio Bernardes (1944-2007). In un altro video, Una frazione dell'infinito, tenutasi a 2013 in collaborazione con il tavolo ufficio, William instaura un dialogo con Charles Darwin a rifare, simbolicamente, la strada percorsa dal naturalista britannico nella città di Niterói. Un suono teatro dove le maracas "innescano" le forze della natura.

Na sala B estarão a escultura inédita Totem di maracas, composto da centinaia di unità dello strumento indiano, riflettendo sull'apprendimento con l'universo indigeno, e Giardino senza nome, un'installazione con ciottoli che, Secondo l'artista, È una metafora sull'universo dell'arte, la sua storia è come un fiume gigante in cui gli artisti sono ciottoli disposti lungo la via.

La seconda camera mostra a produção de Guilherme como artista multimeios, Musicista sperimentale, Maestro, pensatore e membro delle avanguardie degli anni 1970. Aí poderão ser vistos sua pesquisa no campo da notação musical será apresentada (Spartiti convenzionale, balizamentos grafica, la classificazione dei film e punteggi come prestazioni), l'installazione sonora Petrolio greggio, che proviene dalla sua ricerca su ciò che ha definito come "body music" iniziato nella ottava Biennale de Paris, il 1973, ancora sotto il nome di Crudo. Nella sua prima versione, il lavoro è stato fatto quando l'artista era l'estrazione di suoni acustici direttamente dell'architettura. Già dalla presentazione del 7 ° Biennale del MERCOSUR su 2007, Esso incorpora Microfoni e amplifica il suono nello spazio. Nella versione corrente, l'artista invita il pubblico a sperimentare. Tem também a installazione acusmática, composta por instruções de Guilherme Vaz, apresentadas ao público na “Information” – importante exposição de arte conceitual realizada no MoMA, il 1970. Para o CCBB o artista convida o público a seguir por um corredor, onde se escutam suas instruções. Segundo o curador éuma estratégia para colocar ‘algo’ em evidência”.

A última sala destaca sua relação com a imagem em movimento através da parceria com o cineasta e documentarista Sérgio Bernardes, que traduz o Brasil profundo em sete filmes: Os guardiões da floresta (1990), Panthera Onca (1991), Cauê Porã (1999), Nós e não nós (2003), Amazon (2006), Foresta Atlantica (2007) e Tamboro (2009). La Mostra ha un cronologia illustrata, que aborda a vida e o percurso de Guilherme Vaz, com um vasto conjunto de documentos, fabbrica, vídeos e arquivos de áudio.

L'ARTISTA

Vive e lavora a Rio de Janeiro. Pioniere della sound art, laureato presso l'Università nazionale di Brasilia, avere insegnanti Rogério Duprat, Decio Pignatari, Nise Obino, Cláudio Santoro, Damiano Cozzela, Régis Duprat, Hugo Mund Junior, altri (1962-1964); e presso l'Università federale di Bahia, dove è stato allievo di Walter Smetak ed Ernst Wiedmer (1964-1966). Fondata, in collaborazione con Frederick Matthews, Cildo Meireles e Luiz Alphonsus, l'unità sperimentale del Museo d'arte moderna di Rio de Janeiro (1968-1970). Ha presieduto la Fondazione culturale di Ji-Paraná, confine con la Bolivia, dove ha sviluppato opere di antropologia, Arti visive e musica con i popoli indigeni sudamericani preistorici Zoró-Panganjej, Ikolem Hawk e pappagalli. Artista Multimedia e sperimentale, autore di opere sonore: Walk to anywhere, Rio de Janeiro (1970); Open your door as slow as you can, Rio de Janeiro (1970); Masterizzazione del suolo, NY (1970); Petrolio greggio, Parigi (1973); Saggio sulla donazione di organi, d ' après Marcel Mauss, Oslo (2008). Il suo lavoro è incluso in importanti mostre collettive, tra cui spiccano: "Hélio Oiticica e il suo tempo", Centro de Arte Hélio Oiticica, Rio de Janeiro (2006); VIII Biennale de Paris, Museé d’Art Moderne de la Ville de Paris (1973); "Agnus Dei", Petite Galerie, Rio de Janeiro (1970); "Informazioni", MoMA, NY (1970), tra l'altro.

Ha curato diverse opere su CD con l'etichetta OM Records: il vento senza padrone (2007), Sinfonia dell'aria (2007), La Virgen (2006), Dei sconosciuti (2006), Angel on the Green (2006); La tempesta, El arte, Persone di ares, Der Heiligue Spruch (2005); L'originale notte-Die SchopfungsNacht [Die Windeuber der Meer am Anfgang der Welt] (2004); Sinfonia del fuoco (2004); L'uomo che correva sulla savanna (2003), tutti loro rilasciato nel Museo di arte contemporaneo Niterói (MAC). Pubblicato il Sinfonia di linee d'acqua da Goiás (2001), un libro che riunisce alcune delle congiunzioni suono più profonde, arcaico e significativo centrale Sud America.

DEBATES

Guilherme Vaz e a arte contemporânea

Sinossi: Comenta aspectos de sua produção artística, destacando seu papel na introdução da arte conceitual e sonora no Brasil. Na mesma data também será lançado o livro “Guilherme Vaz: una frazione dell'infinito".

Altoparlanti: Franz Manata, Marisa Flórido Caesar, Luiz Guilherme Vergara

Dati: 24/02/2016, às 19h

Guilherme Vaz e il cinema

Sinossi: Commenti su aspetti del suo lavoro musicale, evidenziando il suo ruolo nell'introduzione della musica concreta in colonne sonore di cinema brasiliano.

Altoparlanti: Franz Manata, Júlio Bressane, Suzana Reck Miranda

Dati: 09/03/2016, às 19h

Guilherme Vaz e la musica

Sinossi: Commento di propria produzione come un direttore d'orchestra, il suo rapporto con gli aspetti estetici della musica classica e la sua relazione alla formazione dell'identità culturale brasiliana.

Altoparlanti: Franz Manata, J.-P.. Caron

Dati: 23/03/2016, às 19h

SERVIZIO

"Guilherme Vaz: una frazione dell'infinito"
Apertura per gli ospiti: Martedì, 12 Gennaio 2016, às 19h
Visitazione: 13 da gennaio a 4 Aprile 2016
Da Mercoledì a Lunedi, il 9 alle 21:0
Ingresso libero
Centro Cultural Banco do Brasil – CCBBs Rio de Janeiro
First Street Marzo, 66 - Centro

Informazioni: (21) 3808-2020

www.bb.com.br/cultura/
www.twitter.com/ccbb_rj/
www.facebook.com/ccbb.rj

Commenti

Lascia un Commento

Il tuo indirizzo email non verrà pubblicato.I campi obbligatori sono evidenziati *

*